Em eleição acirrada, mais uma vez voto evangélico faz diferença

Conheça o que pensam os principais candidatos sobre questões de interesse dos evangélicos e algumas de suas propostas para o país

Em eleição acirrada, mais uma Conheça o que pensam os principais candidatos sobre questões de vez voto evangélico faz diferençaMais uma vez, estamos diante de uma eleição decisiva para o nosso país, onde os rumos da nação podem ser mudados, e o voto evangélico, que representa pelo menos 25% da população brasileira, será outra vez determinante. Nesta edição, como em todas as outras às vésperas da eleição presidencial nas últimas duas décadas, o Mensageiro da Paz traz uma matéria especial apresentando o perfil resumido dos principais candidatos na disputa, seguindo a ordem de suas posições nas últimas pesquisas antes do fechamento desta edição. Cada perfil traz a posição do candidato em relação a questões morais e sociais de interesse dos evangélicos, além de apresentar uma ou outra proposta principal do candidato em outras áreas. Seguem os perfis abaixo. E que Deus dê discernimento à nação brasileira para que se concretize a melhor escolha dentro das atuais circunstâncias. E que os melhores parlamentares sejam escolhidos também, sobretudo homens e mulheres de Deus. Oremos pelo Brasil!

Jair Bolsonaro – Aos 63 anos, Jair Messias Bolsonaro, paulista radicado no Rio de Janeiro, é um católico casado com uma evangélica, Michelle de Paula Firmo, membro da Igreja Batista Atitude e ex-membro da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, do pastor Silas Malafaia. Ele é o único de todos os candidatos à Presidência a se declarar 100% pró-Israel, já tendo declarado, inclusive, em entrevista à Globo News em 3 de agosto, que, se eleito, transferirá a embaixada do Brasil em Tel Aviv para Jerusalém, como fizeram os Estados Unidos recentemente. Seus lemas de campanha são “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” e “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8.32).

Bolsonaro é o parlamentar brasileiro com mais influência nas redes sociais. Defensor do regime militar, teve como seus primeiros apoiadores, no início de sua carreira política, principalmente militares. Em seus 29 anos de vida parlamentar, já foi filiado a oito partidos diferentes, sendo conhecido por ser mais fiel às suas convicções pessoais do que às lideranças do seu partido.

Bolsonaro surgiu no cenário nacional quando, em setembro de 1986, como capitão do Exército brasileiro, concedeu entrevista à revista Veja reclamando dos baixos salários das Forças Armadas. Por causa da entrevista, ele ficou 15 dias preso no quartel, ocasião em que recebeu quase 200 cartas de solidariedade pela sua posição. Desde então, passou a ser perseguido pela cúpula das Forças Armadas, tendo sido até mesmo acusado de ter elaborado um plano para explodir um duto do Rio Guandu, o que foi divulgado por uma repórter da revista Veja como sendo informação verdadeira. Um conselho formado por três coronéis e instituído pelo ministro Leônidas Pires Gonçalves, desafeto público de Bolsonaro por ter chamado os militares de “Uma classe de vagabundos mais bem remunerada do país”, condenou o capitão, mas o Superior Tribunal Militar o absolveu logo em seguida, comprovando por laudo técnico que Bolsonaro não desenhara o tal plano para explodir o duto. Como resultado, a repórter de Veja foi demitida pela falsa acusação e Bolsonaro permaneceu em suas funções como capitão, até que, em 1988, entrou na reserva para se candidatar e ser eleito à Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Dois anos depois, concorreu à Câmara Federal, vencendo novamente. De lá para cá, foram sete mandatos seguidos como deputado federal. Em 2005, Bolsonaro foi condecorado com a maior comenda do Exército brasileiro, a Ordem do Mérito Militar.

No Congresso, Bolsonaro se destacou pela defesa dos interesses dos militares, pela sua paixão nacionalista, pelo combate a ideais comunistas e de esquerda, pela defesa da família e da Operação Lava Jato, e por ser contra a anistia para crimes de “caixa dois”. Apesar de ter apresentado 171 projetos como deputado, por falta de apoio, teve apenas três aprovados: a isenção de IPI para bens de informática, a emenda constitucional que instituiu o voto impresso e a autorização do uso de fosfoetanolamina no Brasil. Nunca se envolveu comprovadamente em nenhum esquema de corrupção em seus quase 30 anos de vida política. Ele ganhou ainda mais notoriedade nacionalmente, inclusive no meio evangélico, por ter se tornado um dos maiores opositores à proposta de se implantar o chamado “Kit Gay” nas escolas do Brasil para crianças a partir dos 6 anos de idade. Seus embates com parlamentares de esquerda no Congresso Nacional, com bate-bocas acalorados, acabaram atraindo a atenção principalmente de jovens, que se identificavam com seu tom despojado e combativo. Por outro lado, mesmo evangélicos que apoiam as causas defendidas por Bolsonaro se incomodavam com seu tom forte. Entretanto, a partir do momento que seu nome cresceu nas pesquisas para Presidência da República, o deputado fluminense passou a diminuir o tom mais agressivo de seu discurso, mas sem voltar atrás em suas posições, o que fez com que começasse a ser mais aceito. Mesmo assim, por declarações destemperadas do passado, sobre muitas das quais o deputado já se manifestou arrependido, ele ainda é visto com reservas por alguns evangélicos.

Bolsonaro é o único de todos os candidatos assumidamente conservador, defendendo o livre mercado na Economia (no passado, Bolsonaro foi de viés mais estatista) e os valores conservadores na área social, se opondo ao “casamento” homossexual, à legalização do aborto, ao “Kit Gay”, à ideologia de gênero e à liberação das drogas. É a favor da diminuição da maioridade penal e do fim do Estatuto do Desarmamento.

Marina Silva – Aos 60 anos, a acreana Marina Silva é assembleiana há 20 anos, congregando na Assembleia de Deus do Novo Dia, em Brasília (DF). Em relação ao aborto, ela tem uma posição contraditória: é pessoalmente contra, mas, ao mesmo tempo, contra penalizar quem o pratica. Em um vídeo publicado oficialmente em um dos canais do seu partido (Rede) no Youtube (Canal Mais um na Rede) em 12 e maio de 2016, ela declara: “Na questão do aborto, eu não me somo àqueles que ficam satanizando e aos que têm teses dizendo que é o caminho. Eu prefiro ir para o embate. Não defendo [o aborto] por questões filosóficas, éticas e religiosas. Eu não o defendo porque eu defendo a vida. [Mas] Não acho que uma mulher que teve que lançar mão de uma situação extrema como essa deva ir para cadeia. Uma pessoa como essa precisa de acolhimento. Precisa de todo o respeito em relação à sua condição, e a maioria das pessoas que fazem essa escolha paga um preço emocional muito grande na maioria das vezes”. Marina sugere um plebiscito no Brasil sobre esse assunto. Ela também defende – como em entrevista à revista Veja em 23 de junho deste ano – um plebiscito para decidir se a maconha deve ser legalizada.

Em relação ao “casamento” gay, há quatro anos ela havia declarado ser a favor da “união civil homossexual”, considerando casamento propriamente dito apenas a união entre um homem e uma mulher. Porém, quatro anos depois, seu programa oficial de governo prevê “o direito ao casamento homoafetivo”. Lembrando que, nas eleições de 2014, o programa de governo de Marina falava originalmente em “apoiar propostas de defesa do casamento igualitário” e apoiava o PLC 122/06, que classifica a homofobia como crime. Entretanto, após críticas oriundas especialmente do meio evangélico, a primeira parte do texto foi mudado para “garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo” e a segunda foi mudada para “normatizar e especificar o conceito de homofobia no âmbito da administração pública e criar mecanismos para aferir os crimes de natureza homofóbica”. Agora, porém, Marina saiu de cima do muro, apoiando o “casamento” gay. Ela também se declara a favor de adoção de crianças por “casais” homossexuais.

Quanto à ideologia de gênero, Marina nunca se pronunciou oficialmente a respeito, mas aparentemente é a favor, porque seu partido desde 2016 adota a chamada “linguagem de gênero neutro” (uso do “x” em vez do “a” e “o” com o objetivo de designar sexo neutro), baseada na ideologia de gênero, e em 2017 se declarou oficialmente contra a retirada da ideologia de gênero da versão final da base nacional curricular do Ministério da Educação.

Na área econômica, Marina Silva propõe um meio-termo entre o liberalismo econômico e o estatismo, posição que ela denominou de “Estado necessário”, que no final das contas acaba sendo mais estatista que liberal. Marina é fervorosamente a favor do desarmamento, tendo gravado em 2016 um vídeo dizendo-se contrária a qualquer mudança no Estatuto do Desarmamento; e é terminantemente contra a redução da maioridade penal.

Ciro Gomes – Com 60 anos, o paulista Ciro Gomes, que desde os 4 anos vive no Ceará, já foi deputado estadual naquele estado, prefeito de Fortaleza e governador do Ceará, além de ministro da Fazenda no governo Itamar Franco (por quatro meses) e ministro da Integração Nacional do Brasil no governo Lula (2003-2006). Atualmente no PDT, ele se define ideologicamente como de esquerda. É declaradamente a favor de um “Estado forte”. Também é extremamente crítico da Lava Jato e a favor da soltura do ex-presidente Lula. Ciro Gomes é a favor da descriminalização do aborto. Em entrevista à Folha de São Paulo, publicada em 17 de fevereiro de 2008, ele afirmou que “o aborto deve ser uma decisão da mulher. O Estado não tem nada a ver com essa decisão”, e em entrevista ao El País, publicada em 10 de agosto de 2017, reiterou, afirmando que “o corpo da mulher a ela pertence, não é assunto de Estado, portanto o aborto é uma questão de saúde pública”.

Na mesma entrevista ao El País, disse Ciro Gomes: “Qual é minha opinião sobre a união homoafetiva? Considero justa toda forma de amor, para usar o verso do grande Lulu Santos. E a comunidade LGBT do Ceará me conhece de perto. Muito de perto. Muito. Apoio financiamento para concurso miss gay, tudo! Zero problemas! Muito recentemente fui num show lá numa boate gay, maravilhoso”. E acrescentou que, se eleito, seu governo “será protagonista de uma cultura de tolerância, de respeito à diversidade, de agasalhar as pessoas sofridas”. Quando a Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou o “casamento” gay por 5 votos a 4, Ciro Gomes aplicou o filtro com as cores da bandeira gay na foto de seu perfil no Facebook.

Quanto à legalização das drogas, ele é contra legalizar a venda, mas a favor de legalizar o consumo pelo usuário. Em entrevista ao programa Gordo a Go-Go na MTV em maio de 2002, ele afirmou: “O usuário, para mim, não comete crime nenhum, mas não devemos legalizar as drogas. Maconha é ilegal, cocaína é ilegal, crack é ilegal. Mas usar crack não é crime, é doença, e a ser tratada com carinho, hospital e assistência médica”. Na entrevista já mencionada de 2008 ao jornal Folha de São Paulo, ele disse que é tanto contra uma política de tolerância zero contra as drogas quanto contra a descriminalização total das drogas. Ciro Gomes é a favor da manutenção do Estatuto do Desarmamento e contra a redução da maioridade penal.

Geraldo Alckmin – O paulista Geraldo Alckmin, 66 anos, tenta pela segunda vez a Presidência da República pelo PSDB, partido do qual é um dos fundadores. Antes ele era do PMDB, hoje MDB. Com carreira política de quase 50 anos, Alckmin, que é sobrinho de um ex-ministro do STF, foi vereador por Pindamonhangaba (SP) de 1972 a 1976, sendo eleito presidente da Câmara já no seu primeiro mandato; foi prefeito de Pindamonhangaba de 1976 a 1980; e eleito deputado estadual em 1982 e deputado federal em 1986, sempre pelo PMDB. Em 1990, já pelo PSDB, foi eleito novamente deputado federal por São Paulo. Nesse segundo mandato na Câmara Federal, Alckmin se tornou conhecido nacionalmente por ter sido o autor do projeto que criou o Código de Defesa do Consumidor.

Em 1994, foi eleito vice-governador de São Paulo na chapa de Mário Covas, chapa esta reeleita em 1998. Em 2000, Alckmin se licenciou do cargo para se candidatar à Prefeitura de São Paulo, perdendo aquela eleição, na qual ficou em terceiro lugar. Em 2001, com a morte de Covas, assume o governo de São Paulo; e em 2002, é eleito governador de São Paulo. Em 2006, lança-se candidato à Presidência da República, perdendo no segundo turno para o então presidente Lula. Nessa eleição, Alckmin conseguiu o feito negativo de ser o primeiro político na história a ter menos votos no segundo turno do que no primeiro turno. Dois anos depois, ele ainda perderia a eleição para a prefeitura de São Paulo. Porém, ao se lançar candidato novamente ao governo do Estado, seria eleito em 2010 e reeleito em 2014.

Em relação ao aborto, em entrevista de 2006 à Folha de São Paulo, Alckmin se disse contra a liberação. Ele defende que a legislação fique como está: aborto só em caso de estupros e para salvar a vida da mãe (anos depois dessa entrevista, seria aprovado também pelo STF o aborto no caso de anencefalia). Em relação às drogas, na mesma entrevista, ele se disse totalmente contra a legalização. Ele é, no entanto, a favor da união civil homossexual e do patrocínio do Estado a Paradas LGBT, como fez várias vezes quando governador de São Paulo.

Em maio do ano passado, o governo Alckmin instituiu a ideologia de gênero nas escolas públicas do Estado, estabelecendo, conforme anunciado à época por sua Secretaria de Educação, que “todos os alunos devem usar o banheiro de acordo com o gênero que se reconhecem. As escolas devem seguir a lei estadual nº 10.948 [aprovada também durante a gestão – e com o apoio – de Alckmin], que versa sobre discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero. Direito garantido aos alunos paulistas, já chega a 365 o número de estudantes que usam o nome social”.

Alckmin é a favor do Estatuto do Desarmamento, embora tenha recentemente – aparentemente como uma forma de atrair eleitores do líder nas pesquisas de intenção de voto (Bolsonaro) – afirmado que estava cogitando flexibilizar o porte de armas para as pessoas da área rural, conforme matéria do jornal Estado de São Paulo de 17 de maio deste ano. Em relação à redução da maioridade penal, Geraldo Alckmin é contra, preferindo defender apenas o aumento do tempo de internação de 3 para 8 anos para os menores que cometerem crimes hediondos.

Em relação à economia, Alckmin é de viés estatista. Ele também é criticado por formar em sua campanha um “Centrão”, que reúne nomes da velha política; e por ter contra ele ou pessoas ligadas a ele várias acusações, inclusive um inquérito que está sendo apreciado na Justiça Eleitoral por uso de mais de 10 milhões de reais de “caixa dois” em campanha eleitoral, conforme investigações da Lava Jato.

Álvaro Dias – Aos 73 anos, o senador, paulista radicado no Paraná e ex-professor de História Álvaro Dias tem exatos 50 anos de carreira política, tendo iniciado como vereador de Londrina de 1968 a 1971 pelo MDB. De 1971 a 1972, foi deputado estadual; de 1975 a 1983, deputado federal; de 1983 a 1987, senador; e de 1987 a 1991, governador do Paraná, sempre pelo PMDB. Em 1994, após perder eleições pelo PST e PP, se filiou ao PSDB. De 1999 até hoje, tem sido reeleito senador pelo PSDB, tendo estado fora do partido somente de 2002 a 2003, quando esteve no PDT após ter sido expulso do PSDB por assinar requerimento em favor da criação de uma CPI da Corrupção contra o governo Fernando Henrique Cardoso. Já foi do PV e hoje é do PODEMOS.

Álvaro Dias é contra a descriminalização do aborto, defendendo que a legislação sobre o assunto fique como está. Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo e à Record News Paraná, ambas em 2014, se declarou a favor do “casamento” homossexual. No entanto, se manifestou contra as demonstrações de desrespeito à religiosidade que ocorreram durante a Parada Gay de São Paulo em 2015. Sobre a legalização das drogas no Brasil, é totalmente contra. “Sou rigorosamente contra. A liberalização certamente aumentaria o consumo. E nós não temos estrutura para recuperar os viciados”, afirmou em entrevista ao jornal Gazeta do Povo em dezembro de 2017.

Álvaro Dias também defende a redução da maioridade penal para 15 anos de idade, como afirmou em tribuna no dia 13 de junho de 2013. Também na tribuna do Senado, em 15 de fevereiro deste ano, se disse a favor da manutenção do Estatuto do Desarmamento, podendo eventualmente ser favorável a alguma flexibilização pontual em alguns casos. Ele defende uma política econômica entre o livre mercado e a redistribuição de renda. Em entrevista ao site O Antagonista em 17 de julho de 2017, ele se disse inspirado nas ideias de centro de Macron, atual presidente da França, incorporando “ideais de direita e de esquerda” em seu futuro governo.

Henrique Meirelles – Aos 73 anos, o goiano Henrique Meirelles é o candidato oficial do governo à Presidência pelo MDB. Ele é um executivo da área financeira com grande experiência internacional e ex-ministro da Fazenda. Ele foi presidente do Bank Boston, onde trabalhou por 28 anos, e do Banco Central do Brasil de 2003 a 2011, durante o governo Lula. Na área econômica, é um defensor do liberalismo econômico, porém, na área social, em vez de esposar valores conservadores, é igualmente liberal. Em entrevista à revista Isto É em junho deste ano, por exemplo, Meirelles afirmou ser favorável à descriminalização da maconha. Disse ele: “Acho que a maconha é uma questão de direito individual. Não devemos penalizar e criminalizar o consumidor. Principalmente se for para uso medicinal. Maconha eu liberaria, mas dentro de algumas restrições. […] Cocaína, sim, tem que ser criminalizada”. Na mesma entrevista, o candidato disse ser contra baixar a maioridade penal e a favor da legalização do aborto para casos de gravidez na adolescência, e não apenas para os casos de estupro, para salvar a vida da mãe e anencefalia, que são os casos já permitidos em lei.

Perguntado sobre seu posicionamento em relação ao “casamento” homossexual, Meirelles reafirmou, em entrevista ao site EM.com.br em 6 de maio deste ano, que tem “posição liberal, em geral, nos costumes”. Ele disse “preservar os valores da família” e “os valores das diversas religiões”, mas também defender “a liberdade individual das pessoas”, de maneira que respeita “o direito daquelas religiões que são contra o aborto e o casamento de homossexuais”, mas arrematou: “Por outro lado, sou liberal e acredito na liberação de costumes. O Estado não deve intervir”. Ou seja, ele é a favor da liberação do “casamento” homossexual, sendo contrário apenas à prática desse “casamento” ser imposta sobre todos os grupos religiosos. Quanto a qualquer flexibilização do Estatuto do Desarmamento, Meirelles já se declarou contra. Ele também é contra a redução da maioridade penal. Quanto à ideologia de gênero, não se posicionou a respeito até agora.

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