Categoria: Apologética

Misticismo não é espiritualidade

Hoje em dia observamos a disseminação de vários modismos estranhos às Sagradas Escrituras nas igrejas, e que tem preocupado as lideranças evangélicas no Brasil. Dia a após dia surgem grupos e pessoas propondo práticas extrabíblicas que ameaçam o equilíbrio doutrinário da igreja. Um misticismo que nada tem de bíblico tem tomado proporções nas igrejas e seu significado nada mais é que uma mistura de figuras, objetos e símbolos pinçados do Antigo Testamento, devidamente espiritualizados, e transformados em “proteções” semelhantes às usadas pelas magias pagãs. As magias pagãs estabelecem como pontos de contatos objetos tais como amuletos, talismãs, patuás, cristais, pedras e coisas para “proteção”. Este tipo de misticismo manifesta-se no meio evangélico e especialmente pentecostal da seguinte maneira:

A salvação de crianças na Bíblia

Muitos debates já surgiram a respeito do tema da salvação das crianças. Alguns teólogos afirmam que uma criança que ainda não atingiu a idade da razão, isto é, a idade em que se peca conscientemente, se não for eleita e vier a falecer, não irá para o céu. Os propositores dessa abordagem soteriológica asseguram que até mesmo uma criança recém-nascida pode não ser salva, pois Deus salvará apenas as crianças que ele predestinou para a salvação.

Provas da autenticidade da Bíblia

Para darmos provas da autenticidade da Bíblia, temos hoje vários exemplos: os patriarcas eram personagens históricos, o que é comprovado pelos textos mesopotâmicos de Nuzi, do século XIV a.C., em seus muitos paralelos – de estruturas sócio-econômicas a tradições legais – com Gênesis 12-35; e a migração dos amoritas, que ocuparam a Mesopotâmia e a Palestina no final do terceiro milênio a.C., criava as condições ideais para a entrada dos patriarcas na região da Palestina e explicava seus nomes, sua língua, sua religião e principalmente a assimilação 1 ocorrida ou a difusão 2.

O que a Bíblia diz sobre as riquezas

Nos nossos dias tornou-se muito comum encontrar pregadores na TV ou na internet, que proclamam a teologia da prosperidade, dizendo que o crente não pode ser pobre ou estar em sofrimento, pois isso demonstra falta de fé ou a existência de pecado. Esses pregadores afirmam com muita veemência que o cristão deve ser rico e muito saudável sempre, por causa da sua fé em Cristo. São os pregadores da prosperidade, que, na verdade, vendem esta ideia, pois pedem contribuições aos seus telespectadores, tornando-se, em muitos casos, mercadores da prosperidade, infelizmente.

Sobre teologia e prosperidade

Já há algum tempo que muitos teólogos e cristãos em geral têm demonstrado seu descontentamento, sua revolta e condenação contra o que se convencionou chamar de “teologia da prosperidade” ou “doutrina da prosperidade”: aquela velha crença/concepção, modernamente revigorada com outra maquiagem doutrinal, de que riqueza é sinal de se estar na presença de Deus, com alguns até fazendo “poupança” aqui na terra objetivando lograr passaporte para o paraíso. Esse tipo de teologia norteia a conduta de alguns crentes, impulsionando-os a ganhar dinheiro, armazenar bens e a objetivar sempre o lucro, mas nunca, jamais, o bem da comunidade dos irmãos; e o que é bem pior, a sua real salvação segundo o Evangelho.

Em defesa da evidência inicial

Em defesa da evidência inicialA doutrina da evidência inicial é uma marca importante do pentecostalismo clássico e tem uma forte base escriturística. As Sagradas Escrituras normalmente associam o enchimento do Espírito ao discurso vocal. É claro, a partir de uma leitura no progresso revelacional das Escrituras, que há uma mudança de chave da evidência do revestimento de poder. Gradualmente, da Antiga a Nova Aliança, a evidência do enchimento do Espírito passa da profecia à glossolalia. E, também, o enchimento do Espírito deixa de ser apenas para alguns escolhidos e passa a ser disponível a todos os homens. Apesar das críticas costumeiras a essa doutrina, o seu embasamento exegético, hermenêutico e teológico é bastante robusto.

O perigo de estudar seitas sem preparo

O perigo de estudar seitas sem preparoAo longo de muitos anos ensinando em igreja ou em classes de seminário, tomei conhecimento de diversos casos de irmãos que assumiram o compromisso de evangelizar adeptos de seitas, mas que acabaram se tornando vítimas delas – por falta de preparo. Os casos mais comuns se relacionam ao judaísmo, ao mormonismo, ao sabatismo e às testemunhas-de-jeová.

As causas principais desse tipo de fracasso são, geralmente, (a) o pouco conhecimento das Escrituras; (b) o desconhecimento da hermenêutica sagrada, da exegese bíblica, e do vernáculo. Outra causa, ainda, seria a falta de bom senso.

Verdadeiros apóstolos do Senhor

Verdadeiros apóstolos do SenhorA palavra apóstolo vem do grego (apostellein) dizia respeito ao servo de alguém com uma autoridade maior que os outros servos, para executar determinadas tarefas específicas, ao ponto de ser enviado para cumprir determinada missão. O apóstolo estava sempre debaixo da autoridade de alguém para executar determinada ordem ou trabalho. Daí o fato de os doze homens escolhidos por Jesus para o representarem serem chamados de apóstolos. Reparem que Jesus não chamou um único representante para substituí-lo ou representá-lo, mas doze homens, um grupo, que mais tarde, seriam milhares.

Os Evangelhos e a real prosperidade

Os Evangelhos e a real prosperidadeNos nossos dias tornou-se muito comum encontrar pregadores na TV ou na internet, que proclamam a teologia da prosperidade, dizendo que o crente não pode ser pobre ou estar em sofrimento, pois isso demonstra falta de fé ou a existência de pecado. Esses pregadores afirmam com muita veemência que o cristão deve ser rico e muito saudável, sempre, por causa da sua fé em Cristo. São os pregadores da prosperidade, que, na verdade, vendem esta ideia, pois pedem contribuições aos seus telespectadores, tornando-se, em muitos casos, mercadores da prosperidade, infelizmente.

Muitos cristãos, que estão passando por dificuldades financeiras ou por enfermidades, ao ouvir essas mensagens ficam se perguntando: será que isto é verdade? E o que eu faço, já que estou nesta situação? Estou em pecado, ou não tenho fé suficiente para ser abençoado?

A pregação “aos espíritos em prisão”

A pregação aos espíritos em prisãoA morte de Cristo na cruz do Calvário é conhecida como umas das mais cruéis e repugnantes que se tem conhecimento, todavia, tornou-se um marco na história da humanidade. O mundo espiritual sofreu mudanças significativas com a morte do Messias. Além da manifestação da graça de Deus trazendo salvação aos homens, nosso Senhor, durante o tempo em que Seu corpo esteve sepultado, não permaneceu confinado ao sono da morte. Antes, Sua alma santa desceu até as profundezas do Hades, às partes mais inferiores do mundo oculto e, com autoridade e poder, “pregou aos espíritos em prisão” (cf. 1 Pedro 3.19).

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