Família vive experiência de três milagres envolvendo mãe e filhos

Ela não podia ter filhos, mas teve dois; bebês prematuros foram condenados à morte e a graves sequelas, mas são saudáveis

Família vive experiência de três milagres envolvendo mãe e filhosHá 20 anos, Viviane e Reginaldo Seiki Guskuma se casaram no Brasil e logo foram residir no Japão para fazer a obra de Deus. Hoje, Reginaldo é pastor da Assembleia de Deus Aliança Cristã em Hmamatsu-shi.

Na difícil adaptação à vida fora do Brasil, Viviane foi acometida de sérias complicações renais que a tornaram hipertensa. Ela, que desejava ser mãe assim que se casasse, recebeu o diagnóstico de que esse problema dificultaria seu sonho da maternidade. Ao procurar uma ginecologista, especialista na área, a notícia piorou.

Segundo ela conta, seu útero tem uma má formação anatômica, ele é bicorno, isto é, dois corpos uterinos em um só colo. Isso pode ou não impossibilitar a gravidez, mas o problema é que no caso da nossa irmã, além de bicorno, seu útero é também retrovertido.

Em muitos casos, esses problemas isolados não impedem a gestação, apesar de possíveis complicações. Porém, todos eles juntos requeriam um milagre de Deus para que pudesse ter filhos. Após seis anos de casados,, Viviane engravidou e no quinto mês de gestação, o bebê veio a óbito. “Foi muito doloroso, passei por parto natural induzido para tirar o bebê que já estava morto a pelo menos 15 dias. Continuamos confiando no Senhor, independente das circunstâncias”, conta a irmã.

O Senhor honrou a fé do casal e, após um ano, Viviane novamente engravidou, sem nenhum tratamento. Ainda no início da gestação, a irmã teve hemorragia severa, o que a fez ficar internada por 40 dias para segurar o bebê. Nesse período, ela precisou tomar muitos medicamentos, pois os coágulos poderiam fazer com que a bolsa amniótica descolasse da parede uterina. Era preciso um milagre.

Mas, graças a Deus o milagre chegou. A hemorragia parou e, mesmo ainda enfrentando um coágulo no útero e constante acompanhamento, a gestação foi adiante. Até que, com cinco meses, devido à má formação uterina, o colo dilatou e o casal foi às pressas para o hospital com a irmã em trabalho de parto. “Será que o pesadelo se repetiria?!”, se perguntavam. Mas, sem esmorecer na fé, continuavam confiando e entregando tudo nas mãos do Autor da vida.

A equipe médica precisou pedir socorro rapidamente a hospitais especializados, com UTI neonatal para prematuros extremos. Chegando lá, o pastor Reginaldo assinou os documentos atestando que estava ciente que a intervenção poderia não obter sucesso, que sua esposa e filha poderiam vir a óbito e que, na melhor das hipóteses, caso o bebê sobrevivesse, teria várias sequelas devido à prematuridade extrema.

Mesmo com prognósticos médicos assustadores de que a frágil bebê, de 766g e 32 cm, não sobreviveria à gravidade da sua situação, após muitas lutas, problemas cardíacos, risco de cegueira, princípio de Enterocolite, antibióticos para conter a inflamação no intestino, perda de peso para 635g, hemorragia intracraniana, arriscadas cirurgias e 122 dias na UTI neonatal, Thalita sobreviveu!

Nós e a Igreja sempre oramos, crendo que Deus iria completar Sua obra, pois tinha um propósito especial na vida de nossa filhinha e que ela seria testemunha viva do Seu poder. Por isso, Thalita venceu cada batalha”, conta o pai.

Quando eles pensaram que tudo estava vencido, pouco antes da alta hospitalar de Thalita, foi constatado que a hemorragia intracraniana havia deixado uma lesão. O problema no hemisfério esquerdo do cérebro afetou gravemente a coordenação motora. “O neuropediatra nos alertou que provavelmente ela não poderia mais andar. Mas, não nos abatemos com as más notícias e continuamos clamando e glorificando ao Senhor”, afirma o casal.

Apesar das medicações, o coração ainda tinha um canal aberto que precisaria ser fechado em uma arriscada cirurgia. Então, mesmo após a alta, um mês depois Thalita deveria voltar ao hospital para operar. Porém, Deus agiu! “No nosso retorno, para surpresa dos médicos, o canal havia fechado e não havia necessidade de cirurgia alguma, para glória do Senhor Jesus!”, contam os pais emocionados.

Apesar do acompanhamento, o neuropediatra não dava esperanças de que Thalita iria andar. “Mas, nós críamos e cremos no Deus Todo-Poderoso! E um dia, ao chegarmos ao consultório médico, eu a coloquei no chão e, com um ano e meio, Thalita começou a andar. O médico ficou em choque e um tanto quanto constrangido. Nós explicávamos que era Deus quem havia curado nossa filha”, conta. E acrescenta: “Outro médico que viu o laudo dela disse para agradecermos muito a Deus, pois pela lógica da medicina ela não poderia mesmo andar”. Hoje, aos oito anos, Thalita é muito saudável, nunca foi internada e não tem qualquer problema respiratório, algo que seria comum por ter ficado muito tempo entubada, o que afeta a capacidade pulmonar. Thalita é um milagre!

Seus pais relatam que Thalita sempre foi uma menina doce, com uma fé genuína e sempre pediu a Deus um irmãozinho. “Um dia, ele nos disse que daria a ela um irmãozinho que se chamaria Davi. Explicamos a ela que deveria se preparar para caso a vontade de Deus fosse outra, mas ela tinha muita fé. E no ano passado, em 2012, Deus atendeu às suas orações”, relata Viviane. Davi também é um milagre. Assim como sua irmã, lutou muito pela vida. Ele nasceu de seis meses, pequenino, mas também consagrado como a irmã, pesando 770g e com 32cm.

“Mais uma vez, revivemos todas aquelas provações e emoções fortes de medo, alegria e muita fé. Dessa vez, ainda mais confiantes, pois já tínhamos uma prova da fidelidade de Deus em nossas vidas”, testemunha o pastor Reginaldo. Apesar de tão pequeno, Davi se mostrou um guerreiro. Ainda recém-nascido, lutou contra muitos gigantes e, para honra e glória do Senhor Jesus, Davi também venceu!

“Hoje, temos nossos dois milagres em casa e sempre louvamos a Deus por sua bondade para com a nossa família e agradecemos a Ele por dar sabedoria aos médicos e a toda a equipe que cuida desses bebezinhos tão pequeninos. De fato, ‘o que é impossível para os homens é possível para Deus’”, enfatiza Viviane.

Por, Mensageiro da Paz.

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