A bênção de Deus não nos abandona mesmo nos momentos de crise

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A bênção de Deus não nos abandona mesmo nos momentos de criseToda pessoa de bom senso deseja prosperar, não importa sua condição. Se é pobre, ele quer ser rico; se já é rico, quer ser muito mais. Muitos se utilizam dessa ansiedade e passam a explorá-la.

Nós não somos pregadores de miséria, pobreza, mas também não oferecemos dinheiro, mansões, carrões. Nós cremos que a pessoa, ao aceitar a Jesus como seu salvador, tem sua vida mudada para melhor. As portas da prosperidade divina se abrem e o crente começa a ser abençoado. Sua vida espiritual é abençoada e isso tem reflexo positivo em todas as áreas da sua vida: ele se torna mais equilibrado nas finanças, seu trabalho é mais abençoado e Deus ainda lhe concede várias oportunidades que, se bem aproveitadas, resultarão em bênçãos materiais.

Em Salmos 92.12-14, o salmista usa a tipologia de uma palmeira, que é uma árvore de perfil imponente, altiva, com uma estrutura desafiadora. Ela prefere as montanhas, os lugares altos; não teme exposição aos fortes ventos e nem aos abrasadores raios solares; suas raízes são profundas, oferecendo firmeza; ela floresce em meio aos ventos, ao sol e à chuva, pois seu crescimento não depende do tempo, mas de Deus. Ela cresce até em lugar seco. Assim como acontece com a palmeira, acontece conosco: a bênção de Deus nos faz avançar mesmo em momentos de crise.

Quando o exército de Israel, liderado por Jeosafá, sofreu no deserto falta de água, Deus usou o profeta Eliseu para provar a fé e a obediência do povo mandando que eles fizessem covas no vale, pois Ele mandaria água abundantemente. Quem confiou e cavou cova profunda teve muita água; quem fez cova pequena, não crendo, teve pouca água.

Vemos o agir de Deus em favor dos Seus em várias histórias bíblicas: na crise da viúva que sustentou o profeta Elias, Deus multiplicou a farinha e o azeite; quando o povo teve fome no deserto, Deus mandou diariamente o maná, não permitindo colher para o dia seguinte, exceto para os sábados, obrigando o povo a depender dEle; apesar da opressão de Labão, Deus enriqueceu a Jacó; na crise da viúva endividada, Deus multiplicou seu azeite, e com o resultado da sua venda, ela e seus filhos viveram da sobra; quando os discípulos de Jesus estavam em dificuldades diante de uma grande multidão faminta e cansada, o Senhor multiplicou cinco pães e dois peixes, todos comeram e sobraram doze cestos de pedaços de pães.

Estas são indeléveis provas para aqueles que aprendem a confiar no Senhor Jesus. Quem confia nEle, nunca será desamparado, Ele é o nosso socorro (Mateus 6.26; Hebreus 11.1; Salmos 37.25).

Por, José Wellington Bezerra da Costa.

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