Milagre em bebê impressiona médicos no Sul do país

Após oração, recém-nascida é completamente curada de enfermidade respiratória grave e sem sequelas

Milagre em bebê impressiona médicos no Sul do paísEm setembro de 2007, a família Huther Paraíba recebeu uma grata surpresa. A irmã Janice descobriu que estava grávida. E como toda mulher que sonha com a maternidade, ficou muito feliz e realizada. Mal esperava pelo dia em que descobriria o sexo do bebê. Até que, em dezembro, através de uma ecografia, soube que era uma menina. Junto com o esposo, Ricardo Martins Paraíba, escolheram um nome para a criança: Emilly.

Com a gravidez tranquila, a família estava contente. “Meu pai, evangelista Janiro, comprou de presente para ela uma Bíblia. Todos compravam presentes. Tudo o que uma criança precisa foi comprado. Enquanto isso, sempre orávamos a Deus para que ela fosse saudável e perfeita”, conta irmã Janice.

Mas, em abril de 2008, a história tomou outro rumo: a gravidez se complicou. “Comecei e perder líquido amniótico, mas meu médico falou que não era para me preocupar. Ainda assim, sentia que algo estava errado e até sugeri ao médico que fizesse uma cesária”, conta.

A partir daquele dia, Janice ficou em repouso  e a cesária foi marcada para o mesmo mês. No dia marcado, ela foi para o hospital confiante em Deus que tudo iria dar certo. A operação ocorreu bem e ela foi levada para o quarto. “Estava ansiosa para ver minha filha. Porém, a partir daí, tiveram início as horas de maior angústia da minha vida. Perguntei ao meu esposo porque não tinham trazido Emilly para o quarto onde eu estava, já que as outras mães que estavam no mesmo quarto estavam com seus bebês. Ele me respondeu que iriam trazê-la”, lembra.

Pouco tempo depois, irmão Ricardo chegou com a triste notícia. “Ele me falou que ela não viria para o quarto, porque não estava conseguindo respirar e foi preciso intervenção médica e uso de aparelhos. Ele teve de ficar na UTI pra que observassem o que realmente estava acontecendo com ela”. Recém operada, Janice não poderia ver a filha naquela noite. “Senti uma angústia enorme e comecei a clamar a Deus para que nos desse vitória naquela luta, que não houvesse nada de grave com Emilly”, relata Janice.

No outro dia, os médicos informaram que Emilly estava com hipertensão pulmonar, causada por infestação de uma bactéria. “como estava com perda de líquido aminiótico no último mês de gestação, a bactéria acabou entrando em minha bolsa automaticamente atingindo o bebê. Ficamos apavorados. Parecia que o mundo tinha desabado sobre nós. Não estava entendo esse problema. Cuidei-me tanto durante a gravidez, sempre sob orientação medica… Nem meu ginecologista entendeu a situação”, recorda Janice.

A situação do bebê era muito grave. Emilly corria risco de morte. “Risco de morte eminente. Nesses casos de pneumonia que evoluem para hipertensão pulmonar, como foi o caso da Emilly, só há, no máximo, 50% de chances de sobreviver. Ela estava muito mal, a ponto de chegar para os pais e dizer que não passava daquela noite”, esclarece o neomatologista que cuidou da menina, Leandro Meirelles Nunes.

“Algumas enfermeiras me diziam que eu tinha que me preparar para duas coisas. Diziam que não adiantava ficar velando em volta da minha filha. O inimigo chegou a jogar em minha mente o seguinte pensamento: ‘De que adianta ser crente e servir a Deus? Olha o que está acontecendo agora com você!’ Mas não dei ouvidos. Começamos a orar, sempre confiando em Deus, o Todo-poderoso. Vários irmãos e pastores oravam e diziam que isso era uma prova para nossa edificação e que Deus nos daria vitória”, jubila.

Um casal amigo da família foi visitá-la e, durante a oração, o Senhor falou com a irmã Janice que a doença de Emilly não era para morte, mas para vida. “As minha forças foram renovadas”, alegra-se. Logo após a oração, o quadro de Emilly começou a melhorar.

Emilly ficou na UTI por aproximada mente 25 dias. Na primeira semana, sobreviveu somente por respiração mecânica, sedada com fortes medicamentos. “Os médicos falavam que se ela realmente saísse daquela situação, teria consequências negativas para ela, já que o pulmão estava totalmente bloqueado, somente a espera de uma milagre de Deus”.

E foi o que aconteceu. Deus é extraordinário, tremendo e poderoso em tudo. Conhece cada um, por dentro e por fora e sabe exatamente o que é bom para nós, ainda que muitas vezes não entendemos os seus planos e mistérios. “Mediante o propósito firmado de minha parte e de meu esposo, de decisões tomas das por familiares que estavam afastados dos caminhos do Senhor, Jesus operou um grande milagre na vida da nossa  princesinha Emilly Vitória, que pelos médicos, se ela saísse com vida, iria respirar com auxílio mecânico e precisaria de medicamentos para se manter com vida. Mas, o Médico dos Médicos, o nosso Senhor Deus em quem confiamos e cremos, não faz nada pela metade. Ele faz a obra completa”, regozija-se imã Janice.

Em entrevista ao MP, o médico Leandro Meirelles Nunes, que cuidou da menina, depois de ver a sua surpreendente recuperação, afirma: “Acho que tudo colaborou para a cura do bebê: a reação de Emilly, que lutou bastante, e a medicação que tomou, mas também a tranquilidade e a fé do casal e até mesmo uma intervenção divina”.

Hoje, completamente curada, Emilly não precisa de nenhum medicamento para o pulmão e respira sozinha. “Com o fôlego de vida que nosso Senhor Jesus deu a ela, como diz o pediatra dela, ‘nem parece que esta criança esteve à beira da morte com problemas graves de saúde; ela é com certeza outra criança, é uma vitoriosa, um milagre”, conclui Janice.

Por, Roberta Marassi.

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