Livre da morte e amputação da mão

Ação divina dá livramento a Johnathan Ouverney, vítima de acidente no trabalho

A vida do jovem Johnathan Ouverney Quintanilha, na época, membro da Assembleia de Deus em Salinas, distrito de Nova Friburgo, região serrana do estado do Rio de Janeiro, sofreu um revés ao sofrer um acidente em seu ambiente de trabalho e cujas consequências levaram os médicos a desenganá-lo e indicar a necessidade de amputar a sua mão direita por causa da gravidade do acidente. Mas antes, ele havia sido alertado pelo próprio Deus que algo aconteceria, mas que fazia parte do plano divino em sua vida. Johnathan lembra exatamente como o Senhor falara e que mais tarde serviu para corroborar a sua confiança no Altíssimo. “Era o dia 5 de dezembro de 2010 e eu estava em um culto programado pelo Departamento Feminino na Assembleia de Deus em Olaria, bairro de Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro. No momento da mensagem da Palavra de Deus, a preletora foi instrumentalizada pelo Senhor e alertou que alguém naquela reunião seria vítima de um acidente, considerando que ela mesma não sabia qual área do corpo seria atingida, mas que alguém seria conduzido ao hospital porque Deus queria realizar algo”.

Não muito tempo depois deste vaticínio, no dia 6 de janeiro de 2011, Johnathan trabalhava na loja Cânticos de Sião, especializada em produtos evangélicos, instrumentos musicais e eletrodomésticos quando por volta das 18h30 ele foi verificar um produto na estante a pedido de um cliente. O jovem abriu a vitrine que soltou-se e desabou sobre sua mão direita que produziu um grave ferimento em seu pulso. “O acidente resultou no corte de três dedos, incluindo os nervos palmar, mediano e radial. Naquele instante eu perdi muito sangue. Imobilizaram o meu punho e conduzido ao Hospital Municipal Raul Sertã, em Nova Friburgo, dando entrada na emergência”.

Já no hospital, os profissionais realizaram os procedimentos de limpeza do local acidentado, mas apesar do empenho dos enfermeiros, eles não conseguiam estancar a hemorragia, uma enfermeira entrou em contato com a diretoria do hospital e disse que não seria responsável por um óbito. Imediatamente, Johnathan foi encaminhado para o centro cirúrgico, mas não havia médicos no plantão e a enfermeira local também não quis “responsabilizar-se por um óbito”. “Quando ouvi essa sentença, eu clamei a Deus por misericórdia, a enfermeira observou-me e chamou pelo nome (ela é irmã do pastor Edney Schuindt, líder da 5ª Assembleia de Deus na cidade de Nova Friburgo). A profissional pediu ao maqueiro que me conduzisse para dentro da sala de cirurgia. O procedimento foi realizado ao longo de duas horas. Quando cheguei ao quarto a minha mãe e o gerente da loja onde trabalho já aguardavam-me. O médico disse que a equipe empenhou-se o máximo que pôde, mas eu precisava ainda submeter-me a outra intervenção a fim de ligar os nervos cortados”.

Mas ao dar entrada no setor de Ortopedia, Johnathan sentiu o corpo tremer na maca e um frio agonizante começou a subir de seus pés até a cabeça. Logo todo o corpo foi tomado por aquele frio sobrenatural. “Naquele momento eu ouvi uma voz assustadora que dizia o seguinte: ‘Johnathan, você pode morrer, mas se sobreviver, você ficará aleijado, será rejeitado tanto na igreja como na sociedade, e todas as promessas que o teu Deus te fez, não serão concretizadas, ninguém vai querer um deficiente’”.

A agonia produzida por aquela voz terrível cedeu lugar a tranquilidade de uma voz doce mas poderosa que lhe disse o seguinte: “Johnathan você lembra de Mefibosete que foi um homem aleijado de ambos os pés? Eu não me esqueci dele e não me esquecerei de você. Todos poderão esquecer de você, mas Eu não”. Enquanto Deus lhe falava ao coração, o jovem lembra que seu corpo aquecia e o culto no qual o Senhor vaticinou o acidente: “Alguém vai dar entrada no hospital”. Enquanto permaneceu internado, o Senhor instrumentalizou um pastor que o visitou e lhe disse que Ele solucionaria o que a Medicina não foi eficaz.

No dia 14 de novembro, o paciente foi liberado pelos médicos para voltar para casa, o argumento utilizado pelos profissionais foi de que ele corria o risco de contrair uma infecção hospitalar, mas depois de indas e vindas nos hospitais e até ameaça de amputação, Johnathan deu entrada no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) no Rio de Janeiro (RJ), no dia 27 de novembro de 2017.

O paciente foi examinado por uma junta médica e conduzido à sala de cirurgia onde permaneceu por quatro horas e meia. De acordo com Johnathan o tumor já não era mais agressivo, restando aos profissionais rasparem os nervos comprometidos. O jovem voltou ao quarto por volta das 17h30, mas à meia noite, ele acordou com manifestações divinas que o despertaram.

“Eu acordei com a porta do quarto sendo aberta, mas eu imaginei que fosse um enfermeiro, a porta fechou, voltei a dormir, nesse momento eu contemplei alguém dentro de meu quarto, eu não consegui ver o rosto mas sabia ser um homem, ele olhou para mime disse: ‘Johnathan a minha vinda é resultado das lágrimas e orações da minha Igreja’, nesse instante eu apaguei”.

Atualmente Johnathan é casado com Fernanda Moreira da Silva e trabalha na mesma loja, ele já gravou um CD (produção independente) e conduz a congregação de Varginha do campo eclesiástico da Assembleia de Deus em Salinas, distrito de Nova Friburgo (RJ), foi destacado para exercer o diaconato e pretende organizar uma escola de música em Varginha, onde mora, além de oferecer assistência social aos moradores. “Eu permaneci deficiente, mas rendo graças ao Senhor porque Ele curou-me do tumor. Hoje em dia eu estudo e toco violino na orquestra de minha igreja, apesar de apresentar limitações como consequência do acidente”.

“Nós louvamos ao Senhor pelo livramento concedido ao nosso irmão Johnathan Ouverney que continua em plena atividade na loja onde trabalha e em nossa igreja como responsável de uma de nossas congregações”.

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