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O pensamento pós-moderno nos círculos pentecostais

O pensamento pós-moderno nos círculos pentecostaisO pensamento pós-moderno invoca a ruptura do rigor e das práticas do Modernismo, se, contudo, abandonar totalmente os seus princípios. Ele se utiliza de elementos e estilos do passado, vestido, porém, com uma roupagem de liberdade formal, eclética e imaginativa. Em outras palavras, o pensamento pós-moderno se fundamenta na extravagância e vai além das normas usuais do bom senso, do equilíbrio emocional, do bom gosto. Numa sociedade de cultura pós-moderna, o sagrado tende a perder avassaladoramente seu significado e importância. A tendência é o afastamento dos bons conceitos da moral. Portanto, sem fundamentos morais, o que se apresenta é o conhecimento contextualizado e relativista. Dessa perspectiva, é notório perceber que os pós-modernistas elegem o pluralismo como movimentos culturais e estéticos em detrimento da verdade que passa a ser aquilo que é conveniente e cômodo crer. A ética é desafiada, e cada vez que uma pessoa ou um grupo qualquer declara possuir a verdade, principalmente a verdade religiosa, o efeito em contrapartida é a repressão. Não existem absolutos, somente escolhas, dizem os pós-modernistas. Coisa nenhuma é absoluta, nada é hierático ou sacrossanto, fazendo com que o paradigma pós-moderno resulte em uma ética pluralista e relativista.

O pensamento pós-moderno tem desafiado a ética judaico-cristã que regeu o mundo ocidental durante séculos. Isso é decorrência do pluralismo de ideias que gerou o pluralismo de éticas. Críticos da pós-modernidade, asseveram que esse pluralismo de ideias conduz a uma intolerância e rejeição aos conceitos do bem e do mal.

Benefícios fornecidos pelas Sagradas Escrituras

Benefícios fornecidos pelas Sagradas EscriturasA Bíblia é uma das principais revelações de Deus ao homem. Muitas pessoas, por acreditar que o conhecimento teológico (da fé), não é objeto para estudo, perdem a oportunidade de comprovar verdades em todos os campos da ciência. Este livro foi o primeiro impresso no mundo. A humanidade precisa agradecer pela sua existência. Ela é um instrumento de transformação espiritual e social, além de fonte de conhecimento e educação. Com sua inspiração o livro dos livros produz valores, que auxiliam na construção de uma sociedade mais justa e harmônica. Vejamos alguns benefícios da Bíblia:

Teologia da Graça de Deus

Teologia da Graça de DeusChamo de Teologia da Graça de Deus os valiosos ensinamentos das Sagradas Escrituras sobre a gloriosa e grandiosa graça de Deus, que o indivíduo humano recebe por meio do Senhor Jesus Cristo, nosso bondoso Salvador. A experiência cristã nos revela que essa graça divina é incomparável e maravilhosa.

A palavra graça significa: “O favor imerecido que Deus concede ao homem”. Na verdade, é uma significação simples, se olharmos a grandeza de Deus, pois a graça faz parte dos atributos de Deus; ou seja, é algo inerente ao próprio Senhor, porém, não é uma emanação dEle. A graça faz parte do caráter dEle manifestado através da sua bondade e de Sua vontade mediante o arrependimento humano.

Deus libera a Sua graça para alcançar os pecadores mediante a Sua Suprema vontade, de acordo com as condições de arrependimento do pecador que não merece receber essa graça, mas, através de Cristo, Deus a concede. A graça é uma demonstração do favor da misericórdia, e do amor de Deus indo de encontro com as necessidades humanas; portanto, é muito difícil em simples palavras definir a graça de Deus, haja vista a sua amplitude espiritual e seu alcance, como seres mortais que somos e limitados em nossos conhecimentos a respeito da grandeza de Deus dizemos que a graça de Deus é “o amor, a bondade, a misericórdia, a justiça, o favor de Deus para com uma humanidade desmerecedora”.

Teologia: para que mesmo?

Teologia - para que mesmoLembremo-nos da simples definição do termo Teologia: Theos = Deus, e Logia = Estudo; portanto, estudo acerca das coisas referentes a Deus. Vejamos agora os conceitos de educação e ensino: “Os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais” (Parâmetros Curriculares Nacionais); “Do latim ‘ducere’, educação aponta para o ato de conduzir para fora, assim, educar implica habilitar o indivíduo para avançar em um processo de mudanças permanente” (Ismael dos Santos). E “no sentido bíblico, o processo da educação combina-se com os princípios espirituais que, segundo se espera, emprestam poder e significado aos ensinos que transcendem os meios intelectuais normais e os meios humanos práticos” (Russel Normal Champlin).

Os que têm compreendido ou empreenderam estudar Teologia provavelmente já devem ter ouvido expressões do tipo: “Se você fizer Teologia, vai se tornar um crítico!”; “Se você fizer Teologia, vai apagar o fogo do Espírito Santo em sua vida!’; “Quem faz Teologia esfria!”. Pensando sobre isso, pergunto: como pode o estudo acerca das coisas referentes a Deus afastar-me de Deus? Como pode o contato com a Bíblia, Palavra de Deus, me distanciar dEle? Como pode a busca da compreensão da vontade de Deus me por no caminho oposto ao Seu propósito? Em cada uma dessas indagações, há uma ação repelente. Ou seja, a proposta é uma e o efeito produzido lhe é oposto. Disso, deduzo que o problema não está no estudo teológico, mas, sim, na disposição do coração do estudante. Então, vemos que o estudante de Teologia precisa, muito antes, ser um crente em Deus e em Sua Palavra e, assim, nenhum aprofundamento teológico o distanciará do propósito de Deus para a sua vida.

A essência e o propósito das línguas

A essência e o propósito das línguasO principal tratamento de Paulo sobre o falar em línguas está em 1 Coríntios 12-14. Isso inclui 12.10, 28, 30; 13.1, 8 e muitas referências em 14.1-40. Várias passagens relacionadas podem referir-se a falar ou cantar em línguas, embora o termo não é sempre usado. Essas passagens incluem Romanos 8.26, 27; Colossenses 3.16 e Efésios 5.19 e 6.18. Quando Paulo escreve, ele considera tanto os usos particulares e públicos do dom de línguas.

Aparentemente, a assembleia local estava usando o dom de línguas de forma inadequada, por isso Paulo escreve 1 Coríntios 12-14 como um corretivo. No processo, ele vai muito além da correção e diz muita coisa boa sobre as línguas, bem como sobre a interpretação de línguas e a profecia. Ele dá um alto valor as línguas, mas ele também dá orientações sobre a forma de exercer o dom.

Ao estudarmos esses textos, vamos ter em mente a essência, os propósitos e os usos do falar em línguas. A essência das línguas em 1 Coríntios não é diferente do que vemos em Atos. Só que, no que diz respeito aos propósitos e usos, a ênfase de Paulo é na edificação do corpo da igreja local.

Para o corpo da igreja receber edificação, as comunicações devem ser inteligíveis. Por isso, em sua instrução sobre o uso das línguas em reuniões públicas, Paulo enfatiza o discurso inteligível como aquele que edifica a todos. Paulo ensina que o falar em línguas só pode edificar quem fala, enquanto interpretação de línguas edifica todo o corpo de Cristo.

Muitos estudiosos afirmam que o falar em línguas em Corinto era uma experiência extática. É que alguns advertem contra a perda de controle ao falar em línguas a partir desse texto, apesar de 1 Coríntios 12.1-3 não mencionar nenhuma êxtase no falar em línguas.

O martírio dos sacerdotes de Nobe

O martírio dos sacerdotes de NobeAs atrocidades cometidas contra os sacerdotes de Nobe é um claro exemplo no Antigo Testamento de pessoas martirizadas por se manterem fiéis aos princípios de sua fé no Deus criador de todas as coisas.

Nobe era uma cidade sacerdotal nas terras de Benjamin, localizada numa colina próxima de Jerusalém. Situava-se à a margem de uma estrada que chegava até Jerusalém, vinda do norte, e que passava bastante perto de Nobe, de uma forma que podia ser vista (Isaías 10.28-32). Em Nobe, o sacerdote Aimeleque, no tabernáculo, supriu as necessidades de Davi quando este fugia de Saul, oferecendo ao fugitivo o pão sagrado e a espada de Golias (1 Samuel 21.1-9), ato este considerado por Saul como um gesto de traição e rebelião, que deveria ser punido com a morte de Aimeleque e de toda a sua casa (1 Samuel 22.16).

Observaremos algumas questões relacionadas ao evento aqui exposto. Em primeiro lugar, entendo como importante fazer uma breve análise da condição de Saul, mandante da execução de Aimeleque de mais de 84 sacerdotes e dos habitantes de Nobe (1 Samuel 22.18-19). Obstinado pelo desejo de matar Davi, tido como um conspirador e traidor (1 Samuel 18.6-9), Saul empreendeu uma implacável caçada ao jovem ungido por Deus para ser o próximo rei de Israel (1 Samuel 16.1-13).

Evidências do Criador na obra criada

Evidências do Criador na obra criadaEscrever e falar a respeito de Deus é algo muito interessante, pois não O vemos, todavia, quando olhamos para tudo que está ao nosso redor, sabemos que há um ser muito poderoso que é o responsável pela existência de tudo que existe, Deus (Romanos 1.19, 20). Não podemos vê-Lo fisicamente, porém Ele deixou evidências fortíssimas de Sua existência, pois estas evidências são tão claras e patentes que não se pode negar Sua maravilhosa existência.

Existem no universo várias evidências que mostram que existe um Criador de todas as coisas tanto visíveis quanto invisíveis (Colossenses 1.16, 17). Portanto, o universo não veio a existência de modo irresponsável, como acreditam muitos. Ele foi programado por ser de uma inteligência rara. A própria complexidade da vida e a criação do universo indicam isso. Matéria e energia que são inanimados não poderiam produzir a vida e um mundo tão perfeito. A Bíblia não se preocupa em dar provas da existência de Deus, porém ao longo de suas páginas, ela nos leva a crer nEle somente por meio da fé (Hebreus 11.6).

Deus deixou uma série de evidências que sugerem que somente um ser de uma inteligência altamente superior, criou tudo a nossa volta. Para entendermos as provas da existência de Deus precisamos primeiro saber o que os seres humanos dizem como a vida e o universo vieram à existência?

Nos livros de ciências é ensinado no meio escolar que a teoria da evolução é o conceito mais digno de confiança sobre a origem do universo e da vida.

Um pensar teológico sobre a corrupção do pecado

Um pensar teológico sobre a corrupção do pecadoPara se pensar no pecado é preciso aceitar que o pecado é existencial e revelado nas Escrituras. Para isso, a Bíblia tem que ser a nossa maior fonte, bem como, a única e infalível regra de fé. Não basta apenas uma visão religiosa das Escrituras, mas uma visão teológica, exegética e bíblica. Dentro de tantas visões irônicas sobre o pecado, seja aceitando parcialmente, ou negando absolutamente a existência deste, seja do aspecto religioso, como muitas religiões pagãs, que nos rituais praticam atos pecaminosos condenáveis pelas Escrituras, seja no aspecto teológico, onde pós-modernistas têm negado os primeiros capítulos de Gênesis como literais, negam assim, o pecado original, a corrupção e a culpa do pecado.

O significado bíblico-teológico do coração nas Escrituras

O significado bíblico-teológico do coração nas EscriturasOuço com frequência, de várias pessoas, que Deus só quer o coração do ser humano. Há os que acreditam e declaram que basta ter fé em Deus e Jesus no coração, e pronto, não precisam de mais nada, estão agradando a Deus e serão salvas. Há um pouco de verdade nisso, no entanto, o discurso não para por ai, tais pessoas também acreditam que não precisam observar nenhum código moral, não precisam viver uma vida de santidade e renúncia, enfim, creem que podem viver de qualquer maneira.

Por outro lado, existem aquelas pessoas que acreditam de uma forma diferente e declaram que só a fé em Deus e Jesus no coração não é suficiente para sermos salvos. Aí apresentam uma extensa lista de outras coisas que julgam necessárias observarmos para sermos salvos.

Aqueles que levantam a bandeira de que “Deus só quer o coração”, podem construir suas fundamentações a partir de passagens como João 3.18a, onde está escrito: “Quem crê nele [Jesus] não é condenado”. Ou ainda Mateus 10.32; Romanos 10.9-11; Efésios 2.8, 9; dentre outras.

Já os que se opõem a essa máxima de que “Deus só quer o coração” podem construir suas argumentações à luz de passagens como Efésios 2.10: “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos  nelas”. Ou ainda Hebreus 12.14; Tiago 2.10, 18, 19.

Como vimos de ambos os lados há argumentos, todavia, quando os opostos se encontram, os que se opõem ao lema “Deus só quer o coração”, vão logo ao extremo e afirmam que Deus não é açougueiro para querer só o coração. Ele quer o corpo todo e não apenas o coração, pois na Bíblia está escrito que o nosso corpo é templo e morada do Espírito Santo (1 Coríntios 6.19).

Refletindo a formação teológica

Refletindo a formação teológicaHá um apelo para a renovação da educação teológica, um vocativo que trata dos objetivos, dos propósitos deste patrimônio cristão. Para alguns, o seu atual padrão é falho. No entanto, bem poucos cristãos querem modificar essa herança. Quem está certo: alguns acadêmicos ou muitos crentes? Se entendermos o propósito de ser da formação teológica, compreenderemos porque ela é um tesouro cristão, e para permanecer assim, deve manter-se como é.

O essencial para a educação teológica não é mudar, mas, sim, recuperar e manter sua singularidade e distinção. Do ponto de vista bíblico, portanto, ela consiste na formação do povo de Deus na verdade de Deus, com a finalidade de pessoal renovação e participação no cumprimento da missão da Igreja. Logo, a educação teológica é a formação que gera transformação por meio do povo de Deus. Se esse é o certo, e é, ao invés de apostarmos em uma renovação, deveríamos acreditar no poder de um avivamento educacional pela Palavra. Essa deve ser a nossa meta!

Mas quais seriam as mudanças mencionadas no primeiro parágrafo? São, na verdade, duas: uma conjuntural, a outra conteudista.

Conjunturalmente, deseja-se fazer da formação teológica não algo formal, mas estatal. Aos olhos de alguns, esta pode ser uma argumentação exagerada, mas não levará tempo até que alguém sugira uma reserva de mercado para a atividade teológica. Ora, não é o que pretendem os conselhos e confederações de teólogos que estão em toda parte? Esquecem-se o que isso propõem que Teólogo não é profissão, é função, e como tal não é regulada porque é fruto da consciência espiritual, e não da chancela do estado.

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