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O cuidado de Deus com o Seu povo

O nosso texto bíblico encontra-se em Lucas 12.7 que diz: “Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais”. Nesse capítulo Jesus está falando para milhares de pessoas. Conforme podemos ler Jesus faz várias admoestações. E uma delas é sobre os medos e os temores da vida. O Senhor sabia o quanto o medo tem feito mal para as pessoas. Então, para ensinar usa a metáfora do pardal. Um pássaro das terras da palestina. Para Jesus as figuras são as melhores maneiras de descrever as verdades eternas.

Salvação: de graça ou pela graça?

Existem várias pessoas que arrependeram-se dos seus pecados, receberam Jesus como seu Salvador pessoal, desceram às águas batismais e passaram a fazer parte do Corpo de Cristo. Em verdade, estas pessoas obtiveram da parte de Deus uma grande oportunidade de fazer parte das promessas das Escrituras Sagradas que garantem aos fiéis a vida eterna, a entrada no Reino Celestial e a certeza de uma vida vitoriosa e abençoada. Porque Deus tem prazer em abençoar a todos os que Ele recebe por filhos.

O caráter segundo a Palavra de Deus

Nós, pastores, temos a responsabilidade diante do Senhor na condução de Sua Igreja. Cabe a nós o papel de orientar os nossos irmãos segundo os reclames da Palavra de Deus, e não de acordo com as nossas opiniões ou demais conceitos. É verdade que a nossa denominação, que completou recentemente anos, apresenta as suas prerrogativas, identidade e liturgia, mas a base para que este aparato se sustente na Assembleia de Deus é a doutrina bíblica. Evidentemente que o cristão devidamente orientado observa todos os detalhes referentes à denominação, cumpre com as suas tradições, mas o referencial é o ensino da Palavra de Deus em sua vida, que forja nele o caráter de Cristo. Se a todos os cidadãos é requerido comportamento exemplar na sociedade a fim de que tenhamos uma boa convivência, ao cristão é requerido muito mais ainda.

A importância das confissões de fé

No período da Igreja primitiva a expressão Confissão de Fé era utilizada para descrever o testemunho dos mártires na hora de enfrentarem a morte. Depois o termo passou a ser utilizado para designar as declarações formais da fé cristã escritas pelos protestantes desde os primeiros dias da Reforma. Assim, a Confissão de Fé está relacionada com vários outros tipos de breves resumos autorizados da fé.

A mordomia ministerial

Mordomia Cristã é administrar as coisas que Deus nos confiou, a saber: família, trabalho, dinheiro, casa, carro, tempo, dons, talentos, ministérios, igreja, vida, saúde, corpo, etc. Uma vez definido o termo Mordomia Cristã, é possível então definirmos especificamente o termo “Mordomia Ministerial” como administração do ministério que Deus confiou a alguém.

Ao apagar as luzes do Natal

O Natal é a festa que comemora, no dia 25 de dezembro, o nascimento de Jesus Cristo. É, também, uma das épocas de maior atividade do comércio. É grande o movimento nos centros comerciais, pois as lojas se enchem de pessoas comprando presentes, fazendo preparativos para festas, renovando o vestuário, gastando o dinheiro do 13º salário que recebeu no final do ano. É uma época de muitas compras, festas, enfeites e luzes.

As três declarações de Maria sobre Deus

Quando lemos os Evangelhos ficamos extasiados com as passagens que retratam sobre a virgem Maria, escolhida dentre tantas outras para ser a mãe do Salvador Jesus. Ora, ao receber a visita do anjo Gabriel dizendo-lhe “Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus” (Lucas 1.30,31), ela achou impossível isso acontecer por ser virgem e recebeu a revelação de como aconteceria o milagre da encarnação (Lucas 1.34,35).

A natureza e o instrumento da salvação

Antes de Deus arquitetar a criação do homem, sabendo que este posteriormente se desviaria da sua glória, criou pela sua graça e riquíssima misericórdia um plano de salvação para providenciar o resgate da humanidade.

Salvação no grego é soteria, um substantivo que significa “segurança”, “libertação”, “preservação do perigo ou da destruição”. O pecado se encontra inerentemente na natureza do homem (Salmos 51.5) e a salvação tem a sua origem em Deus (Jonas 2.9; Isaías 43. 11,12; João 1.13).

O cristão e o meio ambiente

“Nós não herdamos a terra dos nossos antepassados, mas tomamos emprestado dos nossos filhos” (autor desconhecido).

Segundo o filósofo francês, Edgar Morin, O progresso científico permitiu a produção e, hoje, a proliferação da arma nuclear, assim como a de outras armas de morte em massa, químicas ou biológicas. O progresso técnico e industrial provocou um processo de degradação da biosfera. A mundialização do mercado econômico, sem regulação externa nem verdadeira autorregulação, criou novas pequenas ilhas de riqueza, mas também zonas crescentes de pobreza, como na América Latina e na China; ela suscitou e suscitará crises em série, e sua expansão se efetiva sob a ameaça do caos.

A Parábola das Dez Virgens

A parábola das dez virgens (Mateus 25.1-13) pertence à categoria das parábolas ditas ou chamadas escatológicas, onde está prevista ou descrita a situação cultural, principalmente em relação a Deus, dos últimos tempos, o tempo do “fim da autonomia humana”. A parábola é uma mensagem em uma linguagem figurada ou alegórica que precisa ser interpretada. A parábola das dez virgens está relacionada à situação da Igreja no fim dos tempos. Seu estudo coincide como estudo sociológico da Igreja do pré-Arrebatamento. Vejamos, pois, alguns ensinamentos que nos transmite.

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