Os atentados em Paris e as profecias

Os atentados em Paris e as profeciasQuadro atual aponta para cumprimento das profecias bíblicas sobre o fim

O 13 de novembro de 2015 entrará para a história como o dia em que o Ocidente, após o maior ataque terrorista da história da Europa, com quase 150 mortos, deu a sua maior guinada rumo a um regime de menos liberdade em nome da segurança. Que fique claro: as medidas tomadas agora pela França, vítima desta vez, como em janeiro, dos radicais do Estado Islâmico, não são equivocadas. Se tivessem sido implementadas desde os atentados de janeiro na mesma Paris, provavelmente os atentados do mês passado não teriam ocorrido. Entretanto o governo socialista Farnçois Hollande, em nome do politicamente correto, com medo de ser taxado de “islamofóbico” por uma parte da imprensa e pela própria população islâmica no país, que é cada vez maior, não tomou medidas maiores de segurança após o ataque de janeiro e deu no que deu. Ficou nítida mais uma vez a facilidade com que os terroristas conseguem perpetrar seus ataques na capital francesa apenas dez meses depois do anterior. Uma facilidade que eles não encontrariam nos Estados Unidos de hoje, por exemplo.

A Europa está em guerra, medidas extremas de segurança são exigidas. Neste caso agora, fechamento de mesquitas suspeitas de pregar o radicalismo, mais segurança nas ruas, monitoramento constante de suspeitos etc. Fala-se até em colocar tornozeleiras eletrônicas nas mais de 11 mil pessoas suspeitas de ligações com terrorismo islâmico na França, o que alguns já consideram um exagero.

Diante deste quadro, três coisas chamam a atenção, as quais estão relacionadas às profecias bíblicas.

O século 20 terminou e o século 21 começou com previsões equivocadas da maioria dos analistas internacionais de política e economia dizendo que, com o fim da Guerra Fria, o Ocidente entraria em um processo longo sem guerras e com prosperidade. Entretanto, não é isso que a Bíblia Sagrada vaticinara para o fim dos tempos. Pela própria maldade no coração humano, Jesus anunciou Seu Sermão Profético em Mateus 24.6, 7 que haveria ainda mais guerras e rumores de guerras na proximidade do final dos tempos, e é isso que estamos vendo.

O século 21, nesse sentido, não começou melhor que o século 20, nem melhor que o século 19 e assim por diante. Ainda em 2001, os EUA, a maior potência ocidental, sofreu o maior ataque a seu território desde dos ataques a Pearl Harbor na Segunda Guerra Mundial, e teve que ir à Guerra.

Londres, Madrid e França duas vezes sofreram atentados terríveis. Os conflitos na África nas duas primeiras décadas deste século chocam o mundo, com mais de um milhão de mortos. E o que falar dos conflitos nos países islâmicos, no Oriente Médio, na Síria e no Iraque? E as crises econômicas? E a ascensão de regimes socialistas na América Latina? Será que estamos tão bem assim? Mais uma vez, os analistas de plantão perdem para a Bíblia.

Em segundo lugar, esse novo tipo de guerra iniciado no século 21 – a guerra contra o terror, contra grupos terroristas que se infiltram nas nações – forçam as nações a exercerem um maior controle sobre a vida das pessoas. Repetimos: isso é necessário. Mas, curiosamente, tais medidas acabarão ajudando a criar um sistema de controle de informações mundiais com um banco de dados perfeito que nenhum regime ditatorial da história sonhou conseguir e que estará à disposição do Anticristo quando ele surgir.

A Bíblia diz em Apocalipse 13.16, 17 que o Anticristo terá um controle sobre as pessoas em todo o mundo. Ora, tal controle só pode ser possível se um sistema de controle de informações global for criado. A internet, o fenômeno da globalização e as medidas de combate ao fenômeno crescente do terrorismo no mundo nas últimas décadas são fatores que fazem com que, consciente ou inconscientemente, as nações caminhem para a criação desse sistema perfeito. E pela situação atual, tal medida se torna necessária. Não há como se opor terminantemente a ela. O que chamamos a atenção aqui apenas é justamente para o fato de que todas as coisas caminham inexoravelmente para o cumprimento das profecias bíblicas.

Por, fim um outro ponto que chama a atenção é o fenômeno crescente do radicalismo islâmico nas últimas décadas inflou o número de cristãos mortos por causa da sua fé no mundo. Isso também foi profetizado por Jesus (Mateus 24.8-10). Como se não bastassem a histórica perseguição aos cristãos em países comunistas e a constante guerra do secularismo contra o cristianismo no Ocidente, tentando amordaçar os cristãos, temos dezenas de milhares de cristãos assassinados no mundo por causa da sua fé pela instrumentalidade de regimes ou grupos islâmicos. As profecias, novamente, se cumprem à risca. Jesus está voltando. Você está preparado?

Estado Islâmico utiliza YouTube para incitar ódio

Os estudiosos já apontam o YouTube como uma ferramenta eficaz para os militantes do Estado Islâmico (EI). A utilização de vídeos postados pelos guerrilheiros no site de compartilhamento ajudaram a popularizar o EI, principalmente entre os simpatizantes muçulmanos. Mas nem todos subsistiram, alguns foram retirados do ar devido às cenas de extrema violência (decapitações, pessoas queimadas vivas etc.). Embora o horror fosse preponderante, esses materiais tiveram milhares de visualizações.

Os especialistas dizem que o uso da internet na divulgação da violência contribuiu também na arregimentação de novos “recrutas” em outras nações. A facção terrorista Hamas (tão letal quanto o EI) tem conseguido também atrair a atenção dos jovens muçulmanos. Uma dramatização publicada no YouTube incita os palestinos para o início de uma “intifada”, ou seja, uma guerra civil. O argumento para a violência foi o de sempre: “Livrar Jerusalém de seus invasores [os judeus]”.

O material postado no dia 6 de outubro mostra dois judeus sendo assassinados a facadas por um palestino. Na dramatização, os judeus estão vestidos com roupas típicas e agridem meninos palestinos. O local da violência são as ruas estreitas da Cidade Velha de Jerusalém. Neste momento, surge um jovem árabe, identificado como palestino devido ao lenço que traz consigo. Munido de uma faca de caça, ele atinge um judeu no coração e outro na garganta. O objetivo da dramatização é clara: incitação ao ódio religioso.

Por, Mensageiro da Paz.

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