Dissonâncias no conceito de família

Dissonâncias no conceito de famíliaUm dos temas mais ventilados pela mídia atual relaciona-se a definição de família e as dissonâncias sofridas durante a história. Muitos reproduzem o que ouvem e outros nem isso: partem de suas deduções empíricas. Como contribuição etimológica, registro alguns autores e suas colaborações.

Silvério Bueno (1989, p. 288) considera a família o conjunto de pai, mãe e filhos, pessoas do mesmo sangue, descendência, linhagem; Champlin (2011, p. 680) afirma que “a palavra família usualmente refere-se a um grupo de pessoas relacionadas entre si por laços de parentesco ou de matrimônio”. Bentho, ao referir-se à constituição de família, destaca: “… núcleo familiar a priori foi composto por um homem e uma mulher. Mais tarde, acrescentou-se ao casal os filhos gerados dessa união. A partir do nascimento dos primeiros filhos, a família tornou-se o primeiro sistema social no qual o ser humano é inserido” (BENTHO, 2010, p.25). Segundo o antropólogo STRAUS, apud TOLENTINO (2012, 361), “família é uma palavra que serve para designar um grupo social possuidor de, pelo menos, três características: 1- tem sua origem no casamento; 2- é constituído pelo marido, esposa e pelos filhos provenientes de sua união, embora seja lícito conceber que outros parentes possam encontrar o seu lugar próximo ao núcleo do grupo; 3- os membros da família estão unidos entre si por a) laços legais; b) direitos e obrigações econômicas, religiosas ou de outra espécie; c) um conjunto bem definidos de direitos e proibições sexuais; e uma quantidade variada e diversificada de sentimentos psicológicos tais como amor, afeto, respeito, reverência, etc.” (STRAUS, op.cit.,p.361)1.

É correto usar cruz como símbolo ou mesmo adereço?

Qual deve ser a nossa posição quanto ao uso da cruz? Quem a instituiu como símbolo da Igreja? Seu uso não seria idolatria?

É correto usar cruz como símbolo ou mesmo adereçoNo seu historicismo não havia qualquer sacralidade quanto à cruz. Estudiosos falam sobre aproximadamente seis tipos de cruzes: (1) a cruz simples, contendo um pilar único e uma estaca horizontal; (2) a cruz de Santo Antônio, a qual se configurava na forma de um “T”; (3) a cruz de Santo André, na forma de um “X”; (4) a cruz de São Jorge, contendo apenas dois pedaços de tamanho iguais; (5) a cruz tripla, que eram postas em fileiras, a partir do século V usadas pelos sacerdotes; (6) a cruz latina, crux immissa, que, segundo a tradição cristã primitiva, Jesus foi crucificado nesse tipo de cruz, e a base para tal afirmação deriva da inscrição que nela foi feita (Mateus 27.37; Marcos 15.26; Lucas 23.38).

É proibido o cristão cobrar juros?

O texto que orienta os judeus a não cobrarem juros de seus compatriotas (Deuteronômio 23.19, 20), vale hoje em dia para a Igreja?

É proibido o cristão cobrar jurosO texto de Deuteronômio 23.19, 20 trata do amor prestativo e sociável que deveria distinguir o povo de Deus de outros povos. Esta realidade está descrita também em Deuteronômio 22.1-4, e, tem por finalidade demonstrar que as ações de bondade não podem visar lucro quando seu objetivo busca aliviar a dor de seu irmão. O versículo 19 destaca que os empréstimos eram normalmente feitos com o objetivo de aliviar uma necessidade pessoal e não poderiam ser tratados como oportunidade de lucro ou vantagem entre o povo de Deus. Aqui há um princípio bíblico que orienta não desejar lucro no ato da caridade.

Declaração ou profecia?

Declaração ou profeciaHoje em dia é possível ver de tudo um pouco nos arraiais evangélicos: desde bizarrices a sandices em nome da fé e da manipulação das massas. A moda agora, embora não seja nenhuma novidade, é a famosa frase dita por pregadores evangélicos: “vire para o seu irmão e profetize”. Embora, a meu ver, interagir com o ouvinte não seja de todo ruim, classificar como profecia tais palavras é perigoso demais. Geralmente tais falas, são oriundas da falta de conteúdo bíblico do pregador durante a exposição da mensagem. Para preencher tempo e envolver emocionalmente a plateia, esses preletores lançam mão dessas táticas e falas que na sua maioria, servem apenas para provocar emoções e frenesi na assistência.

Atual situação da Síria cumpre Isaías 17?

Conflito insufla fakes na internet que levantam questões bíblicas

Atual situação da Síria cumpre Isaías 17As consequências do bombardeio sob as ordens do presidente Bashar al-Assad realizado no dia 18 de fevereiro foram devastadoras para os habitantes de Ghouta Oriental (região localizada ao leste e sul de Damasco). A região afetada é o último reduto dos rebeldes contra o governo sírio e o saldo do ataque é assustador: morreram mais de 600 pessoas, entre as vítimas foram contabilizada muitas crianças. As cenas de abandono e do choro dos pequenos, veiculadas pela mídia, têm comovido o mundo inteiro.

Aprisionados pela embromação

Aprisionados pela embromaçãoOs versículos 15 e 16 de Gênesis 19 fazem parte da história do livramento dado por Deus ao justo Ló, quando da destruição de Sodoma e Gomorra. Porém, tomo o referido texto no sentido de fazer uma reflexão específica sobre uma condição que infelizmente aflige inúmeras pessoas, levando-as a prejuízos econômicos, sociais, familiares, profissionais e espirituais. Trata-se da morosidade, da embromação, do embaraço diante das ações que se apresentam urgentes. O registro sagrado destaca: “como, porém se demorasse”.

Por prisma contraditório, já li e já ouvi citações e axiomas que fazem referência à necessidade de observarem-se criteriosamente os projetos e ideais para que as ações não sejam precipitadas. Decisões impensadas podem redundar em prejuízos também. Logicamente quando existe urgência para tomadas de atitudes, não significa que as tais dispensem de antemão, a prudência, a avaliação dos riscos ou a percepção se os projetos são sólidos e de expectativas de bons resultados. Podemos então deduzir que tanto a precipitação quanto a morosidade são dois polos que precisam ser evitados.

A Bíblia explica a razão da crescente onda de violência em nosso país

Número de homicídios no Brasil ultrapassa os 60 mil, o de estupros também e o de assaltos continua crescendo; há razões lógicas e bíblicas para isso

A Bíblia explica a razão da crescente onda de violência em nosso paísO Brasil é o país com o maior número de mortes violentas no mundo. Segundo levantamento da entidade Small Arms Survey, na Suíça, divulgado há pouco mais de três meses, das 560 mil mortes violentas pelo mundo em 2016, 12,5% delas foram somente no Brasil, tornando o nosso país o mais violento de todos. Oficialmente, segundo o governo brasileiro, foram registrados 61.619 homicídios no Brasil em 2016, mas, segundo os especialistas, o número é bem maior: cerca de 70 mil. Porém, mesmo se considerarmos só os números oficiais do governo brasileiro, isso já dá incríveis 169 assassinatos por dia no país, ou seja, sete por hora.

CGADB e Assembleias de Deus no Japão firmam acordo

Criado o Brazilian District Council e Elad marca AGE da Comadeja

CGADB e Assembleias de Deus no Japão firmam acordoNo dia 28 de fevereiro, no estado de Kanagawa-ken, cidade de Yudawara-shi, aconteceu um evento que marcou a história das Assembleias de Deus Japonesas (JAG), Convenção de Ministros das Assembleias de Deus do Japão (Comadeja) e Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB): a criação do Brazilian District Council, formado pelos missionários brasileiros sediados no Japão.

O projeto referente ao acordo entre as Convenções iniciou-se com a ida do pastor José Wellington Bezerra da Costa, então presidente da CGADB, ao Japão, no mês de agosto de 1996, juntamente com o pastor Carlos Padilha de Siqueira (inmemorian); ocasião em que se reuniram 24 líderes atuantes no Japão. No ano de 1997, em São Paulo, por ocasião do Congresso Mundial das ADs, por iniciativa do pastor José Wellington, então presidente da CGADB, e do presidente da Japan Asssemblies Of God, pastor Ito Akiei, somando-se ao desejo da liderança das ADs brasileiras sediadas no Japão, iniciou-se o projeto da criação do Concílio Distrital Brasileiro junto à Convenção japonesa. Foi necessário um tempo de oração, estudos e aproximação das partes através da Comadeja, que é um braço da CGADB no Japão, liderada pelo pastor Gessival Rui Freitas Barbosa.

Ainda te falta uma coisa

Ainda te falta uma coisa“E, quando Jesus ouviu isso, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa: vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” (Lucas 18.22).

Estamos diante de alguém que acreditava na vida eterna. Trata-se de um jovem que desfrutava de uma boa vida, pois era rico e muito correto. Ao acreditar na vida eterna, entendia existir dois lados: um de gozo, que é o céu, e outro de sofrimentos, que é o inferno. Dois pontos me chamam a atenção no fato desse jovem procurar Jesus: (1) desejava desfrutar a vida eterna no céu; (2) entendia que Jesus era a pessoa correta que o orientaria a alcançar o que desejava.

Demolições de várias igrejas e mortes de missionários pelo mundo

Demolições de várias igrejas e mortes de missionários pelo mundoNo mês de setembro, as igrejas evangélicas do Brasil costumam se mobilizar em programações de conscientização missionária nas liturgias dos cultos que realizam. É que no segundo domingo do mês se celebra o Dia Nacional de Missões, este ano, dia 10 de setembro. Momento em que os cristãos são convidados a refletir sobre o papel e o posicionamento da Igreja com relação a alcançar os povos do mundo com as Boas Novas do Evangelho. Os motivos para celebração se dão pelo fato de que muitos são os cristãos e igrejas verdadeiramente mobilizados em prol do cumprimento do Ide do Senhor, conforme ordem dada por Ele, registrada pelo evangelista Marcos, capítulo 16, versículo 15, no Livro que leva seu nome: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”.

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