Ela foi desenganada, perderia fala e movimentos, mas Deus mudou quadro

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Loide de Souza sofria de má formação congênita que agravaria efeitos do Acidente Vascular Cerebral, mas, após oração, situação foi revertida

thumbs70e3A irmã Loide de Souza Andrade, membro da Assembleia de Deus em Curitiba (PR), teve o privilégio de nascer em um lar evangélico e ser batizada com o Espírito Santo ainda criança. Apesar de ter presenciado o agir sobrenatural de Deus inúmeras vezes em sua caminhada, estava para acontecer algo a partir do dia 21 de dezembro de 2011, diferente de tudo o que vivera, e seria um marco espiritual em sua vida.

Durante a tarde deste dia, após uma confraternização do Círculo de Oração na congregação de Vila Germano, irmã Loide voltou para casa sentindo fortes dores de cabeça. A dor foi se intensificando até que ela fosse levada ao hospital, onde sua família recebeu o diagnóstico: “O estado dela é gravíssimo”. O culto de Natal naquela noite, na igreja, bem como a vigem em família no dia seguinte, foram transformados em verdadeiras reuniões de clamor e oração pela vida de Loide.

Segundo relata seu esposo, pastor Gilmar Antonio de Andrade, a irmã Loide foi atendida de imediato e os exames constataram um AVC hemorrágico, popularmente chamado de derrame. Ele conta que havia uma preocupação muito grande entre os médicos, pois o caso dela era ainda mais delicado. “Eles descobriram que ela possuía uma má formação congênita, exatamente do lado em que houve a hemorragia. Disseram que isso já poderia ter acontecido até mesmo na sua infância ou adolescência. Vimos aí mais uma vez a mão de Deus a livrando desde cedo e agora não seria diferente”, afirma o pastor.

Após realizarem um procedimento emergencial para diminuir a hemorragia, marcaram uma delicada cirurgia para o dia 23 de dezembro. O médico que rira fazer a cirurgia explicou com pessimismo a complexidade do quadro em que a irmã Loide estava.

O pastor Gilmar conta que nesse momento lembrou das inúmeras promessas do Senhor para ela e cria firmemente que Ele as cumpriria. “Então, eu disse tudo isso ao médico. Pedi para que ele não se preocupasse, pois o Deus Todo Poderoso estava no controle da vida da minha esposa, e que daria tudo certo”, lembra o pastor, que, com o conhecimento do grupo, orou por ele e sua equipe médica, que faria a cirurgia.

Chegando o dia marcado, a irmã Loide permaneceu no centro cirúrgico por 10 horas. Durante todo esse período, um grupo de aproximadamente 40 irmãos intercedia por ela sem cessar dentro do hospital, enquanto fora dele toda a igreja em Curitiba também clamava ao Senhor por um milagre.

Ao final da cirurgia, a irmã Loide foi levada à UTI em coma induzido, permanecendo por 16 dias dessa maneira e com alto risco de morte, já que teve inchaço na cabeça e infecção pulmonar. A perspectiva médica era de que, “caso ela voltasse do coma, não teria mais os movimentos do lado direito do seu corpo e nem mesmo a sua fala”. Mas, o pastor Gilmar dizia com fé a esses médicos: “Essas palavras não se cumprirão, porque servimos a um Deus poderoso”.

Enquanto seu esposo enfrentava essa guerra, a irmão Loide travava uma luta bem diferente. Ela conta que, durante o coma, viu os irmãos que já tinham partido para a glória e tinha o desejo de atravessar o rio que os separavam para se juntar a eles. “Era um lugar muito lindo, uma luz radiante, não tinha sol, mas essa luz era muito linda, algo que não dá pra descrever. Sentia muita vontade de ir, mas eu ouvia uma voz forte que me dizia: ‘Não! Você ainda não vai! E eu obedeci, mesmo só ansiando por aquele lugar’”.

No dia 7 de janeiro, a irmã Loide recebeu alta para o quarto. “Seus movimentos, assim como a sua voz, voltaram e suas primeiras palavras foram ‘Glória a Deus!’”, lembra o esposo. Apesar da melhora milagrosa, faltava ainda realizar um exame chamado arteriografia para atestar definitivamente sua cura. Antes mesmo de realiza-lo, um médico afirmou que ela deveria ainda passar por uma nova intervenção cirúrgica, pois a lesão certamente estaria presente. “Oramos mito e, após a realização do exame, o mesmo médico veio até nós com o resultado. Lembro que ele usou, surpreso, a expressão ‘zerou tudo’. Falamos a ele quem era o autor desse milagre e pedi para orar por ele. Tentamos aproveitar todas as oportunidades para testemunhar o quanto nosso Deus é poderoso”, diz o pastor Gilmar. No mesmo momento, a irmão Loide recebeu alta, numa sexta-feira 13 mais do que abençoada, em janeiro de 2012.

“Hoje, praticamente 100% recuperada, ela conta a maior lição que tirou de tudo isso. “Nós estamos no caminho certo, que é Jesus Cristo! Nós precisamos permanecer nesse caminho e levar mais gente até Ele, ganhar almas para o Reino de Deus”.

“Agradecemos a Deus todos os dias, agradecemos também ao nosso pastor Wagner Gaby e sua esposa, irmã Maria Gaby, que tanto nos apoiaram, bem como a todos aqueles que estiveram orando nesse momento tão difícil. Essa vitória é de todos nós. Louvado seja o nosso Deus”, frisa o casal.

Por, Renata Santos

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