Presbítero é livre duas vezes da morte

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Mãe é recompensada por sua fé e testemunha sobre milagres na vida de seu filho

Presbítero é livre duas vezes da morteO presbítero Gérson de Oliveira (foto 1) é um testemunho vivo da compaixão divina, uma vez que dede a tenra infância o Senhor tem dispensado o seu favor e garantido saúde quando a Medicina já o desenganara. O obreiro é filho do presbítero Alexandre de Oliveira (in memoriam) e Hilda Bertoldo (foto 2), 76 anos, que sempre demonstrou uma fé inabalável no Criador. O pai de Gérson pertencia ao setor 39 – 15 de Novembro ligada à Assembleia de Deus no Belém (SP), na capital paulista, igreja liderada pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa. Levando em conta os milagres registrados nas páginas da Bíblia Sagrada, sem esquecer na recuperação da saúde dos inválidos e ressurreição dos mortos, como aconteceu no lar da viúva de Sarepta (1 Reis 17.17-24), da sunamita (2 Reis 4.32-34) e do homem que tocou nos ossos do falecido profeta Eliseu (2 Reis 13.21)sem esquecer o mais emblemático, a ressurreição de Lázaro (João 11.43, 44).

A saúde de Gérson começou a dar sinais de que nem tudo estava bem em sua infância, a sua mãe revela que aos seis meses de idade, o pequeno manifestou sintomas de uma severa desidratação. O menino foi analisado pelos médicos que receitaram o soro que poderia devolver-lhe a saúde. O sofrimento do filho levou-a a procurar ajuda do pastor Paiva Figueiredo, responsável pela Assembleia de Deus no bairro de Vicente de Carvalho. O obreiro intercedeu junto ao Senhor em favor da saúde da criança e durante o clamor, o menino chorou e transpirou muito, de modo que encharcou a roupinha que utilizava. O pastor aconselhou o casal a alimentá-lo e aguardar o agir de Deus. A criança não apresentou mais nenhum sintoma de desidratação, e cresceu com saúde.

Mas ao completar 24 anos em 1989, mais uma vez o seu organismo foi alvo de uma enfermidade fatal: a leucemia. Os médicos que o examinaram não lhe deram esperanças e o estágio era terminal, inclusive disseram que em seu caso somente um milagre o salvaria.

Os especialistas explicam que a leucemia é uma doença que ataca os glóbulos brancos (leucócitos) e cuja origem, na maioria dos casos, desconhecida. A principal característica é o acúmulo de células jovens (blásticas) anormais localizadas na medula óssea, que acabam por substituir as células sanguíneas normais. As células sanguíneas são formadas na medula, que ocupa a cavidade dos ossos, conhecida popularmente por tutano. Neste local são encontradas as células mães ou precursoras, que dão origem aos elementos do sangue: glóbulos brancos, glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e plaquetas.

Os sintomas mais relevantes da Leucemia são resultado do acúmulo dessas células na medula óssea. De acordo com os especialistas, o processo impede ou prejudica a produção dos glóbulos vermelhos (anemia), dos glóbulos brancos (infecções) e das plaquetas (hemorragias). A rápida progressão da doença e seu diagnóstico fazem com que o paciente inicie o tratamento, juntamente com a classificação da doença.

Os médicos explicam que geralmente a causa da leucemia é desconhecida, o tratamento visa tão somente destruir as células leucêmicas, com o objetivo de que a medula óssea volte a produzir células normais. Mas para que o paciente alcance a cura total da leucemia é administrada a associação de medicamentos (poliquimoterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da enfermidade no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal).

Nesse momento de sua vida, ele havia sido contratado por uma empresa, tendo sido considerado apto para exercer as suas funções com autorização por escrito do médico que o examinara. Porém, depois de uma semana, passou a sentir febre intermitente e ter hematomas por todo o corpo. A severidade da doença o deixou com o semblante abatido. “Algumas pessoas de meu convívio chegaram a afirmar que eu estava com Aids”, lembra.

Quando os familiares decidiram levá-lo ao médico, o jovem manifestou ao pai o seu interesse em voltar aos apriscos do Senhor.

“Quando meu filho foi desenganado fiz um voto ao Senhor: se meu filho saísse daquela UTI com vida e curado, esse relato seria publicado de modo que outras vidas pudessem ser alcançadas e edificadas através dele”, revela a sua mãe Hilda.

A mãe recorda quando Gérson permaneceu 30 dias internado, em estado crítico, de modo que foram necessários 10 doadores de sangue. Mas no momento em que Gérson foi agraciado com a cura divina, ele encerrou por conta própria o tratamento quimioterápico. A sua mãe lembra do ocorrido.

“Quando ele saiu do hospital, eu agradeci a Deus, mas o tratamento prosseguiu, com a administração da quimioterapia, mas o meu filho compareceu ao local uma única vez para submeter-se ao procedimento. Gérson disse que fora curado por Deus, portanto, não precisava mais dos medicamentos. Passou um ano e meu filho não apresentou nenhum tipo de problema orgânico”, conta Hilda.

Hoje Gérson de Oliveira está com 52 anos, está casado, pai de duas filhas e com dois netos. A esposa não comungava a fé evangélica mas aceitou a Jesus como Salvador pessoal, sendo a atual dirigente do Círculo de Oração da igreja paulista.

A idosa é só gratidão com a cura do filho, mesmo depois de quase 30 anos do ocorrido. “Quando o Senhor realiza algo na vida do ser humano, Ele faz a obra completa. Eu acreditei que Deus nos concederia essa graça. Jamais perdi a esperança, porque essa foi a segunda vez que o Senhor me deu ele de volta”.

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