Teoria evolucionista sofre duro golpe

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Achado torna falsas antigas classificações de supostos “homens primitivos”

Teoria evolucionista sofre duro golpeA Teoria Evolucionista, para variar, sofreu um novo revés em outubro. Após oito anos da descoberta do Crânio 5, encontrado na Geórgia, os cientistas evolucionistas chegaram à conclusão de que todos os fósseis de supostos homens primitivos encontrados ao longo dos anos em diversos locais – e que ganharam nomes como Homo Erectus, Homo Habilis e Homo Rudolfensins – não são elos evolutivos, não são fases históricas de uma suposta evolução de um primata para seres humanos, mas são todos membros de uma única e mesma espécie humana que viveu na mesma época e suas diferenças apenas refletem a variabilidade normal entre indivíduos dessa espécie.

O resultado desse novo estudo comparativo de crânios de fósseis humanos antigos foi publicado na edição de 18 de outubro da revista “Science”. O líder do estudo é David Lordkipanidze, diretor do Museu Nacional da Geórgia, que juntamente com uma equipe internacional de colegas cientistas, tem estudado o crânio denominado de Crânio 5, que teria 1,8 bilhão de anos, segundo a polêmica cronologia evolucionista (Para saber mais sobre a polêmica da datação evolucionista, leia “Criacionismo: Verdade ou mito?”, de Ken Ham, publicado pela CPAD). O maxilar inferior desse crânio foi encontrado em 2000 na escavação arqueológica de Damanisi, a cerca de 100 quilômetros de Tbilisi, capital da Geórgia, e o resto do seu rosto e cabeça em 2005.

“O Crânio 5 é um achado extraordinário. É o crânio fóssil mais completo de um adulto do gênero Homo. Encontra-se num estado de conservação perfeito. Sua peça foi encontrada cinco anos depois do maxilar a menos de dois metros de distância da primeira”, afirmou em coletiva à imprensa a coautora do estudo, a professora Marcia Ponce de León, da Universidade de Zurique , na Suíça.

Segundo matéria da “Science”, o Crânio 5 não era o que os cientistas esperavam. Devido ao maxilar maciço previamente desenterrado, eles estavam à espera de um crânio de grande tamanho, mas depararamse, ao contrário, com uma caixa craniana pequena por cima de um rosto grande, numa combinação de traços morfológicos que não era própria do que os evolucionistas sempre definiram como traços de um homem primitivo. Eram mais semelhantes a traços de homens modernos.

Outro detalhe é que também haviam sido encontrados em Dmanisi mais quatro crânios (daí o nome Crânio 5 para o encontrado em 2005), e esses quatro crânios, pelo seu formato deveriam ser classificados – dentro da classificação evolucionista – como sendo de épocas diferente. Entretanto, todos eles foram datados da mesma época. Havia ali, por exemplo, tanto fósseis do que seria, segundo eles, um Homo Habilis quanto de Homo Erectus. No mesmo local, encontraram ferramentas de pedra e ossos fossilizados de animais, que seriam, segundo estudos anteriores, vestígios deixados por anteriores,, vestígios deixados por um grupo de humanos que viveu na mesma época daquele sítio. “O tempo que demorou a formação geológica do local foi bastante breve, o que permite concluir que a sedimentação de todos os ossos aconteceu simultaneamente”, explicou Lordkipanidze. “Dmanisi é como uma cápsula do tempo que preservou um ecossistema de 1,8 milhão de anos”, afirma o líder do assunto.

Classificações falsas

Diante da descoberta do Crânio 5 e da sua anatomia inédita, tornou-se necessário explicar as diferenças físicas patentes entre os cinco crânios humanos daquele sítio paleontológico, que fazem, por exemplo, com que alguns deles sejam mais bem classificados como Homo Habilis e outros como Homo Erectus – todos supostos homens primitivos, só que fazendo parte de uma mesma comunidade e vivendo na mesma época. “Eles vieram do mesmo local e do mesmo período geológico; podiam, portanto, representar uma única população de uma única espécie”, salientou Christoph Zollikofer, outro coautor do estudo e também professor da Universidade de Zurique.

Para determinar se eram espécies diferentes vivendo em comunidade ou variações de uma mesma espécie naquela comunidade (o que abalaria ainda mais a tese evolucionista), os cientistas recorreram a métodos de morfometria 3D computadorizada. Por outro lado, para garantir a compatibilidade dos novos resultados com estudos comparativos anteriores, também aplicaram métodos mais tradicionais de comparação de características morfológicas. O resultado é que era mais provável que o nível de variação observado naqueles fósseis se verificasse no seio de uma única espécie.

“Nossa análise estatística mostra que os padrões e a magnitude da variabilidade dos crânios de Dmanisi são semelhantes aos das populações de espécies modernas”, disse Zollikofer. “Embora os cinco indivíduos de  Dmanisi uns dos claramente diferentes uns dos outros, não são mais diferentes entre eles dos cinco humanos modernos ou cinco chipanzés numa dada população. A diversidade no interior de uma espécie é a regra e não uma exceção”, conclui Zollikofer. Os cintistas decidiram, então, designar essa potencial única espécie pelo nome Homo Erectus, por  ser a mais bem documentada e consensual de todas as supostas espécies de homens primitivos cujos fósseis são conhecidos. Essa decisão enterra todas as classificações antigas das supostas espécies de hominídeos que, segundo o evolucionistas, teriam vivido na África e saído de lá há cerca de dois milhões de anos, espalhando-se pela Europa e Ásia.

´”Há duas maneiras de interpretar a diversidade dos hominídeos fósseis”, explicou Zollikofer “A primeira é que existiu apenas uma linhagem de homens primitivos; a segunda é que houve múltiplas linhagens coexistentes”. O estudo deles, porém, tende para a primeira interpretação e não para a segunda.

“Se a caixa craniana e a face do Crânio 5 tivessem sido encontradas separadamente em locais diferentes da África, poderiam ter sido atribuídas a duas espécies diferentes” acrescentou Zollikofer. Mas, visto que os fósseis de Dmanisi provêm indubitavelmente do mesmo ponto no tempo e no espaço – e que parecem ter todos pertencido a uma única espécie de homens primitivos –, o mesmo poderá ter acontecido na África.

A conclusão teve o efeito de uma bomba na comunidade evolucionista. Um paleontólogo citado num artigo jornalístico (também publicado na “Science”, de autoria de Ann Gibbons) recusou liminarmente a ideia de que todos os fósseis africanos possam ter sido Homo Erectus. Já outro é da opinião de que o Crânio 5 parece um Homo Habilis, e um terceiro afirma que, espantado, que o estudo realmente muda tudo.

Criacionismo já dizia

O professor Michelson Borges, autor do site Criacionismo.com, lembra que “os criacionistas vêm dizendo isso a anos, mas quem quis ouvir? Sempre dizemos que os ‘homos’ são simplesmente humanos antigos com a natural variabilidade morfológica que existe entre seres humanos atuais, talvez até alguns com certas deformidades. Mas os evolucionistas, em sua ânsia por criar árvores evolutivas imaginárias, com base em fragmentos de ossos encontrados aqui e acolá, foram capazes de desenvolver toda uma história da ‘linhagem evolutiva humana’ que agora percebem que pode estar totalmente errada. Já imaginou quanto papel e quanta tinta foram gastos para divulgar a história anterior, que não era ‘certa’? O que será feito dos livros didáticos, das enciclopédias e – pior – das cabeças que foram doutrinas e educadas com esse conteúdo e até então tido como verdadeiro?”, pergunta Borges.

“O título dado a notícia pelo jornal ‘Gazeta do Povo’ também é interessante: ‘Crânio de 1,8 milhões de anos sugere que homens viveram de uma única espécie’. Isso também é óbvio para o criacionista: viemos de uma mesma espécie, de uma mesma linhagem, de um casal ancestral que viveu no Éden. Será que em algum momento a hipotética sequência evolucionista do cavalo, por exemplo, reproduzida ad nauseam’ em livros e mais livros, será reavaliada também? Perceberão, como estão percebendo na história do ‘homo’, que se trata simplesmente de diversificação de baixo nível, adaptação (ou ‘microevolução’, como dizem alguns), e não ancestralidade? Fico imaginando quanto ainda pode ser revelado pela pá dos arqueólogos e dos paleontólogos. Os fatos que contradizem o modelo evolucionista só vão se acumulando. Resta saber quando o paradigma vai, finalmente, cair por terra, arremata Borges

Por, Mensageiro da Paz.

2 Responses to Teoria evolucionista sofre duro golpe

  1. Frederico disse:

    Tem basa científica? Para variar, não.
    Procurem o artigo ORIGINAL (A Complete Skull from Dmanisi, Georgia, and the Evolutionary Biology of Early Homo) e estudem. Vão SIMPLESMENTE ver que o que está escrito aqui sobre os crânios de Dmanisi é uma MENTIRA descarada. Reparem que no próprio TÍTULO do artigo a palavra EVOLUTIONARY aparece.

    Tolos! Acreditam em muitas mentiras e não sabem separa-las da verdade.

    • Pedro Gomes disse:

      Se todos esses cientistas hoje buscassem as respostas para sua existência e a existência da humanidade em um só lugar na PALAVRA DE DEUS talvez não teriam que passar por todo esse constrangimento que ficara marcado para sempre em suas vidas. Meu irmão a Bíblia não mente ela é a palavra de Deus.

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