Arquivos da Categoria: Sobre Israel

Passos para o restabelecimento da verdade

Passos para o restabelecimento da verdade“Há uma longa história que está sendo apreciada por nós e pelos amigos do povo judeu, e que está sendo negada por [outros]: nossa conexão com a nossa terra e nossa conexão com nossa capital eterna, Jerusalém” – assim se pronunciou o primeiro ministro Benjamin Netanyahu quando em visita, juntamente com sua esposa Sara, com o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Patrimônio de Jerusalém, Zeev Elkin e o embaixador Israelense nas Nações Unidas, Danny Danon, à exposição sobre a cidade sagrada, realizada no prédio da ONU, em Nova York. Alguns objetos que compõem a amostra confirmam a presença do povo judeu em Israel e Jerusalém nos últimos 3000 anos. Entre eles, destacam-se uma impressão do selo do Primeiro Templo, escrita em hebraico antigo, datada de mais de 2700 anos, além de uma inscrição do selo do rei Ezequias, do sétimo século antes de Cristo. Para o primeiro ministro, “o que essa exposição faz é colocar a verdade à frente de tudo”. A ONU, no entanto, fez pública a sua posição sobre o assunto mandando colocar um aviso na entrada do evento, onde se lê que o conteúdo da exposição não representa os pontos de vista do mundo. Em resposta, o premier manifestou-se com as seguintes palavras: “Claro que não representa as Nações Unidas, mas a verdade. E continuaremos a dizer a verdade e dela falaremos em todos os lugares, inclusive nas Nações Unidas”. Concluiu agradecendo a todos os que defendem a verdade, a todos os que estão com Israel.

Israel e o cordeiro de ouro

Israel e o cordeiro de ouroO povo trouxe-me ouro, eu joguei no fogo e SURGIU esse bezerro” (Êxodo 32). Com tais palavras Arão não convenceria seu irmão Moisés e nem mesmo a si próprio sobre sua condução inocente no episódio do bezerro de ouro – o pecado não é casual. As marcas arqueológicas do evento permanecem, gravadas em pedras, na região desértica da Arábia Saudita, a alguma distância do oásis de Elim. Os petroglífos mostram figuras de bois semelhantes ao ídolo egípcio Ápis e aos deuses cananeus Baal e Moloque, frequentemente representados sob a forma desse animal. Quando de sua descoberta, as autoridades árabes espantaram-se não apenas com o achado, mas com a preservação das figuras, apenas justificada pela aridez do clima e isolamento do sítio. Também causou espanto o estilo único, jamais encontrado no lugar, confirmando tratar-se do registro de outro povo, talvez em peregrinação. São as marcas, ainda legíveis, da desobediência dos recém libertos filhos de Israel.

Terra de Israel, a Terra de Diversidade

Terra de Israel, a Terra de DiversidadeA pergunta mais recorrente nesses dias tem sido: “Há preconceito em Israel?”, para a qual somente pode ser dada uma resposta – em qualquer lugar onde existam filhos de Adão não tratados pelo toque transformador do Eterno já existiu, existe e, infelizmente, vai existir o preconceito. Pessoas amam pessoas e pessoas odeiam pessoas pelos mais diversos motivos. Quando não chegam ao ódio, transitam entre o distanciamento, o desprezo, a desconfiança e o desinteresse, e isso não é, repito, exclusividade de Israel, mas espalha-se pelas nações do continente africano, pelos países da Europa, contamina a Ásia, está presente nas Américas, quer seja no sul dos Estados Unidos ou no Brasil. O preconceito está democraticamente distribuído nas mais diferentes etnias e classes sociais.

O que não se pode pretender é transferir desvios comportamentais ou mesmo de caráter para atribuí-los a uma nação e considerá-los agentes motores da política nacional. Voltando à pergunta: “Há preconceito em Israel?”, alguns exemplos podem ajudar a melhor situar e dimensionar tal sentimento.

Israel: os 70 anos de uma jovem nação

Israel - os 70 anos de uma jovem nação“Quem já ouviu uma coisa dessas? Quem já ouviu tais coisas? Pode uma nação nascer num só dia, ou, pode-se dar à luz um povo num instante? Pois Sião ainda estava em trabalho de parto, e deu à luz seus filhos” (Isaías 66.8).

Há setenta anos, ouvintes judeus colavam, com grande expectativa, seus ouvidos nos aparelhos de rádio para acompanhar, voto a voto, o processo que definiria a existência ou não de um Estado Judeu. Era o dia 29 de novembro. O sonho de minimizar de uma vez por todas as agruras sofridas pelo horror do holocausto ainda parecia distante e era constantemente agravado pela forma como os sobreviventes eram tratados em campos de transição, mantidos distantes e impedidos de, mesmo colocando suas vidas em risco, iniciarem o que naqueles dias era mais do que uma aventura na terra de seus ancestrais.

Episódios trágicos, como o do navio Êxodus, constrangeram as nações a tomarem uma decisão em favor da vida de milhares de pessoas.

Amor reverberado em avisos a Israel

Amor reverberado em avisos a Israel“E, pela manhã cedo, levantaram-se e saíram ao deserto de Tecoa; e, ao saírem, Josafá pôs-se em pé, e disse: Ouvi-me, ó Judá, e vós, moradores de Jerusalém: Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareis” (2 Crônicas 20.20).

O versículo com o qual iniciamos esta coluna é, frequentemente, usado por pregadores não éticos para constranger audiências despreparadas a crerem em pretensas profecias; também se tornou ferramenta para os apologistas da prosperidade, que tomam a fé em Deus como garantia de lucro pessoal e de pleno sucesso em todas as áreas da vida. Quão distante ficam os que assim se valem do versículo do contexto em que ele foi proferido! Jeosafá dirigiu-se a um povo preocupado com uma grave ameaça de invasão por parte de seus inimigos históricos, Moabe a Amom. Diante da possibilidade de um verdadeiro massacre, o rei clama ao Senhor e recebe palavras reconfortantes que logo quer transmitir aos seus irmãos. A prosperidade a que se refere trata de estar seguro e de obter vitória contra seus opositores. Prosperaram, conforme a Palavra, sendo guardados por Deus, derrotando o mau e conservando a vida e a fé. Prosperaram, igualmente, as afirmações inspiradas de Jeosafá – quando o Senhor se manifesta a nós, convém crer. Aquele que crê prosperará em seu caminho, sendo o contrário verdadeiro, pois àquele que rejeita o direcionamento celestial estão reservados múltiplos problemas e até a morte.

Debaixo da tselem capacitadora

Debaixo da tselem capacitadoraLucas, o evangelista, relata o episódio da anunciação, inclusive o momento em que o anjo responde à pergunta da jovem hebreia a respeito de como, ou seja, por meio de qual processo se daria o cumprimento da mensagem de que seria a mãe do Salvador, uma vez que não conhecia varão. O emissário celestial a tranquiliza. A maneira já havia sido escolhida: o poder do Altíssimo a cobriria com a Sua sombra. Sombra ou “tselem” em hebraico, também significa semelhança, algo que se projeta ao lado. Adão foi feito à semelhança de Deus e, portanto, à sua sombra. Quando pecou, distanciou-se dessa semelhança, carecendo a humanidade de uma restauração dos caminhos e efeitos dessa projeção. A promessa envolve o conceito de que a semelhança seria restaurada através dAquele que viria. Através dEle seria revivida na descendência de Adão, em todo o que crer no Restaurador, a “tselem” bendita.

De Abraão aos dias de hoje

De Abraão aos dias de hojeQue relação pode haver entre madeiras carbonizadas, um pouco de sementes de uva, algumas espinhas de peixes, ossos, cerâmica antiga e os atuais conflitos em Jerusalém? Muita, afinal, os artefatos foram encontrados sob as rochas da Cidade de Davi, juntamente com lacres identificados como “característicos do final do período do Primeiro Templo”, conforme declarou o Dr. Joe Uziel, do Israel Antiguities Authority: “Eles eram usados pelo sistema administrativo que se desenvolveu no final da dinastia judaica”. A madeira queimada e as evidências de ações das chamas em diversos objetos evidenciam a afirmativa do profeta Jeremias de que os babilônios “queimaram todas as casas de Jerusalém”. Assim, fatos datados de 2600 anos atrás confirmam a veracidade bíblica e a presença judaica na região. Espera-se que, brevemente, o material arqueológico seja devidamente catalogado e exposto para visitantes do mundo inteiro.

Facilitadores de milagres

Facilitadores de milagresBasta percorrer os Evangelhos e o leitor encontrará a marcante participação do Senhor Jesus em circunstâncias festivas. Temos menção de sua presença nas distintas festas religiosas judaicas e do uso que fez de seus simbolismos para apregoar a mensagem da salvação. Dentre as festas, destaca-se sua presença nas bodas realizadas em Canah da Galileia, onde principiou a realização de sinais. O segundo capítulo do Evangelho de João traz a narrativa e revela a figura de Maria de forma participativa e missionária, em especial se pensarmos em missões como sendo a identificação de uma necessidade no Reino e a pronta disposição para saná-la. A mulher assim procede. Percebe uma falta e apresenta o problema a Jesus. A resposta do Mestre diz bem de Sua plena consciência do propósito redentor de Sua vinda. Ainda não havia chegado a hora de sanar, em definitivo, a falta de alegria no coração dos filhos de Adão. Ainda não havia chegado a hora de curar as feridas provocadas pelo pecado. Ainda não havia chegado o momento de restaurar a paz. Haveria dia, hora e local para que isso acontecesse. Seria no Calvário, dentro de mais alguns poucos anos – não seria, portanto, naquele momento em Canah. A transformação de elementos simples, no entanto, poderia ser feita; era possível para Ele e era-lhe viável fazê-lo. Uma ordem é dada: “Enchei as talhas!”, e o milagre acontece.

Os huguenotes e a Casa de Israel

Os huguenotes e a Casa de IsraelDentre os trezentos homens que compunham a expedição comandada pelo Almirante Gaspar de Coligny, havia catorze cristãos huguenotes ilustres. Compunham o grupo os pastores Pierre Richier e Guillaume Chartier, além do historiador Jean de Léry. Chegaram às terras que mais tarde receberiam o nome de Brasil em 7 de março de 1557.

O termo huguenote refere-se aos protestantes franceses, de maioria calvinista, alguns dos quais discípulos do movimento iniciado por Pedro Valdo, que teria deixado raízes profundas entre os cristãos por sua coragem e sofrimento. Para alguns estudiosos, os estudantes que se reuniam em casas para o estudo secreto da Bíblia nas regiões de influência flamenca eram chamados de Huis Genooten (colegas de casa), enquanto aqueles que estudavam nas regiões alemã e suíça eram chamados de Eid Genossem (colegas de juramento). Do afrancesamento das duas expressões chegamos à palavra huguenote, comumente usada por seus opositores de forma desrespeitosa. Alguns dizem que os servos do Senhor mantinham reuniões secretas na Torre de Hugon, na França, e daí receberam seu apelido. Qualquer que seja a origem do nome, o certo é que o grupo sofreu severa perseguição e muitos foram martirizados. Dentre os ataques ao grupo destacam-se os assassinados ocorridos durante a Noite de São Bartolomeu, quando, segundo apologistas huguenotes, 70.000 morreram, ainda que o número seja contestado por apologistas católicos, que custam a admitir um número de 2.000 mortos.

Israel: Deus na história do povo

Israel - Deus na história do povoA história do povo hebreu esta testificada na Bíblia, sendo esta a fonte de informações mais atuais e realistas. Quanto mais avança a narrativa desse povo, mais a existência de Deus é comprovada e a Sua palavra adquire força contextual, espiritual e social, sem precisar de muitas provas arqueológicas. A história é contada paulatinamente a partir do livro de Genesis. Veja que depois do dilúvio, Deus começa uma nova ação num ponto da história, num homem. E, sob a ação de Deus, a História, antes pecado crescente, faz-se agora salvação crescente. O ilustrado do livro é a história de Abraão, o princípio deste povo está em Sem, pai dos povos Semitas. Sem teve por filhos: Elam, origem dos islamitas; Assur, origem dos assírios; Arfaxade, origem dos caldeus; Arfaxade gerou a Heber, origem da nomenclatura hebreia, e também seu fundador; da descendência de Heber veio Tera, pai de Abraão, que abandonou sua cidade natal Ur dos Caldeus. Na época, Ur era uma importante cidade do mundo antigo. Arqueólogos descobriram evidencia de uma importante civilização naquele local, nos dias de Abraão. A cidade mantinha um vasto comércio com seus vizinhos e possuía uma grande biblioteca. Tendo crescido em Ur, provavelmente Abraão foi um homem bem instruído. Entretanto, Tera decidiu deixar a cidade e com sua família desceu em direção ao Sul pelas margens do Eufrates. O desejo era chegar em Canaã, mas estabeleceu-se em Harã, talvez pela saúde e idade avançada, porém, isso não mudou o chamado de Abraão, pelo contrario ele percebeu que a vontade de Deus pode acontecer por etapas. Deus agiu na história desse povo para que Tera fizesse esse período de transição na vida de Abraão e o deixasse mais perto da terra prometida.

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