Categoria: Edificação

Obediência ao Senhor

“E Israel disse a José: ‘Como você sabe, seus irmãos estão apascentando os rebanhos perto de Siquém. Quero que você vá até lá’. ‘Sim, senhor’, respondeu ele” (Gênesis 37.13). Os irmãos de José alimentavam raiva e inveja dele (Gênesis 37.4-8). Por esse motivo, o jovem tinha motivos sobejos para questionar e até repudiar essa ordem de seu pai Jacó, mas obedeceu, saindo de Hebrom em direção a Siquém, cerca de 100 quilômetros de distância, a fim de encontrar-se com seus irmãos.

Comparemos como comportamento de outro personagem bíblico: o profeta Jonas. Quando o Senhor ordenou que se deslocasse até Nínive, ele decidiu viajar na direção contrária àquela que Deus havia determinado. José deixou seu pai, aos 17 anos, para cumprir uma ordem recebida, mesmo sabendo que não gozava da simpatia dos outros filhos de Jacó. E estes dois exemplos levaram-me a meditar sobre qual tem sido o critério que temos usado no que diz respeito ao fazer ou não fazer o bem ao próximo. Quanto a isso, muitos afirmam: “Eu gosto de quem gosta de mim”; ou: “Eu respeito quem me respeita”; “intercedo por quem é gente boa”. Qual tem sido o critério usado para se obedecer a Deus?

O crente tem de parecer com Cristo

Parecer-se com Jesus não é uma tarefa fácil! Não existe necessidade de trajar-se da mesma maneira que Ele, mas ser semelhante “por dentro”. Mas isso é possível? Sim, porque o Espírito Santo aperfeiçoa a vida do crente a cada dia com o objetivo de que a pessoa seja realmente uma cristã – seguidora de Cristo. Mas, sobre isso, é preciso fazer algumas observações que não podemos deixar de destacar. O apóstolo Paulo, em sua Carta aos Romanos, faz diversas menções a desvios de caráter que desagradam ao Altíssimo, e dentre eles destaco a insensibilidade moral (Romanos 1. 24-32). Vejamos o que ele fala nos versículos e : “Serviram mais a criatura do que o Criador”. Nos tempos atuais, ouvimos diversas ministrações nos púlpitos, através de pregações e também dos louvores, nas quais o conteúdo beneficia mais a criatura do que o Criador. “Jesus tem que me curar”, “Jesus tem que me fazer andar sobre as águas”, “Jesus tem que me fazer passar em cima do fogo e eu não queimar”. É como se o adorador estivesse a exigir do Criador o seu bem estar. É como se o homem tivesse todos os direitos de cobrar de Deus o que ele imagina ser bom para si, quando o que interessa é a salvação do ser humano.

A transfiguração de Jesus e nossa vida

A transfiguração de Jesus aconteceu quatro meses antes de Sua crucificação. Como sempre, Ele chamava os Seus discípulos mais chegados para uma conversa em particular. Desta feita, queria mostrar algo sobrenatural aos três discípulos amados: Pedro, Tiago e João. Marcos diz, no capítulo 9, versículo2, que Jesus “tomou consigo os três discípulos”. Jesus sempre está pronto para tomar-nos para Ele. Ele é a nossa proteção (Salmos 91.1). É nosso companheiro. Em Mateus 28.20 Ele diz: “…estou convoco todos os dias…”.

Agradar a Deus em meio ao multicultural

“Finalmente irmãos, vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, assim como recebeste de nós, de que maneira devemos andar e agradar a Deus, assim andai, para que continueis a progredir” (1 Tessalonicenses 4.1).

A cidade de Tessalônica era a maior e mais importante cidade da Macedônia. Religiosamente, as seitas e filosofias tradicionais gregas, e várias religiões egípcias e de mistério, estavam bem representadas ali, além de haver ali uma comunidade de judeus. Essa grande pluralidade cultural desenvolvia diversos modos de pensar concernentes a como se portar, andar e agradar aos deuses, e, de certo modo, ficava a questão: qual ética seria a apropriada?

Sombra da Lei e verdade do Evangelho

Meditemos no texto de Hebreus 10.1: “Porque, tendo a lei a sombra dos bens futuros e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam”.

O povo de Israel, quando liberto por Deus da escravidão do Egito, foi submetido à Lei que o Senhor impôs para que obedecesse estritamente sob pena de castigo e até morte.

Lições dos profetas para os dias de hoje

O presente artigo tem por finalidade fazer uma breve reflexão sobre o Movimento Profético no contexto do Antigo Testamento, abordando questões referentes à sua importância política e religiosa e dos profetas para uma espiritualidade capaz de dialogar com a vida, em oposição ao Movimento Monárquico, que em sua hegemonia se corrompeu, trazendo uma triste experiência na caminhada do povo escolhido, onde a maioria dos reis fez o povo se distanciar do projeto de Deus, rendendo-se à idolatria, gerando dor, angústia, desigualdade, opressão, violência, dominação e exploração, tornando-se comum as expressões negativas sobre seus feitos, como relatam as Escrituras:

Crise de sentimentos

Uma das características marcantes do fim dos tempos é a crise de sentimentos. Jesus falou do esfriamento do amor: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará” (Mateus 24.12). Paulo falou da falta de afeição natural (Romanos 1.30; 2 Timóteo 3.3). Tiago tratou da inveja, do sentimento faccioso (Tiago 3.14) e da maledicência (4.11). Pedro combateu a malícia, o engano, os fingimentos, a inveja e todas as murmurações (1 Pedro 2.1) e, por outro lado, exortou a que os irmãos tivessem “ardente amor uns para com os outros” (1 Pedro 4.8). João já é conhecido como o apóstolo do amor. Ele foi direto ao dizer que “aquele que diz que está na luz e aborrece a seu irmão até agora está em trevas” (1 João 2.9). A mensagem de João sobre o amor foi tão enfática que, depois de trazer o exemplo de Caim, disse: “Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; quem não ama a seu irmão permanece na morte” (1 João 3.14). E o amor do qual o apóstolo fala é forte ao ponto de nos levar adar a vida pelos irmãos: “Conhecemos a caridade nisto: que ele [Jesus] deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos” (1 João 3.16).

Vida e glórias ao Senhor

Em Efésios 4.17,18, lemos: “E digo isto e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade do seu sentido, entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus, pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração”.

Através dos versículos acima expostos, vemos que a restauração da vida do homem só é possível através de sua entrega ao Senhor Jesus. Só assim o Espírito Santo terá liberdade para restaurá-lo. Quando aceitamos Jesus, nós nos entregamos totalmente a Ele, dizendo-lhe que não seremos crentes apenas na aparência, mas seremos crentes, antes de tudo, em nosso coração.

A ação do homem e a reação de Deus

Ao estudarmos sobre os atributos de Deus, descobrimos que Ele está além e acima de toda força, poder ou autoridade. Ele jamais recebe ordens, e tudo o que faz é resultado de Sua própria vontade. Para nossa alegria, apesar de possuir a soberania absoluta em tudo que faz, Deus permite que o ser humano conheça Sua vontade, mesmo sem entendê-la por completo.

Encontramos muitos relatos na Bíblia de homens e mulheres que conseguiram mover o coração de Deus e provocar a reação do Senhor em seu favor. É maravilhoso saber que, mesmo sendo poderoso e soberano, Deus interage com a coroa de Sua criação por meio da fé.

Quem quer ser um missionário?

Era 2009, ano que estreava em nosso país o filme de Simon Beaufoy e Danny Boyle intitulado “Quem quer ser um milionário?”. Adaptação cinematográfica do livro Q & A, do indiano Vikas Swarup, o filme contava a história do jovem indiano Jamal Malik, da cidade de Mumbai, que depois de sofrer várias peripécias, se torna milionário em um único dia ao participar de um famoso programa da televisão indiana, numa história que trouxe grande comoção aos espectadores por todo o mundo! O filme foi recorde de bilheteria no Brasil e em vários países e recebeu dez indicações e oito prêmios Oscar.

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