O “kit-gay”: um incentivo do governo à prostituição infantil

O “kit-gay” - um incentivo do governo à prostituição infantilA Educação, no Brasil, tem alcançado índices piores do que os de países mais pobres em diversos continentes. Segundo o relatório PISA, que avalia estudantes de 15 anos em leitura, matemática e ciência em 85 países, o Brasil está bem atrás, em 53º lugar. Bem atrás da China, da Bulgária, da Romênia, do México, do Uruguai e do Chile, por exemplo.

Em lugar de promover políticas públicas sérias, que elevem o nível educacional das crianças brasileiras, o Governo Federal, procurando imitar as nações do chamado “primeiro mundo” e se alinhar com a “Nova Ordem Mundial”, pretende levar a prostituição às crianças brasileiras, até nas escolas de ensino fundamental. É ação maligna, que supera a depravação que marcou a história de Sodoma e Gomorra. Estamos falando do “kit-gay”, aprovado em dezembro de 2010 e que começa a circular nas escolas públicas neste ano (2011).

Infelizmente, vemos uma verdadeira escalada em direção ao abismo moral sendo institucionalizada pelo Governo de nosso país através dos seus ministérios, que executam as políticas públicas, que fazem parte de seu programa de ação. O famoso e famigerado Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) resume o que há de pior, em termos de descalabro moral, desde que o Brasil foi descoberto.

Naquele “Programa”, que é um verdadeiro monstrengo jurídico, há 220 páginas com 2 anexos, 6 eixos orientadores, 25 diretrizes, 82 objetivos estratégicos e 521 ações programáticas, que incluem medidas governamentais visando, na prática, incentivar a prostituição em nossas crianças, sob o argumento falacioso do respeito às diferenças.

Recentemente, o deputado Jair Bolsonaro, do Rio de Janeiro, denunciou, na Câmara dos Deputados, que o governo, através dos ministérios da Educação e da Saúde, sob pretexto do propalado “respeito à diversidade”, mandou distribuir DVSs, ditos “escolares”, em que há, na prática, um incentivo à prática homossexual para alunos de 7, 8 e 9 anos. Isso mesmo! Se os sodomitas e os depravados de Gomorra ressuscitassem, ficariam estarrecidos com tamanha falta de respeito às crianças brasileiras.

Naqueles DVDs, que constituem o chamado “kit-gay”, há “histórias de amor” em que um adolescente, por nome Ricardo, vai ao banheiro e, ao ver um colega, apaixona-se por ele, e iniciam uma relação sexual. Nos vídeos, há a “história” de duas adolescentes que se apaixonam e beijam-se na boca. Qual a finalidade dessas “histórias”, que serão exibidas, no telão, em monitores de TV ou em telas de computadores nas escolas de ensino fundamental?

Essa escabrosa e vergonhosa medida “educativa” tem a finalidade de atender à campanha governamental, chamada “Escola sem Homofobia”, desenvolvida pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O objetivo é promover a “Agenda Gay”, atendendo às pressões dos grupos homossexuais do Brasil. Seus objetivos declarados ou disfarçados são de combater a “homofobia” nas escolas. Ou seja: as crianças devem ser “educadas” a aceitar de modo passivo que a homossexualidade é algo normal, e que não deve ser rejeitada por ninguém. E os pais que orientarem seus filhos a serem contra a homossexualismo? Devem ser considerados “homofóbicos”, e já há projetos de lei que objetivam levá-los a perder a guarda deles! Um pai cristão ou uma mãe cristã, que ensinar o que a Palavra de Deus diz acerca do homossexualismo, poderá ser ameaçado: o governo vai dizer através de seus agentes: “Se você não entregar seu filho para mim, vou processá-lo como homofóbico”.

Essa assombrosa escalada em defesa do homossexualismo teve apoio total mesmo e recursos no governo anterior de nosso país. Em novembro de 2010, mais de 300 milhões de reais foram aprovados para a “prevenção e combate à homofobia”, com o objetivo de financiar a produção e distribuição desse tipo de material tendencioso, que é o tal “kit-gay”.

Dentro em breve, está prevista a distribuição desses DVDs em todas as escolas públicas do país, mantidas com os impostos dos cidadãos brasileiros, que, em sua maioria, como mostram as pesquisas,, são esmagadoramente contra o homossexualismo. Os dados mostram 99% da população desaprovando essas prática. Porém, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que 99% dos brasileiros são homofóbicos e “precisam ser reeducados”. Nos governos ditatoriais, de Stalin, Pol-Pot, Mao Tsé-Tung e outros, foram levadas a efeito campanhas de “reeducação” sobre os que eram contrários às políticas governamentais.

A Secretaria de Direitos Humanos irá promover o empenho “pelos direitos das crianças e adolescentes (…) e pela livre orientação sexual”. Dentro dessa visão materialista, o “kit-gay” para crianças estará garantido. Tudo por amor “à livre orientação sexual”. A doutrinação homossexual, nas escolas, será obrigatória. Com essa visão, procura-se implantar, no Brasil, algo parecido com o que ocorreu na Rússia Stalinista. O Estado evocou para si o direito de intervir, de modo ditatorial, na educação das crianças, tirando dos pais o sagrado dever de educá-los segundo suas convicções éticas, morais e religiosas.

Se pessoas, usando seu livre arbítrio, desejam relacionar-se com pessoas do mesmo sexo, nem Deus as impede, ainda que tenha poder para fazê-lo. Cada um prestará contas de seus atos. Não se deve desrespeitar quem escolhe viver de modo contrário à Lei de Deus. No entanto, quando percebe-se, em nosso país, o esforço governamental para institucionalizar a iniquidade, o povo de Deus não deve ficar em silêncio.

Sabemos o que ocorreu com Sodoma e Gomorra, que foram sepultadas, no fundo do Mar Morto. Se os homens de bem da nação, de modo especial os que estão em postos de decisões no Congresso Nacional, nas casas legislativas estaduais e municipais, não despertarem para tamanho descalabro moral, o Brasil terá o mesmo fim das cidades malditas. É questão de tempo “O que há de vir, virá”. O Supremo Tribunal do Universo (STU) aguarda os que afrontam os princípios do Soberano do Universo.

Por, Elinaldo Renovato de Lima.

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