Recorde de frio atinge todo o mundo

Defensores do aquecimento global ficam presos em geleira na Antártica

Recorde de frio atinge todo o mundoEm dezembro e janeiro, uma onda de frio cobriu 40% dos Estados Unidos, todo o Canadá e toda a Europa, quebrando recordes de baixa temperatura e levando centenas de pessoas à morte. Só na Rússia, foram mais de 100 mortos; e nos Estados Unidos, dezenas morreram por causa do frio nos meses de dezembro e janeiro. Para se ter uma ideia do impacto térmico dessa onda de frio, no dia 6 de janeiro, enquanto no Polo Sul a temperatura registrada era de 34 graus negativos, ela chegou no mesmo dia a 53 graus negativos no Estado de Montana, no Noroeste dos EUA. E mais: essa temperatura só foi um pouco mais baixa do que as temperaturas registradas no mesmo dia nos Estados norte-americanos de Dakota do Norte, Dakota do Sul e Minnesota.

Em setembro de 2013, os serviços de meteorologia europeus já anunciavam que o frio deste inverno no hemisfério norte seria o mais forte dos últimos 100 anos. O meteorologista alemão Dominik Jung, por exemplo, afirmou que “o inverno de 2013-2014 será marcado por um frio anormal. As temperaturas mais baixas serão registradas em janeiro e fevereiro, afastando a hipótese de um degelo em março. E o tão esperado calor não deverá chegar à Europa antes do mês de abril”. Antes disso, em 29 de maio do ano passado, os serviços de meteorologia europeus já haviam avisado que o verão de 2013 na Europa seria o mais frio dos últimos 203 anos, e assim foi. E neste final de ano, o frio também chegou à Ásia. Na Índia, por exemplo, as temperaturas chegaram a zero grau. Só no Estado indiano de Utter Pradesh morreram de frio, na noite de 24 de dezembro de 2013, cerca de 30 pessoas. A China também esfriou muito, mas até o fechamento desta edição, o recorde de frio do recente inverno de 2012-2013 ainda não havia sido batido. No último inverno, foram quase 20 graus negativos em Pequim e 40 graus negativos na Mongólia Interior.

No Brasil, o mês de julho de 2013 registrou o maior frio naquele mês no Rio Grande Sul desde 1916, segundo o MerSul; e o maior frio em São Paulo nos últimos 52 anos, com sensação térmica chegando, em um dos dias, a zero grau.

Como muito cientistas têm afirmado nos últimos anos, diferentemente do que pregam os defensores da tese – charmosa socialmente, mas inverossímil – do aquecimento global a verdade é que o mundo está esfriando nos últimos anos. Só para se ter uma ideia, há três anos e meio, mas precisamente em agosto de 2010, os cientistas registraram a temperatura mais baixa já registrada em toda a história de medições de temperatura no mundo. Naquele mês, na Antártica, os termômetros chegaram a incríveis 93 graus negativos, simplesmente cerca de 50 graus mais frio do as temperaturas do Alasca e da Sibéria. O recorde anterior de baixa temperatura em toda a história era de 89,2 graus negativos, também na Antártida, registrado em 1983.

A atual onda de frio produziu até histórias curiosas. Uma delas foi a de um criminoso que fugiu do presídio de Lexington, no Estado de Kentucky, mas, não suportando o frio do lado de fora, voltou espontaneamente para a cadeia para não morrer congelado. Uma outra história, também curiosa e irônica, envolve os defensores da tese do Aquecimento Global Antropogênico e Irreversível – isto é, adeptos da tese de que o mundo está passado por um período de aquecimento irreversível provocado pelo homem. A tese tem perdido cada vez mais adeptos nos últimos anos devido à sua inconsistência lógica e científica, mas ainda é defendida por alguns que se deixam levar pelas fantasias que se passam por ciência séria. Eles são geralmente atraídos pelo charme e o idealismo do movimento, pela ideia de que estão envolvidos em uma causa realmente nobre.

Liderados pelo cientista Chris Turney, professor de “Mudanças Climáticas” da universidade australiana de New South Wales, um grupo de defensores do aquecimento global provenientes de vários países viajou para o outro lado do planeta, o Antártico, ao sul, para gravar imagens do degelo – que são comuns nessa época naquela região – objetivando usá-las em suas campanhas pró-teoria do aquecimento global. Como documentado em entrevistas, Turney havia, inclusive, previsto um grande derretimento de geleiras no Antártico para este ano. Só que, chegando lá, se navio MV Akademik SchoKalkiy ficou preso nas geleiras do  Antártico, que estavam com uma espessura bem maior do que a esperada por ele e toda a sua equipe de “aquecimentistas”.

Para não morrerem ali, eles tiveram que pedir um resgate às 5h da madrugada de 25 de dezembro. Um outro navio que estava na retaguarda deles sequer conseguiu chegar até onde estavam para ajudá-los. Eles foram socorridos pelo helicóptero do navio quebra-gelo chinês Xue Long (“Dragão da Neve”) e depois pela Guarda Costeira dos Estados Unidos, uma vez que o Xue Long acabou também preso no gelo.

A verdade é que o frio na Antártica tem aumentado nos últimos anos, com aumento regular da camada de gelo na Antártica.

Afinal, estávamos passando por um “aquecimento global” e agora estamos passando por uma nova “Era do Gelo”? Se falava tanto de “aquecimento global”, e agora estão falando de “mudanças climáticas”. O que é certo? O que está acontecendo?

Na verdade, mudanças climáticas sempre ocorreram, só que o termo só passou a ser mais usado agora por alguns cientistas que reconheceram ser insustentável a tese do aquecimento global, que não passa de mero “ecoterrorismo”. Simplesmente, a Terra passa costumeiramente por períodos de esfriamento e aquecimento. Estava aquecendo e agora está esfriando, e não é verdade que existe uma tendência de aquecimento em um plano muito maior. Os “aquecimentistas” tentam provar esse aquecimento em um espaço de tempo maior excluindo de seus cálculos referentes a alguns anos supostamente mais quentes os dados de temperatura da Rússia, Sibéria e em outros pontos mais frios da Terra.

Cientistas e ecologistas alarmistas sempre irão existir para ganhar dinheiro com causas ecológicas exageradas; entretanto, devemos sempre nos lembrar que o Criador disse a Noé sobre a Terra: “Enquanto durar a Terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite” (Gênesis 8.44). “Frio e calor”: ou seja, mudanças climáticas sempre existiram desde que o mundo é mundo e continuarão a existir. Um calor abrasante e escaldante no mundo todo só aparece escatológicamente na Bíblia como um juízo divino que durará só um determinado tempo e ocorrerá apenas durante a Grande Tribulação (Apocalipse 16.9).

Portanto, nós, cristãos, devemos ter cuidado e evitar teses falaciosas “ecoterroristas”. Devemos ser ecologicamente corretos, sendo contra a poluição e o desperdício, o que é bíblico, mas não defensores de qualquer tese alarmista da moda que, depois, se mostra furada. Nossa bússola e equilíbrio é a Bíblia.

Por, Mensageiro da Paz.

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