“Transespécie”: o auge da loucura

Transespécie - o auge da loucuraApós a ideologia de gênero, já se fala em bestialismo, prática cananeia

O tema identidade de gênero, em si, já parecia ter ultrapassado todos os limites da sexualidade humana. Porém, um passo mais absurdo acaba de ser dado. Já há pessoas defendendo a ideia de que um homem adulto possa se sentir e se comportar naturalmente como uma menina de 6 anos. Pior: um homem, que havia passado a se “ver” como mulher, posteriormente passou a se sentir e se comportar como um cavalo (sic). E há ainda o caso de uma jovem que passou a se comportar como uma gata. Mas, o mais grotesco de tudo é ouvir e ler alguns ditos “especialistas” achando isso normal e batizando tais comportamentos de “transespécie”.

Homem se diz uma menina de seis anos

Um canadense chamado Paul, de 52 anos, foi um homem casado por 23 anos e pai de sete filhos, além de ter trabalhado como mecânico. Porém, ele largou a sua vida para assumir a identidade de “Stefonknee Wolschtt”. Quando Paul decidiu levar avante a sua nova identidade “trans”, a esposa Maria não tolerou a situação e lhe deu um ultimato: ou voltava a ser quem era antes ou deveria deixar a casa. Paul foi viver como uma mulher e em 2009 deu início ao tratamento de reposição hormonal.

O homem disse que não poderia atender ao pedido da esposa, porque, para ele, tal recomendação soava da mesma forma que lhe pedissem para deixar de ter 1,90m de altura. Foi dessa maneira que, aos 44 anos, Paul embarcou no seu projeto de troca de identidade, que o levou, porém, a duas vezes tentar o suicídio.

Para piorar as coisas, além de deixar o passado como homem para trás, ele decidiu assumir integralmente a identidade de uma menina de 6 anos de idade. Hoje, Paul mora com seus “pais adotivos”, um casal de amigos que o acolheu em sua casa.

O “homem cavalo”

Mas, como já adiantamos, isso não é tudo. O auge da loucura acometeu a sociedade. Já há seres humanos querendo ser e viver como animais.

Um desses casos é o do francês identificado hoje como Karen Chessman. Nascido homem, ele passou a se comportar como mulher e hoje se diz um cavalo. Sua história foi divulgada em um documentário de 63 minuto rodado na França, intitulado Horse-Being.

“É cansativo, mas você se acostuma a viver com os instintos de gatos”. Apesar de já ter tido assistência de psicólogos que tentaram reverter a sua situação, ela decretou que “vou ser gato toda a minha vida”.

Em sua vida normal como homem, “Karen” era casado e teve uma filha, e também era professor. Quando ele passou a considerar-se mulher, fez vários tratamentos estéticos no corpo para trocar de identidade. Os argumentos dele são de que quando era criança, aos sete anos de idade, houve uma festa de final de ano na escola e o professor lhe disse para que brincasse de “cavalinho” com mais alguns colegas e isso ficou marcado em sua mente.

O comportamento dele o levou à prática do Pony-Play: um campeonato performático, em que o indivíduo se caracteriza de um equino, usando arreio, cabrestos, sapatos e luvas com cascos; ainda trotam, relincham e puxam charrete, tudo isso acompanhado por treinador. Mas o pony-play não se resume apenas a apresentações performáticas em competições, pois seus praticantes também o usam para satisfação de fantasias. “Tem um cavalo dentro de mim”, diz “Karen”.

Mulher se diz uma gata

No continente europeu, os homossexuais e transgêneros já conseguiram a aprovação de leis até então inimagináveis. Porém, essas insólitas “conquistas” no terreno social abriram espaço para que outros grupos tentassem o reconhecimento, por exemplo, do que chamam de teriantropia (geralmente descrito como uma forte ligação entre humanos e animais), mas que nada mais é do que uma espécie de bestialismo. Esse grupo já está investindo “na luta por direitos iguais”.

Não por acaso, os defensores deste “modo de vida” afirmam que ele seria um “passo adiante” na questão dos transgêneros, com pessoas, em nome da “construção” da sua identidade, passar a “reconhecer-se” um animal, inclusive com direito a uma nomenclatura nonsense: “transespécie”.

O caso mais recente é o de uma mulher na Noruega chamada Nano, que, segundo reportagem exibida pelo canal NRK P3, aos 20 anos, passou a acreditar que “nasceu na espécie errada” e afirma que é uma “gata presa em um corpo humano”. “Fui um felino toda a minha vida, mas só assumi aos 16 anos quando médicos e psicólogos descobriram o que havia ‘dentro’ de mim”, disse ela.

O argumento absurdo sustentado pela jovem é de um defeito genético. “É cansativo, mas você se acostuma a viver com os instintos de gatos”. Apesar de já ter tido assistência de psicólogos que tentaram reverter a sua situação, ela decretou que “vou ser gato toda a minha vida”.

A volta das práticas pagãs dos antigos cananeus

O que estamos vendo em nossos dias é a total destruição espiritual, moral, psicológica e social da sociedade. É o processo final da degeneração humana, de que fala a Bíblia.

Antes da ascensão do cristianismo no Ocidente, o paganismo é que reinava, promovendo a eugenia, o homossexualismo, o infanticídio e outras práticas como normais. Foi o cristianismo que civilizou os bárbaros pagãos, tornando todas essas coisas como práticas a serem evitadas. E se formos mais atrás ainda no tempo, veremos que o próprio judaísmo já era uma oposição às práticas pagãs reinantes na Alta Antiguidade.

Os antigos cananeus, por exemplo, sobre os quais Deus várias vezes alertou o povo de Israel para não imitar, praticavam o infanticídio, a eugenia, o homossexualismo, a feitiçaria e o bestialismo, que não consistia apenas em relacionar-se sexualmente com animais, mas também em viver e se comportar como um animal. Logo, quando vemos essas práticas serem novamente consideradas cada vez mais “normais” em nossos dias, estamos vendo, por assim dizer, “a volta dos cananeus”.

Foram os valores judaico-cristãos que civilizaram o Ocidente, fazendo com que abandonasse as práticas dos antigos pagãos e bárbaros. Entretanto, como resultado da “descristianização” do Ocidente, temos visto hoje essa “volta dos bárbaros”. As antigas práticas pagãs, reprimidas pela influência cristã, estão voltando a aflorar na humanidade. O pecado, sabemos, sempre existiu, mas o “sal” da influência cristã na sociedade impedia um avanço mais generalizado da degradação moral. Hoje, porém, através do processo contínuo de “descristianização”, a coisa é diferente.

O ser humano está cada vez mais destruindo o pouco que resta da imagem e semelhança de Deus em sua vida. Estamos vivendo, sem dúvida alguma, o final dos tempos. A Segunda Vinda de Cristo se aproxima. Resistamos a essa onda de imoralidade e preguemos o genuíno Evangelho, que verdadeiramente transforma vidas.

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