Cacique da tribo Assurini é curado de cardiomegalia e hipertensão

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Após oração de pastor assembleiano, Puraké Assurini entrega sua vida a Cristo e evangeliza seu povo

Cacique da tribo Assurini é curado de cardiomegalia e hipertensãoA igreja Assembleia de Deus Missões de Tucuruí (PA), liderada pelo pastor Océlio Nauar de Araújo, há 13 anos vem realizando, com as devidas autorizações legais, um forte trabalho social e de evangelização na comunidade indígena Trocará. Tudo começou com convite do próprio representante da aldeia Assurini, o cacique Puraké, que, ao saber do “Projeto Reviver”, através do qual a Assembleia de Deus cuida de dependentes químicos e moradores de ruas, a procurou – já que sua tribo vinha sofrendo pelo vício da bebida. Desde então, houve tantas conversões a Cristo entre o povo Assurini que a aldeia necessitou de sua própria congregação, inaugurada no dia 23 de fevereiro de 2014 e dirigida pelo pastor João Pantoja.

Como todo trabalho dessa magnitude espiritual, o início não foi fácil, mas o amor pelas almas fez os irmãos continuarem a falar de Jesus para aquele povo, que começou a experimentar inúmeros milagres. A começar pelas mais de 90 vidas que aceitaram a Cristo como Senhor e Salvador. Logo o consumo de álcool foi reduzido entre os índios; os maiores causadores de problemas na aldeia foram transformados pelo Evangelho; e inúmeras pessoas curadas de enfermidades. Quanto mais maravilhados com o poder de Deus, mais índios se chegavam até Ele.

“Nós, índios, tínhamos a certeza da existência de um Deus, mas não sabíamos como e nem onde encontrá-lO. Ao ver meu povo passando por tantos problemas, lembrei dEle. Por isso, Cacique da tribo Assurini é curado de cardiomegalia e hipertensão. Após oração de pastor assembleiano, Puraké Assurini entrega sua vida a Cristo e evangeliza seu povo quando a Assembleia de Deus veio pra cá eu me alegrei muito, incentivei ao máximo que todos participassem dos cultos. E após ver vários testemunhos de curas e milagres eu passei a olhar a igreja de outra maneira. Era realmente DESSE DEUS que o meu povo precisava!”, relata o líder da aldeia, Puraké Assurini, que apesar de todo o mover espiritual desde 2002 acontecendo na tribo, ele ainda assistia somente como observador.

Puraké ainda não tinha tido seu encontro real com Cristo. Até que em meados do ano de 2013, aos 65 anos, seus problemas de saúde se agravaram. Tratamentos para sua hipertensão não tinham resultado e após alguns exames ele foi diagnosticado com “cardiomegalia”, popularmente conhecida por doença do coração grande. Com esse problema, o sangue circula com maior dificuldade, pois o coração não consegue bombeá-lo com a força necessária. Além de sintomas desagradáveis e risco constante, esse quadro tende a gerar insuficiência cardíaca ou outras doenças perigosas que também afetam o coração.

“No decorrer daquele ano, os meus dias foram maus. Falta de ar, desmaios e mal estar frequentes, tonturas, fraqueza e muitas idas e vindas ao hospital. Comecei o tratamento para ficar curado, mas as coisas não foram simples assim. Neste período eu vivia muito triste, sem expectativas, com muito medo de morrer. Tinha muita preocupação com o meu povo, eu não podia deixá- -los”, conta o cacique.

O médico lhe prescreveu um remédio de uso contínuo a fim de controlar a enfermidade. Apenas controlar, já que segundo ele, praticamente não havia possibilidade de cura nas condições em que Puraké se encontrava. Era preciso ainda seguir uma rígida dieta que para ele era quase impossível. Em certa ocasião, durante o tratamento, houve a falta do medicamento. Foi então que ele teve sérios problemas.

“Durante um banho passei mal e só me lembro de ter clamado pedindo socorro a Deus e desmaiei. Dias depois quando acordei estava todo entubado, numa UTI móvel em direção à cidade de Belém. O meu caso era gravíssimo. O médico parecia aflito e perguntava o tempo todo se eu estava bem. Quando eu fechei os olhos vi uma pomba branca sobre mim. Foi então que fiz um voto com o Senhor: se Ele me livrasse da morte, eu O aceitaria como meu único Deus”, testemunha.

Segundo Puraké, desse exato momento em diante ele começou a se sentir melhor e após ser medicado no hospital em Belém, retornou para casa e em pouco tempo recebeu a visita do pastor João Pantoja.

“Quando ele chegou senti como se fosse o próprio Deus ali. Ele me falou que Jesus queria me curar e quando orou por mim senti o meu corpo leve como uma pena, como se todo o peso daqueles temores, daquela doença saíssem completamente de mim. Naquele instante, eu soube que estava livre da enfermidade e aceitei Jesus como Senhor e Salvador da minha vida. Foi o momento mais feliz da minha vida. Eu senti Deus em mim pela primeira vez”, relata emocionado.

Desde então o irmão testemunha para o povo na aldeia, pedindo que todos sem demora aceitem a Cristo, pois enfim chegou até eles o verdadeiro Deus!

A você que lê esse jornal, Puraké em nome de todos os Assurinis, deixa uma mensagem: “Continuem orando pelos povos indígenas do Brasil, invista nessa obra missionária! Vidas estão sendo salvas e a prova viva somos nós. Somente através de um trabalho assim pudemos desfrutar da salvação de Jesus. Hoje as drogas, as doenças, o álcool mais do que nunca tem afligido nossas aldeias, destruição as famílias, os nossos jovens, tudo. Antes meu coração se entristecia quando eu via o meu povo embriagado brigando. E foi com a chegada da igreja que tudo mudou. Tenho visto o meu povo se reunindo para buscar Deus, vivendo milagres. Peço muito ao Senhor que Ele leve sua Igreja para mais tribos para salvar e abençoar também muitos outros povos”.

One Response to Cacique da tribo Assurini é curado de cardiomegalia e hipertensão

  1. Manoel da Cunha Carmo Neto disse:

    Bem aventurados os que divulgam as Boas Novas do Evangelho.

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