Jesus era isento de pagar impostos?

O jovem Davi ficou isento de pagar impostos por ter matado o gigante Golias (1 Samuel 17.25), por este motivo o Senhor Jesus ficou livre de pagar o imposto do Templo, pelo fato de ser descendente de Davi (Mateus 17.25)?

Jesus era isento de pagar impostosÉ seguro afirmar que os textos de 1 Samuel 17.25 e Mateus 17.25 não guardam qualquer relação entre si. E isto se diz com diversos fundamentos. O primeiro texto faz referência a uma suposta isenção de natureza civil. Os homens de Israel disseram a Davi, sobre Golias: “Há de ser, pois, que ao homem que o ferir o rei enriquecerá de grandes riquezas, e lhe dará a sua filha, e fará isenta de impostos a casa de seu pai em Israel”. O segundo texto cuida do imposto que era pago ao templo de Jerusalém, portanto, uma obrigação religiosa. São tributos de naturezas distintas.

O estuprador e sua vítima

Como entender Deuteronômio 22.28 e 29, em que a medida disciplinar de um homem que violentasse uma virgem deveria ser o seu casamento com a vítima?

O estuprador e sua vítimaDiz o texto de Deuteronômio: “Quando um homem achar uma moça virgem, que não for desposada, e pegar nela, e se deitar com ela, e forem apanhados, então o homem que se deitou com ela dará ao pai da moça cinquenta siclos de prata; e porquanto a humilhou, lhe será por mulher; não a poderá despedir em todos os seus dias” (Deuteronômio 22.28,29). Para entendermos melhor o assunto, devemos reportar-nos aos versículos 23 a 27 do mesmo capítulo. Nesse texto, vemos três casos de relações sexuais ilícitas.

A visão evangélica sobre Maria

A visão evangélica sobre MariaO Evangelho de Lucas inicia-se contando um pouco da mulher mais Agraciada que já existiu na face da terra. Maria era uma camponesa simples que como outra qualquer, tinha os seus afazeres domésticos, mesmo a sua família e toda a nação de Israel estando debaixo do poder de Roma, imperialisticamente o povo estava dominado.

E Herodes querendo ganhar a confiança dos Judeus, logo tratou de professar a fé judia, para que fosse favorável aos judeus. Concomitantemente, percebeu também o grande temor que eles tinham pelo templo que fora construído por Salomão, demolido por Nabucodonosor, reerguido por Zorobabel, então Herodes tratou de reformá-lo.

Começou fazer grandes empreendimentos, construções magníficas em várias cidades segundo as tendências helenísticas visto que o grego havia se globalizado. Só que essas obras custaram uma enorme quantidade de dinheiro, e ele estava lidando com cidades que havia passado por guerras civis, por isso o povo estava sufocado com tantos impostos e tributos a pagar.

Igrejas liberais morrem nos EUA

Megaigreja no Tennesse perdeu 89% de sua membresia após liberalizar

Igrejas liberais morrem nos EUADesde 2015, pesquisas têm mostrado que as igrejas evangélicas nos Estados Unidos que aderiram ao liberalismo teológico e social, defendendo bandeiras como ecumenismo e o “casamento” homossexual, têm definhado em sua membresia. O caso mais gritante é o de uma antiga “megachurch” (mega igreja), como era considerada a Igreja GracePointe em Franklin, Tennessee.

Segundo o jornal Christian Head Lines, em sua edição de 14 de novembro de 2017, essa igreja, que decidiu em 2015 realizar “casamentos” de pessoas do mesmo sexo, está vendendo seu campus e se mudando para um espaço alugado menor depois de ver um declínio enorme em sua membresia e na assistência aos cultos após essa decisão de pouco mais de dois anos atrás.

Depois de o pastor Stan Mitchell, da Igreja GracePointe, anunciar seu apoio ao movimento LGBT em 2015, a adesão da igreja caiu simplesmente para muito menos da metade em apenas dois anos. A participação das pessoas nos cultos era antes de cerca de 2,2 mil pessoas, com as reuniões menos concorridas tendo um comparecimento mínimo entre 700 a 800 pessoas por culto. Hoje, o culto mais concorrido chega no máximo a cerca de 240 participantes, de acordo com um artigo publicado no jornal “The Christian Post” em 14 de novembro. Isso representa 11% da assistência às reuniões no auge da igreja, antes de seu pastor aderir ao liberalismo. Os membros da Junta de Anciãos da igreja também deixaram a igreja.

Salomão e José no foco da arqueologia

Achados da Fortaleza de Salomão e túmulo de José desmentem céticos

Salomão e José no foco da arqueologiaRecentemente arqueólogos descobriram dois valiosos achados que podem servir como um “divisor de águas” e indicar novos caminhos para futuras descobertas no local onde os homens costumavam adorar ao único Deus e presenciar seus milagres.

O cineasta Timothy Mahoney e sua equipe formada por pesquisadores divulgaram a descoberta de algo que pode confirmar a narrativa em torno da vida do patriarca José, que foi vendido como escravo pelos irmãos e acabou primeiro ministro do Egito. O cineasta disse em uma entrevista ao site de notícias World Net Daily (WND) do seu documentário intitulado “Patterns of Evidence: Exodus” e do lançamento de um livro com detalhes de sua viagem arqueológica. “Comecei há 12 anos uma aventura uma busca pelo caminho do Êxodo. Eu queria mostrar tudo. Mas quando cheguei ao Egito e conversei com egiptólogos e estudiosos, eu ouvi de um deles: ‘Você não sabe que o Êxodo nunca aconteceu? Não há provas disso’”, relata.

Impedimento ao avanço

Impedimento ao avançoTendo a Bíblia Sagrada a mensagem divina para humanidade e sendo a Igreja o organismo vivo edificado pelo próprio Senhor Jesus para propagação de seu Reino, que fatores poderiam impedir que a sociedade reconhecesse o Cristo na igreja?

Inicialmente, destaca-se que é missão da Igreja a propagação do Evangelho por meio da pregação (Marcos 16.15; Mateus 28.19,20). Neste sentido, o crer está ligado, indiscutivelmente, à exposição das verdades escriturísticas, pois é imprescindível a pregação para a conversão (Romanos 10.14), sendo “formosos os pés dos que anunciam o Evangelho da paz.” (v. 15). Assim, é certo que a falta de pregação bíblica impede o avanço do Reino. Contudo, vejamos outro fator.

Considerando então que a Igreja cumpra fielmente a missão da anunciação do Evangelho, haveria algum outro fator que pudesse impedir o reconhecimento, por parte dos incrédulos, de que os cristãos são, de fato, discípulos de Cristo? Conforme os ensinamentos de Jesus, sim.

EUA reconhem Jerusalém como capital de Israel e nações se dividem

Mídia, líderes da União Europeia e ONU se opõem à decisão, confirmando sua oposição a Israel; falácia de que tudo vai piorar não se sustenta

EUA reconhem Jerusalém como capital de Israel e nações se dividemO presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, sendo mais uma vez fiel às suas promessas de campanha (algo raro para políticos profissionais, algo que ele, de fato, não é), entrou definitivamente para a história da humanidade ao reconhecer, em 6 de dezembro último passado, a cidade de Jerusalém como capital do Estado de Israel. A decisão impactou especialmente o mundo islâmico, que se opõe, em sua esmagadora maioria, à existência do Estado de Israel.

Ao reconhecer Jerusalém, Trump apenas fez cumprir uma lei aprovada pelo Congresso norte-americano em 1995, portanto há mais de 22 anos, que estabelecia o reconhecimento de Jerusalém como capital indivisível do Estado de Israel e a consequente transferência da embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém. Na época dessa aprovação, o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, que estava no primeiro de seus dois mandatos presidenciais, não fez cumprir a lei, usando uma cláusula que permitia que o presidente, alegando segurança nacional, poderia adiar o reconhecimento e a transferência da embaixada norte-americana. Seus dois mandatos se passaram e ele não cumpriu a lei. Vieram, então, dois mandatos do presidente George Bush e o mesmo aconteceu. Em seguida, dois mandatos de Barack Obama e tudo continuou na mesma – com o detalhe de que tanto Clinton quanto Bush e Obama prometeram, em suas respectivas campanhas presidenciais, autorizarem o reconhecimento de Jerusalém e a transferência da embaixada, mas todos eles se esquivaram. Trump, no primeiro ano de mandato, cumpriu a promessa.

Eis que faço uma coisa nova

Eis que faço uma coisa nova“Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo” (Isaías 43.19). Um novo ano inicia-se e com ele, muitas expectativas. Esse é um momento em que, normalmente, nós paramos para refletir e fazer um balanço acerca de nossa vida: o que representou o ano que se findou e o que de bom podemos aproveitar dele; promessas de Deus que se cumpriram; momentos de conquistas e sucesso na vida profissional; realizações do que foi planejado; maior aproximação com Deus e maior envolvimento nos trabalhos da Igreja; alegrias na família; enfim, vemos que o ano teve muitas bênçãos. Se realmente tudo isso aconteceu, temos muitos motivos para agradecer a Deus.

Mas, é possível que em alguns aspectos o ano deixou a desejar e, até mesmo, promessas de Deus não se cumpriram. É possível que tenha havido muitos momentos de lágrimas ou perdas significativas; a frustração de não realizar o que se planejou; as lutas e ansiedades que trouxeram certo afastamento de Deus; as muitas atividades seculares que impediram uma maior atuação nos trabalhos da Igreja; ou, quem sabe, surgiram problemas na família. Enfim, é possível que, em nosso ano de 2017, não tenha acontecido o que se esperava e, quem sabe, até vem à mente o pensamento de que nosso relacionamento com o Senhor Jesus poderia ter sido melhor.

Os pilares da fé pentecostal

Os pilares da fé pentecostalSou pentecostal desde a minha mais tenra idade. No breve percurso da minha de fé pude, por algumas vezes, ouvir mensagens que ressaltavam o teor da fé pentecostal. Quem de nós já não ouviu pregadores mais experientes frisando que a igreja do século passado cresceu baseada na perspectiva maravilhosa de que Jesus Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo e em breve voltará para arrebatar sua Igreja? De fato, não restam dúvidas de que esses pensamentos fizeram com que a igreja ganhasse notoriedade no cenário brasileiro; a história pode comprovar e atestar isso.

Com o passar dos anos alguns pontos da fé pentecostal foram deixados de lado, enquanto outros foram mais notabilizados. Na verdade, o atual movimento pentecostal falha por esquecer ou não fazer menção do por que da ação do Espírito Santo operar no meio da Igreja. Neste caso, em nossos dias, muitas instituições dão muita vazão aos milagres e fenômenos promovidos pelos milagreiros e pouca importância a mensagem da cruz que enaltece o milagre da salvação.

Spurgeon e seu Tesouros de Davi

Spurgeon e seuTesouros de DaviNeste final de ano, a CPAD está lançando no Brasil, de forma inédita, a obra magna do pastor inglês Charles Haddon Spurgeon, denominado por muitos evangélicos “O príncipe dos pregadores” em sua geração. Trata-se da obra Tesouros de Davi, contendo milhares de páginas onde todos os salmos bíblicos são abordados versículo por versículo por esse célebre pregador batista. O empreendimento, por si só, já é um indicativo da grandeza da obra. No entanto, para compreender melhor a importância desta obra, é preciso conhecer seu autor.

Spurgeon nasceu em Kelvedon, Essex, Inglaterra, em 19 de junho de 1834, e converteu-se a Cristo aos 15 anos, em Colchester, no dia 6 de janeiro de 1850. Em 3 de maio do mesmo ano, foi batizado nas águas no Rio Lark, em Isleham. Desde cedo, Spurgeon manifestou sua vocação para a pregação e o ensino bíblico. Ele pregou seu primeiro sermão na casa de uma família rural em Teversham, quando contava com apenas 16 anos, ou seja, com um ano de fé. Em 12 de outubro de 1851, aos 17 anos, pregou pela primeira vez em um templo, na Capela Batista Waterbeach. Em 18 de dezembro de 1853, aos 19 anos, pregou pela primeira vez em Londres, na Capela New Park Street, igreja da qual assumiria o pastorado em 28 de abril do ano seguinte, dois meses antes de completar 20 anos. Na época, aquela igreja contava com 232 membros. Em 7 de janeiro de 1855, um dia antes de casar com Susanah Thompson, Spurgeon teve pela primeira vez um sermão seu publicado em jornal. Com o passar do tempo, se tornaria um hábito dos jornais londrinos publicar os sermões dominicais dele.

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