Arquivos da Categoria: Edificação

Ao apagar as luzes do Natal

O Natal é a festa que comemora, no dia 25 de dezembro, o nascimento de Jesus Cristo. É, também, uma das épocas de maior atividade do comércio. É grande o movimento nos centros comerciais, pois as lojas se enchem de pessoas comprando presentes, fazendo preparativos para festas, renovando o vestuário, gastando o dinheiro do 13º salário que recebeu no final do ano. É uma época de muitas compras, festas, enfeites e luzes.

As três declarações de Maria sobre Deus

Quando lemos os Evangelhos ficamos extasiados com as passagens que retratam sobre a virgem Maria, escolhida dentre tantas outras para ser a mãe do Salvador Jesus. Ora, ao receber a visita do anjo Gabriel dizendo-lhe “Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus” (Lucas 1.30,31), ela achou impossível isso acontecer por ser virgem e recebeu a revelação de como aconteceria o milagre da encarnação (Lucas 1.34,35).

A natureza e o instrumento da salvação

Antes de Deus arquitetar a criação do homem, sabendo que este posteriormente se desviaria da sua glória, criou pela sua graça e riquíssima misericórdia um plano de salvação para providenciar o resgate da humanidade.

Salvação no grego é soteria, um substantivo que significa “segurança”, “libertação”, “preservação do perigo ou da destruição”. O pecado se encontra inerentemente na natureza do homem (Salmos 51.5) e a salvação tem a sua origem em Deus (Jonas 2.9; Isaías 43. 11,12; João 1.13).

O cristão e o meio ambiente

“Nós não herdamos a terra dos nossos antepassados, mas tomamos emprestado dos nossos filhos” (autor desconhecido).

Segundo o filósofo francês, Edgar Morin, O progresso científico permitiu a produção e, hoje, a proliferação da arma nuclear, assim como a de outras armas de morte em massa, químicas ou biológicas. O progresso técnico e industrial provocou um processo de degradação da biosfera. A mundialização do mercado econômico, sem regulação externa nem verdadeira autorregulação, criou novas pequenas ilhas de riqueza, mas também zonas crescentes de pobreza, como na América Latina e na China; ela suscitou e suscitará crises em série, e sua expansão se efetiva sob a ameaça do caos.

A Parábola das Dez Virgens

A parábola das dez virgens (Mateus 25.1-13) pertence à categoria das parábolas ditas ou chamadas escatológicas, onde está prevista ou descrita a situação cultural, principalmente em relação a Deus, dos últimos tempos, o tempo do “fim da autonomia humana”. A parábola é uma mensagem em uma linguagem figurada ou alegórica que precisa ser interpretada. A parábola das dez virgens está relacionada à situação da Igreja no fim dos tempos. Seu estudo coincide como estudo sociológico da Igreja do pré-Arrebatamento. Vejamos, pois, alguns ensinamentos que nos transmite.

Alvo da Revelação de Deus (2)

Outro exemplo marcante é o do profeta Moisés, que foi criado em um palácio, onde permaneceu por 40 anos, a Bíblia dá conta de que ele aprendeu toda a ciência do Egito. O futuro libertador de Israel era um homem inteligente, era conhecido como “o filho da filha de faraó” (Hebreus 11.24). Moisés dispunha dos recursos que desejasse naquela nação. Mas percebemos que enquanto estava no palácio, o Senhor jamais falou com Moisés. Aquele príncipe era hebreu e conhecia a Deus, isto porque ele havia sido criado alguns anos por sua mãe que lhe prescreveu algum ensinamento judaico, mas enquanto permaneceu no palácio, o Senhor não falou com ele, por não ter encontrado ambiente. O Altíssimo veio a falar com Moisés 40 anos depois que saiu do Egito, com 80 anos, e fora do palácio.

Inverdades sobre Frida Vingren

Recentemente, a missionária sueca Frida Vingren, esposa de um dos fundadores da Assembleia de Deus no Brasil, Gunnar Vingren, foi mencionada de forma polêmica por uma conterrânea sua, a jornalista sueca Kajsa Norell, autora do livro Halleljua Brasilien!, lançado em 2011, que narra a história da fundação da Assembleia de Deus em terras tupiniquins. A sua versão da vida de Frida foi divulgada pela BBC Brasil e repercutida em vários sites de notícia no Brasil, como o G1, pertencente ao Grupo Globo, de modo que o mundo secular passou a conhecer Frida Vingren. Dentre outras informações, temos citações polêmicas, como a de que houve perseguição dela por parte de pastores e até mesmo um affair da missionária com um obreiro brasileiro. Mas tudo isso é verdade? A jornalista fez afirmações com base em provas documentais? Vamos examinar os fatos à luz de informações extraídas dos anais da Igreja Filadélfia de Estocolmo, na capital sueca.

Não intimidados com o edito do rei

Desde que chegou à Babilônia, o profeta Daniel passou a ser alvo de seus inimigos, mas aos 85 anos de idade, o veterano estadista ficou mais próximo da morte como nunca antes. O império babilônio já havia sido conquistado pelos medos e persas. Um antigo relato daqueles tempos afirma que o general persa Ugbaru ordenou aos seus soldados que cavassem uma trincheira com o objetivo de desviar o curso do rio e assim baixar as águas do Rio Eufrates, uma vez que o rio corria pelo meio da capital. As águas rasas permitiram que as tropas ao redor invadissem a cidade por meio do canal sob as altas e fortes muralhas que a protegiam. O rei Belsazar, sua guarda e outros integrantes de seu séquito foram mortos em 16 de outubro de 539 a.C.

A desejável água do Rei

A desejável água do ReiEm minha atividade profissional militar, nas caminhadas e nos exercícios de campo, já passei por momentos de sentir muita sede. E, quando estamos com sede mesmo, não há coisa melhor do que tomarmos uns bons goles de água. Abrimos o nosso cantil e matamos a nossa sede. Nenhum refrigerante substitui a água!

Mas, sentir sede e não ter como saciá-la é algo muito terrível para o ser humano. Aliás, nem os animais suportam a sede. Há um quadro bastante desolador em Jerusalém e que foi presenciado pelo profeta Jeremias, na época da destruição dessa cidade pelos babilônicos. Contemplando às várias desolações que sobreveio a Jerusalém, assim se expressou Jeremias: “De tanta sede, a língua dos bebês gruda no céu da boca; as crianças imploram pelo pão, mas ninguém as atende” (Lamentações 4.4).

Pré-tribulacionismo e pré-milenismo

Pré-tribulacionismo e pré-milenismoA doutrina do Arrebatamento secreto e pré-tribulacional, defendida pelos dispensacionalistas clássicos, tem sofrido muita oposição por parte dos proponentes das demais escolas. Alega-se, por exemplo, que o termo “arrebatamento” sequer aparece na Bíblia. Mas essa contestação é frágil, já que o vocábulo deriva da frase “seremos arrebatados” (1 Tessalonicenses 4.17). Aqui, o verbo“arrebatar” (gr. harpazō) tem o sentido de“raptar” (cf. Mateus 13.19; João 6.15; 10.12,28,29), à semelhança do que aconteceu a Filipe (Atos 8.39,40). Críticos do pré-tribulacionismo dizem que o Arrebatamento secreto é um contrassenso, pois “todo olho o verá” (Apocalipse 1.7). No entanto, a quem Jesus dirigiu as palavras contidas em João 14.3? A todo o mundo ou à Igreja? À Igreja, que começou com os doze apóstolos, à qual prometeu “Virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também”. Aqui, o verbo “levar” (gr. paralambanō) também denota“raptar” (cf.Mateus 2.13,14; Marcos 9.2; Mateus 24.40,41).

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