Mensagens anticristãs na Olimpíada

Homossexualidade, comunismo e evolucionismo endossados em abertura

Mensagens anticristãs na OlimpíadaA cerimônia de abertura da Olimpíada na cidade do Rio de Janeiro, que aconteceu no dia 5 de agosto às 20h foi um espetáculo que notabilizou-se pela organização, pelo show de luzes e fogos de artifícios que iluminou e levou ao êxtase os expectadores no estádio de futebol Maracanã. O grupo de diretores criativos para a realização do espetáculo foi composto por Andrucha Waddington, Abel Gomes, Daniela Thomas e Fernando Meirelles que conceberam todo o espetáculo pirotécnico durante o evento no estádio na capital fluminense. Mas, por trás de toda aquela beleza de luzes e cores, mensagens anticristãs eram divulgadas. São ideias que ganham forma e tamanho na sociedade hodierna; novos conceitos cujos defensores afirmam categoricamente ser a solução para os problemas da humanidade. Mas os princípios estabelecidos pela Palavra de Deus continuam incólumes e responsáveis por ainda manter a ordem e a dignidade humana em meio a vertiginosa degeneração moral da humanidade.

Ao longo da programação na abertura da Olimpíada Rio 2016, os coreógrafos e demais artistas apresentaram suas enquetes em meio a uma enxurrada de símbolos e performances que remetiam à Teoria da Evolução, a fim de explicar a origem do homem neste planeta; o transexualismo sendo divulgado como algo normal e um símbolo do comunismo sendo usado na representação das comunidades pobres do Rio de Janeiro. O que se viu naquele evento foi uma grande exibição de valores de uma “nova ordem” a ser implantada gradativamente no mundo. Estima-se que cerca de 4 bilhões de pessoas tenham visto o espetáculo ao redor do planeta.

Sucesso nos jogos de Londres em 2012, um telão mostrava casais que eram flagrados pela câmera e selavam com um beijo o compromisso para todos verem no local dos jogos. Os organizadores do evento no Rio de Janeiro decidiram trazer a novidade para a abertura da Olimpíada. Antes da abertura do evento, uma das câmeras no Maracanã filmou dois homens que não se intimidaram e beijaram-se. A multidão correspondeu ao ato e ovacionou a dupla. Mas, antes da cerimônia, a locução oficial já havia anunciado que esta seria a Olimpíada da “tolerância”. Outrossim, o desfile das delegações contou com a presença de cinco transexuais dirigindo triciclos à frente das equipes. Segundo os organizadores do desfile, um gesto em favor da “tolerância”. Os dois atos e a resposta do público entram em choque contra a formação da família tradicional e o relacionamento heterossexual, concebidos pelo Criador como objetivo de gerar felicidade e garantir a manutenção dos seres humanos no planeta (Levíticos 18.22; Romanos 1.26-27; 1 Coríntios 6.9-10).

Logo no início da cerimônia, os organizadores deram o tom da preservação ambiental com a participação de cerca de mil pessoas que formaram uma figura gigantesca como formato do símbolo da paz, o característico símbolo do “pé de galinha” (adotado pela comunidade hippie nos anos de 1960) e sua mensagem é de uma paz sem Cristo, uma vez que suas hastes significam os braços quebrados e caídos do Nazareno.

Mas quando chegou a vez das comunidades se manifestarem para cumprir o cronograma, surgiu um grande punho cerrado. Os organizadores do evento disseram que a figura emblemática representava a luta dos negros brasileiros. Mas o que chama a atenção é que o tal gesto é um dos símbolos do comunismo e foi adotado por políticos condenados no escândalo do Mensalão no Brasil. A popularização do gesto começou durante a revolução de 1917, que conduziu a Rússia ao comunismo; depois o punho fechado fez história entre os militantes do grupo denominado Partido Pantera Negra para Autodefesa, fundado em 1966. Além de combaterem o racismo, seus militantes também adotaram ideias anticapitalismo, marxista-leninista e socialistas.

O emblemático gesto carrega em seu bojo toda uma construção ideológica que visa tão somente anarquizar as instituições estabelecidas para manter a ordem e a dignidade, características de uma sociedade edificada sobre a argamassa dos princípios inspirados na Bíblia Sagrada.

Em dado momento do espetáculo, os coreógrafos protagonizaram uma peça teatral na qual simularam o início da vida no planeta. O cronograma foi fiel ao conteúdo evolucionista: a formação dos primeiros organismos vivos sem nenhuma interferência do Criador no processo, abrindo espaço ao ateísmo. A Bíblia Sagrada expõe cuidadosamente como Deus gerenciou todas as etapas na formação do que hoje se entende como Reino Animal, Vegetal e Mineral. Após a conclusão de cada departamento, ocorreu a criação do ser humano (Gênesis 1.1-31; 2.1-25). As Sagradas Escrituras afirmam que o homem foi criado “à nossa imagem, conforme a nossa semelhança (…)” (Gênesis 1.26).

Por sua vez a imprensa internacional teceu elogios a organização e ao deslumbre do espetáculo no Maracanã. Veículos como o Wall Street Journal, Washington Post, New York Times, CNN, El Clarín, El Universal, Toronto Star, Le Figaro e o Corriere della Sera destacaram os detalhes da programação como a riqueza musical e da abertura, a cultura brasileira, problemas sociais, desafio ambiental, mas também“valores” como a diversidade, tolerância e inclusão social de grupos minoritários.

Embora a intenção dos diretores fosse a mais favorável possível para identificar-se com os grupos sociais que compõem a nação brasileira, foi apenas o argumento tolerante quanto à diversidade em que o homossexualismo e o transgenerismo, que ganharam força através de seus representantes ao longo do espetáculo. Mensagens eivadas de conteúdo comunista que procura rotular de retrógrados os valores extraídos da Palavra de Deus como a preservação da vida, a manutenção do casamento tradicional e a luta contra a corrupção, valores esses que contribuíram na formação das nações ocidentais.

Os sinais do Arrebatamento da Igreja pelo Espírito Santo acontecem de maneira vertiginosa e a Palavra de Deus revela que não são apenas coincidências derivadas da “evolução” de ideias “progressistas” na sociedade. O apóstolo Paulo revelou que os homens desta geração não suportariam mais serem exortados quanto ao ensino bíblico contra o pecado, mas “ (…) virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina, mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências” (2 Timóteo 4.3). O próprio Senhor Jesus Cristo fez um paralelo entre a geração dos tempos finais com os contemporâneos do patriarca Noé: “Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio, e os consumiu a todos” (Lucas 17.27). A degeneração moral do ser humano avança vertiginosamente, mas a Igreja prossegue impoluta, comprometida com o Reino de Deus. Maranata! Ora vem Senhor Jesus!

Por, Eduardo Araújo.

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