Categoria: Edificação

Somos salvos pela graça de Deus

Para entendermos a maravilhosa graça de Deus, que se manifestou em seu filho Jesus Cristo, devemos falar também da Lei, a Lei dada por Deus a Moisés e o povo hebreu para que fosse cumprida por eles, para que eles um povo separado e diferente dos outros povos, pois é a partir dessa Lei que conhecemos a graça de Deus. Deus atuou na vida do povo hebreu com salvação e graça mesmo antes da Lei dada à esse povo, como fidelidade a promessa feita a Abraão. Deus prova tal graça e misericórdia antes da Lei, ao tirar esse povo do Egito com mãos poderosas e grandes milagres, para só depois do povo livre, dar à eles Sua Lei, mostrando que a ação de Deus, a libertação e salvação do povo de Israel, não veio pela obediência a obras da Lei e ritos, mas pela graça e fidelidade do Senhor. Seria a Lei então inútil? Claro que não! O apóstolo Paulo diz que a Lei se faz necessária para mostrar o pecado, e ainda, a Palavra de Deus diz que a Lei veio para que todo homem se reconheça culpado e não possa abrir a boca diante de Deus. Mostrando que, pela Lei, todos estamos condenados, mas é pela graça de Deus que somos salvos!

Doutrinação no ambiente escolar

A aquisição do conhecimento e o desenvolvimento da capacidade e habilidades do aluno dependem de um ambiente que favoreça a aprendizagem e do desempenho do professor, que pode tanto contribuir para uma boa educação como para uma educação não saudável.

A prática educativa ocorre por meio da ação pedagógica do professor com os alunos. O ambiente escolar deve ser um lugar por excelência, onde ocorra uma mediação do conhecimento sistemático, científico elaborado ao longo dos tempos pelo conjunto de sujeitos sociais.

Decidindo entre a fé e a razão

O apóstolo Paulo é uma das grandes personalidades do Novo Testamento. Sua trajetória, suas cartas e seus trabalhos missionários o credenciam como um grande vulto no cristianismo.

Sua história, ora descrita por si mesmo em suas epístolas, ora no escrito lucano de Atos dos Apóstolos, retratam um homem genuinamente de Deus. São fartos os relatos históricos sobre sua pessoa. Sua vida foi e é objeto de inúmeros historiadores. Essas obras, inclusive, têm significativos valores, mas nenhuma delas se equiparam aos registros escriturísticos do doutor Lucas em Atos dos Apóstolos.

Como nós podemos vencer as tentações?

Vamos meditar no texto bíblico registrado na Carta de Paulo aos Gálatas 5. 16-26 , onde o Apóstolo dos Gentios exorta os cristãos a cultivarem uma vida de total dependência do Espírito Santo, visando o afastamento das diversas estratégias dos demônios em tentar conduzir o homem ao pecado. “Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei. E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros”.

“Mulher, que tenho eu contigo?”

O capítulo 2 do evangelho de João narra um dos episódios mais curiosos do Novo Testamento. Para muitos, as “bodas de Caná da Galileia”, mais do que uma festa nupcial comum em Israel, foi uma oportunidade de Cristo ratificar sua divindade entre os homens e afastar-se das limitações humanas que os laços familiares com Maria poderiam lhe cominar.

O cuidado de Deus com o Seu povo

O nosso texto bíblico encontra-se em Lucas 12.7 que diz: “Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais”. Nesse capítulo Jesus está falando para milhares de pessoas. Conforme podemos ler Jesus faz várias admoestações. E uma delas é sobre os medos e os temores da vida. O Senhor sabia o quanto o medo tem feito mal para as pessoas. Então, para ensinar usa a metáfora do pardal. Um pássaro das terras da palestina. Para Jesus as figuras são as melhores maneiras de descrever as verdades eternas.

Salvação: de graça ou pela graça?

Existem várias pessoas que arrependeram-se dos seus pecados, receberam Jesus como seu Salvador pessoal, desceram às águas batismais e passaram a fazer parte do Corpo de Cristo. Em verdade, estas pessoas obtiveram da parte de Deus uma grande oportunidade de fazer parte das promessas das Escrituras Sagradas que garantem aos fiéis a vida eterna, a entrada no Reino Celestial e a certeza de uma vida vitoriosa e abençoada. Porque Deus tem prazer em abençoar a todos os que Ele recebe por filhos.

O caráter segundo a Palavra de Deus

Nós, pastores, temos a responsabilidade diante do Senhor na condução de Sua Igreja. Cabe a nós o papel de orientar os nossos irmãos segundo os reclames da Palavra de Deus, e não de acordo com as nossas opiniões ou demais conceitos. É verdade que a nossa denominação, que completou recentemente anos, apresenta as suas prerrogativas, identidade e liturgia, mas a base para que este aparato se sustente na Assembleia de Deus é a doutrina bíblica. Evidentemente que o cristão devidamente orientado observa todos os detalhes referentes à denominação, cumpre com as suas tradições, mas o referencial é o ensino da Palavra de Deus em sua vida, que forja nele o caráter de Cristo. Se a todos os cidadãos é requerido comportamento exemplar na sociedade a fim de que tenhamos uma boa convivência, ao cristão é requerido muito mais ainda.

A importância das confissões de fé

No período da Igreja primitiva a expressão Confissão de Fé era utilizada para descrever o testemunho dos mártires na hora de enfrentarem a morte. Depois o termo passou a ser utilizado para designar as declarações formais da fé cristã escritas pelos protestantes desde os primeiros dias da Reforma. Assim, a Confissão de Fé está relacionada com vários outros tipos de breves resumos autorizados da fé.

A mordomia ministerial

Mordomia Cristã é administrar as coisas que Deus nos confiou, a saber: família, trabalho, dinheiro, casa, carro, tempo, dons, talentos, ministérios, igreja, vida, saúde, corpo, etc. Uma vez definido o termo Mordomia Cristã, é possível então definirmos especificamente o termo “Mordomia Ministerial” como administração do ministério que Deus confiou a alguém.

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