De olho em Israel e nas profecias

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Desenvolvimento da nação e acontecimentos ao seu respeito apontam para o arrebatamento

De olho em Israel e nas profeciasÉ sabido que Israel, como nação, serve aos interesses divinos como um ponto de referência acerca dos eventos relativos à condução dos acontecimentos da raça humana. O Senhor Jesus, em Seu discurso aos discípulos, afirmou que a nação judaica é o relógio escatológico que indica a aproximação do arrebatamento da Igreja, quando os fiéis serão levados deste mundo e ficarão para sempre com o Senhor (1 Tessalonicenses 4.17). “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (Mateus 24.32-33). Esta mesma figueira tem rebentado em frutos e, pelo que parece, com muita velocidade.

Em território do Estado de Israel, a mensagem cristã ainda é ignorada pela maioria da comunidade judaica, mas Jesus Cristo já é reconhecido como Messias por mais de 350 mil judeus espalhados por todo o planeta. Esse seleto grupo é conhecido por “messiânico”. Em Israel, a comunidade é menor ainda. As estimativas indicam 10 a 20 mil indivíduos. Os especialistas afirmam que o aparecimento de judeus seguidores de Cristo aconteceu a partir da criação do Estado de Israel, em 1948.

“Somente depois que o Estado de Israel foi criado, alguns poucos judeus, de alguma maneira, tiveram acesso ao Novo Testamento e viram que Jesus era judeu e Messias. Isso aconteceu somente com a revelação do Espírito Santo. Ninguém os evangelizou”, explicou a colombiana Diná, voluntária no kibutz Yad-Hashmona, nas montanhas da Judeia. Lá judeus e gentios compartilham a fé em Jesus e nas Sagradas Escrituras—tanto o Antigo como o Novo Testamento.

A voluntária revelou que, no início, os convertidos foram assimilados ao cristianismo gentílico, no que resultou na perda de sua identidade judaica. Com o passar do tempo, esse grupo resgatou suas origens e voltou a observar as tradições judaicas, pois eles compreenderem que Jesus participou desse contexto cultural em Sua encarnação.

“Eles são muito similares a nós, em seu dia a dia, em sua fé e em sua teologia. Mas eles procuram guardar as festividades da Torá, como o Shabat (dia do descanso). Entre eles também há diferentes correntes e interpretações, mas basicamente muito similares aos cristãos”, explica Diná.

Mas a escolha por Jesus trouxe consequências para essa comunidade, uma vez que não são reconhecidos como judeus pelo governo de Israel para efeitos da “aliá” (imigração de judeus a Israel) por causa da Lei do Retorno (uma das mais importantes leis do Estado Hebreu, uma vez que concede o direito de residência e cidadania a qualquer judeu, originário de qualquer país do mundo). As autoridades consideram aptos os filhos ou netos de judeus que comungam o judaísmo de forma irrestrita. Os judeus messiânicos não evangelizam nos lugares públicos como acontece em países latino-americanos, devido a antipatia dos conterrâneos à mensagem cristã.

Judeus voltam para o Oriente Médio com ajuda dos cristãos

Atualmente o retorno dos judeus para Israel tem se intensificado, como cumprimento das profecias bíblicas quanto ao fortalecimento da nação no Oriente Médio, porém a comunidade cristã tem participado desse processo ao investir na “aliá” judaica. Segundo informações divulgadas pela CBN News, dentre mais de 28 mil judeus que foram morar em Israel em2017, pelo menos 8,5mil receberam ajuda através de doações de cristãos.

“Depois de 2 mil anos de opressão e perseguição, hoje os cristãos se oferecem para ajudar aos judeus”, observa o rabino Yechiel Eckstein, presidente da Irmandade Internacional de Cristãos e Judeus, organização que arrecada dinheiro de evangélicos pelas causas judaicas. Os cristãos apoiam Israel de várias maneiras, sendo as instituições de caridade responsáveis por arrecadarem milhões de dólares de evangélicos por todo o planeta, o grupo representa 13% do turismo de Israel.

“Quando eu digo que não temos maiores amigos do que os apoiantes cristãos de Israel, é porque sei que vocês sempre estiveram conosco”, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em Washington, capital dos Estados Unidos, diante de um público evangélico.

Apesar da boa vontade dos evangélicos em ajudar, todavia ainda existe uma grande desconfiança por parte dos israelenses, isto porque muitos afirmam que o apoio decorre da crença de que Israel serve como um“relógio para a volta de Jesus”.

Embaixada da Guatemala em Jerusalém

A embaixada da Guatemala em Israel será transferida de Tel Aviv para Jerusalém, o anúncio foi realizado pelo presidente do país, Jimmy Morales que indicou o mês de maio, dois dias depois que os Estados Unidos fizer o mesmo com a sua representação diplomática. O presidente guatemalteco é evangélico e fez o anúncio em uma conferência em Washington (EUA). “Dei instruções à chanceler (guatemalteca Sandra Jovel) para que inicie a respectiva coordenação”, deixou registrado em sua conta no Facebook.

Visita de Netanyahu ao Brasil e boicote de produtos israelenses

Durante a sua visita à Israel, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira formalizou um convite ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para visitar o Brasil. O convite foi feito no dia 27 de fevereiro. Se a visita for confirmada, será a primeira vez que um primeiro-ministro de Israel virá ao Brasil. Mas o brasileiro também reuniu-se no dia 1 de março com autoridades palestinas, como o presidente Mahmoud Abbas, o primeiro-ministro Rami Hamdallah, e o ministro das Relações Exteriores Riyad al-Maliki, que sugeriu um boicote aos produtos de territórios ocupados por Israel na Guerra dos Seis Dias. Considerando as profecias sobre Israel, os inimigos vão combater, mas sem chances de vitória contra a “figueira” mantida por Deus naquela região do mundo.

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