Família: um projeto grandioso de Deus

Família um projeto grandioso de DeusDeus criou o homem e a mulher. E os dois, então, se tornaram uma só carne. Nesse casamento, não houve convites extravagantes, recepção cara ou parentes irritantes. No primeiro casamento, Deus lhes deu um ao outro para companheirismo, amor, prazer físico e a herança dos filhos. Deus fez o homem desejar intensamente a mulher. Da mesma forma, Deus projetou a mulher para ansiar por essa criatura diferente chamada homem, desejando unir-se com ele. No entanto, Deus fez com que ele precisasse se aproximar dela com ternura. Os sorrisos e suspiros dela iriam provocar bondade e dissolver a sua força. O aço de sua natureza, suavizado pelo amor, molda e dá forma a seus desejos, trazendo gentileza para suas demandas. Ela, por sua vez, iria admirar e depender da coragem dele, mas também perceber o medo em sua alma e procurar se tornar seu porto seguro; ele, por sua vez, veria o fogo e a paixão dela, mas também a menina pequena e vulnerável dentro dela e tornar-se-ia seu abrigo na tempestade.

Deus fez aqueles que eram tão diferentes um do outro ansiarem um ao outro tão intensamente ao ponto de superarem toda a inclinação humana vã para o culto ao eu e se complementarem em anatomia, emoções e habilidades. Ele criou a família como um desincentivo ao narcisismo, para obrigar aqueles que buscam crescimento a irem além do interesse próprio, formando uma vida juntos. O homem e a mulher teriam que encontrar uma maneira, para além da sua paixão, de gerir suas diferenças. Eles teriam que encontrar a comida e preparar a comida; fazer um abrigo e cuidar dele; deveriam ter e criar todos os filhos com os quais Deus os abençoasse; chorar e rir juntos; planejar o futuro juntos etc.

Deus projetou-nos para essas finalidades maiores, para se dobrar e se dar, às vezes voluntariamente, às vezes sem agradecimentos. Ele projetou a vida para apresentar-nos desafios e alegrias, tristezas e emoções, tédio e prazer, em uma sinfonia centrada muitas vezes mais em nossa união do que na personalidade de cada um, de maneira que a individualidade de cada um é reforçada e alargada. Ter filhos iria desafiá-los a fazer as coisas em conjunto, sem implodirem.

Deus os fez amarem a vida e desejar criá-la com Ele, criando um futuro e uma herança através de novos seres humanos, seus filhos. Ele criou o prazer sexual, tão extraordinário porque, por vezes, contém e também simboliza uma nova vida, algo do qual eles devem ser lembrados cada vez que se unirem. Deus deu-lhes o desejo de ensinar e treinar para nutrir e amar essas novas criaturas, esses pequenos selvagens, criados em êxtase. Eles iriam encontrar alegria indizível nos primeiros risos e pequenos passos, na descoberta de pequenos olhares.

Deus projetou uma ligação genética que fosse um reflexo dos rostos desses pais nas crianças, de sorrisos que são seus, mas diferentes. Deus colocou nos corações dos pais um forte instinto para valorizar e proteger seus bebês contra a chuva, o vento, os terrores da noite, o sol escaldante e o valentão da vizinhança. Colocou também em seus corações a possibilidade de ver em seus filhos a esperança, não só para preservar a humanidade, mas de serem melhores do que ele próprio jamais poderia ser.

Deus teceu uma inocência e admiração a esses seres humanos menores que iria picar o coração da mãe de uma forma feminina, e o coração do pai de uma forma masculina, e nessa dualidade Deus se tornaria como o sol e a chuva para nutrir a alma e a mente da criança. Com isso, cada criança seria disciplinada contra a crueldade e treinada em direção à bondade, à confiança e ao afeto.

Deus trabalhou a natureza para que tanto homens como mulheres fossem necessários para a concepção e para a abertura do coração da criança. Ele não pensou em criar apenas um humano andrógino, um tipo de ser humano que poderia de alguma forma replicar-se à vontade, sem nenhum dos inconvenientes do compromisso conjugal bagunçado.

As formas artificiais, criadas a partir de impulso humano, luxúria e egoísmo, são rebelião, e Deus trata-as como tal. Deus chama a homossexualidade “abominação” (Levítico 18.22), porque ela propositadamente distorce o brilhante projeto de Deus dos dois sexos. Cristo afirmou o casamento como uma unidade apenas entre macho e fêmea (Mateus 19.4-6 e Marcos 10.5-9) para reforçar o Seu propósito para a criação humana. Para aqueles que pecam dessa maneira, a misericórdia de Deus está sempre pronta quando há arrependimento e compromisso com o plano divino, que deveria ter dado forma à nossos sonhos e objetivos o tempo todo. Quando aproximamos nossos pensamentos do que é correto, e a verdade de Deus molda nossas crenças, nossos sentimentos e desejos, então homens e mulheres sabem a maneira de seguir.

A forma aponta para a função, e quanto mais nós perdemos isso, mais a fundação começa a desmoronar. Ilegalidade substitui a paz em casa, nas praças das cidades, no campo de batalha. Quando as pessoas clamam para voltar para o plano de Deus, para que se proteja a família natural, elas não querem oprimir ninguém. Ao contrário, o que se defende é a liberdade de ser quem realmente somos, de funcionar como realmente fomos concebidos para funcionar. É ter uma visão grande o suficiente para ver a beleza e o propósito da imagem de Deus em um conjunto masculino e feminino que reflete a Sua glória.

Por, Linda Harvey.

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