Jovem é curada de tumor maligno no útero durante Santa Ceia

Durante Santa Ceia, Carla Ferreira sentiu “o fogo do Espírito Santo” e, ao refazer exames, comprovou: Jesus a curara do câncer

Jovem é curada de tumor maligno no útero durante Santa CeiaA irmã Carla Ferreira de Melo, da Assembleia de Deus Ministério Cordovil, congregação de de Colégio (RJ), viveu uma tremenda experiência com o Senhor. Apesar de ter crescido em lar evangélico, ela se desviou no início da adolescência e, só mais tarde, depois de ter um filho aos 15 anos de idade e ter passado por muitas dificuldades, encontrou-se realmente com Cristo.

Segundo ela conta, uma sede muito grande por mais de Deus tomou conta do seu coração quando voltou-se para Jesus, levando-á a buscá-lO cada dia mais e mais em casa e nos cultos. Ainda assim, ela sentia que precisava amadurecer na fé e fazia uma oração audaciosa, clamando por mais experiências com Deus. E, de fato, ela as teve.

Em 2001, quando tinha 22 anos, após um exame de rotina, Carla recebeu um telegrama do posto de saúde dizendo para retornar com urgência ao local. Ao chegar, a levaram às pressas para uma sala em que uma das médicas lhe deu o diagnóstico. Disse de forma direta que ela precisava ser encaminhada a um hospital especializado, pois ali não ofereciam “tratamento adequado para o seu câncer”. Fui para casa chorando muito, me tranquei no banheiro e minha mãe, que era dirigente do Círculo de Oração, ficou me chamando na porta para saber o que tinha acontecido. Depois de contar, ela me tranquilizou e nós oramos muito. Na hora, me acalmei e cri”, lembra Carla.

Com muita serenidade e fé, ela compartilha hoje algumas lições que aprendeu: “Inconscientemente, achamos que se fizermos a vontade de Deus, obedecermos a Sua Palavra, dermos o dízimos e socorrermos os necessitados, nenhuma tragédia nos acontecerá. Mas isso não é verdade. O amor de Deus se revela em todos os aspectos: há algo divino na alegria, assim como no sofrimento. Os desígnios do Senhor nem sempre são transparentes para os seres humanos. É preciso entender seus sinais. Ao que não sabe compreendê-los, o sofrimento pode parecer um simples castigo, um silêncio de Deus. Ao que sabe, contudo, este sofrimento pode ser justamente um grito do Pai, chamando Seu filho para o conforto do Seu amor. Repito o que o salmista disse em Salmos 119.71: “Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os Teus decretos”.

Mesmo sem contar o problema para muitos na igreja, o Senhor usava pessoas para lembrar Carla das antigas promessas Dele para sua vida “Desde antes do diagnóstico, muitas pessoas foram usadas por Deus para me dizer que o Senhor tinha uma grande obra na minha vida, que Ele me levaria a muitos lugares para testemunhar daquilo que Ele faria em mim e onde eu não pudesse ir Ele levaria a minha voz. Tudo isso eu guardei e Ele me trazia à memória durante esse período de lutas”, testemunha Carla.

Em 6 de abril de 2001, Carla começou o tratamento no Hospital Mario Kroeff e, no dia 18, fez uma séria de exames, incluindo uma biópsia – uma retirada de parte do tumor para analisar, entre outras coisas, se era maligno ou benigno. Carla narra com detalhes como foi o dia do resultado: “Meu médico me olhou e disse: ‘Você é crente, não é? Aquelas pessoas estranhas que falam que Jesus cura? Eu respondi: ‘Sim, sou cristã’. Então ele me respondeu: ‘Você crê que Deus vai te curar?’, e eu disse: ‘Se Ele quiser, sim!’. Ele me olhou fixamente e fez outra pergunta: ‘Quer abrir o resultado dos exames ou quer que eu abra?’ Eu disse que ele podia abrir e, assim que ele abriu, leu em alto e bom som – não me esqueço até hoje: ‘Seu resultado deu positivo para câncer no colo do útero, também chamado de cervical’.

“Saí da sala arrasada! Parecia que Satanás me dizia: ‘Você diz que Deus tem um plano na sua vida, mas você têm um câncer e vai morrer!” Naquele momento, com todas as possibilidades de sucesso esgotadas, comecei a sentir Deus como nunca antes e senti Seu Espírito Santo soprar em meu coração as seguintes palavras: ‘Assim como os discípulos do Senhor sofreram, mas Deus não os abandonou, assim também será com você”.

Quando não podia ir à igreja, Carla recebia a visita de alguns irmãos na sua casa. Segundo contam amigos e familiares de Carla, as pessoas iam consolá-la, mas eram elas que saiam consoladas. “Achava curioso porque tudo o que eu mais queria era que Deus me desse uma palavra de conforto, mas era o contrário que acontecia. Deus sempre me dava uma palavra para passar para os irmãos, e me usava muito (risos). Ficava espantada porque a essa altura não era mais a mesma de antes; estava mudando, amadurecendo”, testifica.

Antes de iniciar o processo de quimioterapia, em um domingo pela manhã, dia de Santa Ceia, Carla estava pronta para à Escola Dominical da sua igreja, a Assembleia de Deus em Tomás Coelho, Rio de Janeiro (RJ), mas conta que parou no portão de sua casa e orou, falando com Deus como nunca havia falado antes: “Senhor, eu creio em Tuas promessas, na grande obra que o Senhor tem na minha vida! O Diabo tem dito que vou morrer e não as verei, mas eu creio na Tua Palavra de vida, Deus! Estou indo à Tua casa, onde será celebrada a Santa Ceia, e creio que ‘pelas Suas pisaduras fomos sarados’ (Isaías 53.5b). Eu tomo posse desta cura e creio que hoje é o dia da minha vitória, para honra e glória do Teu nome! E para que todos possam testemunhar o grande milagre que o Senhor operou em minha vida hoje, eu peço um sinal de que fui curada. Em nome de Jesus!”

Ela foi a igreja diferente cantou com a mocidade, procurou um lugar na frente, próximo ao púlpito, certa de que todos testemunhariam seu milagre. Ela recorda que a igreja estava repleta da presença de Deus quando ela começou a participar da Mesa do Senhor. Ao comer do pão e depois beber do cálice, algo diferente de tudo que experimentara antes ali aconteceu. “Senti algo sobrenatural, um fogo que pegava minha cabeça e ia até os pés, uma vontade de rir e chorar ao mesmo tempo, foi algo indescritível! Eu estava no meio do fogo! Comecei a agradecer a Deus, porque sabia que Deus havia operado um milagre em mim”, testemunha.

Após a Ceia, Deus ainda respondeu sua oração por completo, trazendo também o sinal pedido, a testificação de que estava curada: “O presbítero Oswaldo Estrela, que não conhecia o meu problema, pediu ao pastor Luiz Ferreira para dar uma palavra da parte de Deus e disse: ‘Irmã Carla, eu não sei o que a irmã tem, mas quando estava participando do Corpo de Cristo, vi descendo do céu um fogo que pegava desde a sua cabeça até os seus pés, e Deus mandou te dizer: você está curada!”

No dia 28 de maio de 2001, Carla voltou ao seu médico e pediu insistentemente que ele repetisse todos os exames. Apesar do comentário irônico sobre sua fé, ela insistiu. Cerca de um mês depois, nos dia de levar os resultados, ela conta que foi sua vez de perguntar confiante ao especialista médico: “O senhor vai abrir ou quer que eu abra?”. Ao abrir os exames, ainda com ar sarcástico, para sua surpresa leu: “Negativo para câncer maligno”. Desconfortável ele ainda retrucou: “Vamos fazer outros exames”. “Respondi: ‘Quantos o Senhor quiser, pois Deus me curou’. Aleluia”.

Hoje, Carla viaja pelo Brasil contando seu testemunho e já viu pessoas serem curadas por Jesus em suas ministrações. “Fui curada não só fisicamente, mas espiritualmente; Deus me deu um esposo maravilhosos; honrou meu filho Gabriel com uma carreira de oficial, e tantas outras bênçãos. Só tenho a agradecer e glorificá-lO”, exclama.

Por Mensageiro da Paz.

One Response to Jovem é curada de tumor maligno no útero durante Santa Ceia

  1. Felix disse:

    Jeremias 33-3 Clama a mim,e responder-te-ei,e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.

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