Imprensa ignora morte de cristãos no Egito

Números divulgados por imprensa ocidental é muito menor que o real

x-defaultUm relatório preocupante sobre a quantidade de cristãos assassinados pelo mundo foi divulgado pelo sociólogo Massimo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa na Itália. Nele está computada a impressionante cifra de 105 mil pessoas que perderam a vida por se recusarem a negar a fé cristã. Apesar do número astronômico, o derramamento de sangue inocente não foi suficiente para insuflar as multidões e gerar indignação mundial. Nenhum gesto de comoção foi detectado ao redor do mundo. Os representantes da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) disseram que 75% dos ataques motivados pela intolerância religiosa são dirigidos aos cristãos.

Mas enquanto o mudo ignora o sofrimento da Igreja, a islamofobia tem sido destaque pelo planeta, inclusive pauta da mídia nacional. Muitas vezes, a islamofobia entra na categoria dos protestos dos países ocidentais frente à tentativa dos muçulmanos tentarem impor seus costumes à revelia das legislações dos países. Mas o outro lado da moeda revela um ambiente sinistro em que sequer os fieis podem portar uma Bíblia; isto acontece na Nigéria, Paquistão, Mali, Somália e Egito. A revolução que depôs o presidente Mohamed Morsi resultou em ataques à 52 templos cristãos da Igreja Copta; as organizações cristãs calculam que cerca de 200 cristãos foram assassinados por radicais islâmicos depois da queda do líder da Irmandade Muçulmana. Alguns estimam que desde a primeira ocupação da praça Tahrir, momento em que Hosni Mubarak foi apeado do poder o número de mortos deve passar de 500.

Ainda segue o sonho de uma verdadeira Primavera em países de orientação muçulmana simplesmente porque a democracia e seu significado libertário ainda continua sendo um corpo estranho para o mundo islâmico, se bem que uma revolução libertária protegeria o direito do cidadão escolher a sua religião, mas quando isto acontecer, com certeza não será uma iniciativa da Irmandade Muçulmana

Por, Mensageiro da Paz.

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