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Quando os filhos dizem “não”

Quando os filhos dizem “não”O que vai definir se um filho vai respeitá-lo e obedecê-lo são os limites claros, necessários desde criança. A criança ao nascer não sabe quais são os seus limites e o que é a orientação dada pelos pais. Muitos pais se equivocam ao acharem que seus filhos nascem com as normas e a regras já estabelecidas em sua mente. Existem pais que pela dificuldade de educar e colocar limites vive falando coisas do tipo: “Esse filho é mais expansivo que o outro”. Sendo que o fato de a criança ser mais expansiva ou mais passiva não se refere a limites, pois existem crianças, adolescentes e jovens que aparentam ser muito quietos, não implicando necessariamente em obedecer às regras.

Já houve vários casos em que pais me procuram desesperadamente, pois os filhos que obedeciam completamente vivenciaram episódios de agressividade extrema, chegando a quebrar móveis. O que na verdade havia acontecido era que esse filho a vida toda tinha “obedecido” por medo do autoritarismo, guardando os sentimentos negativos de raiva, o que culminou em uma explosão. Aqui entra o que a Palavra de Deus diz: “E vós, pais, não provoqueis a ira dos vossos filhos, mas educai-os de acordo com a disciplina e o conselho do Senhor. Caminhando como servos” (Efésios 6.4).

O ideal de Deus para a família

O ideal de Deus para a famíliaQual o modelo de família ideal? Primeiro, é preciso relembrar, em tempos de tanto relativismo, que a família, segundo Deus, é formada pela união legítima (casamento) de um homem e uma mulher com vistas à geração de filhos. É a família dentro do processo natural.

Sem esta clara compreensão não há como sequer iniciar o exame do que seria uma família ideal. Fincada esta premissa básica, temos a composição da entidade familiar prevista nas Sagradas Escrituras e podemos iniciar a análise dos papéis de cada membro desse corpo.

A Bíblia Sagrada define bem os papéis do homem, da mulher e dos filhos. Paulo usa três verbos principais para apresentar as funções preponderantes de cada membro da família: amar, sujeitar e obedecer. “Vós, maridos, amai vossa mulher”; “vós, mulheres, sujeita-vos a vosso marido”; “vós, filhos, sede obedientes a vossos pais.” (Efésios 5.22, 25; 6.1).

O marido é a cabeça da mulher (Efésios 5.23), portanto, o líder da família. É dele a primeira e maior responsabilidade. Para o homem, o papel preponderante não é mandar, é amar. Aliás, há algo extraordinário a ser observado: a Palavra de Deus não estabelece o relacionamento entre o homem e a mulher a partir do mando.

Família: segurança e felicidade

Família - segurança e felicidadeVivemos na era da tecnologia, na era digital, somos a geração da era atômica, das naves interespaciais, do domínio da busca dos limites do infinito, da disputa desenfreada do homem pelo poder para vencer o outro. Na ciência, o homem progrediu de tal maneira, que é possível hoje salvar vidas a beira da morte, através dos transplantes cirúrgicos de órgãos vitais para a existência humana.

Apesar de toda a positividade das inovações tecnológicas e do avanço cientifico, por outro lado, temos o grotesco aumento da criminalidade, da violência, da exploração sexual e do declínio moral da sociedade. Perdemos e muito, os valores básicos da convivência, do respeito e da ética. Essas mudanças chegaram às famílias.

A graça da convivência familiar

A graça da convivência familiarPara início deste artigo, tomo por base o texto de Mateus 10.36, que diz: “Os inimigos do homem serão os da sua própria família”. A ideia do texto citado, segundo a exegética cristã, é enfatizar a realidade daqueles que comprometem o relacionamento familiar quando precisam optar entre Deus e sua família, pois o verdadeiro Evangelho não tem como objetivo trazer discórdia entre pessoas. O ideal de Deus é que toda família seja alcançada pela graça permitindo que o Evangelho produza crescimento na comunhão entre os irmãos a partir de suas próprias casas, nisto compreendemos que Deus constituiu a família a fim de salvá-la e não destruí-la. Ele jamais lutará contra Sua própria criação, sendo mentor de dissensões e discórdias familiares. A finalidade da exposição do texto narrado por Mateus é enfatizar a superioridade do amor a Deus acima de qualquer pessoa, inclusive daqueles que mais amamos, mesmo sendo nossa própria família.

Não provoqueis à ira a seus filhos

Não provoqueis à ira a seus filhosEm nossas igrejas, ainda nos deparamos com pais com uma mentalidade muito arcaica em relação à criação de filhos e, julgando estarem certos, acabam causando distúrbios no processo educacional. Criam filhos emocionalmente fragilizados ou copias fies de um modelo retrógado de educação familiar.

Não bastasse isso, vez ou outra vemos lideres e pregadores contarem histórias de como foram criados e das muitas palmadas que receberam dos pais, falam isso com fortes premissas de que esse é o modo certo de criar e educar filhos. Não quero aqui ser contrário à correção, pois a vejo inteiramente necessária no processo disciplinar de nossos filhos, no entanto, meu propósito é ressaltar quais o limites da disciplina com a vara e a importância de não incidir no erro de pensar que está disciplinando quando, na verdade, está provocando a ira aos filhos.

Transtorno de ansiedade no lar

Transtorno de ansiedade no larTodo ser humano em algum momento da vida experimenta sentimentos de ansiedade em diversos graus, e esses graus variam de pessoa para pessoa. Seja pela espera da tão sonhada bicicleta, pelo início de um novo emprego, pela chegada do primeiro filho, pela mudança de escola, etc. Situações como estas fazem parte do nosso cotidiano e despertam uma reação de tensão natural no organismo. Trata-se de um tipo de alarme do sistema nervoso que é ativado sempre que percebemos uma situação diferenciada. Podemos denominar também como a representação de uma forma de estresse e que pode se manifestar física, social ou emocionalmente.

Por mais curioso que possa parecer, crianças e adolescentes vivem momentos de grande tensão assim como os adultos. E cada dia que passa, temos mais relatos de casos clínicos de crianças com sintomas de transtornos de ansiedade. Podemos citar como um dos fatores que tende a potencializar o transtorno de ansiedade em crianças e adolescentes, o conflito conjugal e porque não dizer familiar.

Com o aumento de casais em crise conjugal ou mesmo divorciados na sociedade contemporânea, as famílias têm sofrido mudanças e diversos danos na homeostase de todos os membros que fazem parte dela, sendo um deles o Transtorno de Ansiedade de Separação. Mas este pode se manifestar também em outras situações de afastamento dos pais dos filhos.

Feridas emocionais ao longo da vida

Feridas emocionais ao longo da vidaÉ importante que todos os pais saibam a grande responsabilidade que possuem na vida de seus filhos também na área emocional e psicológica. Muitos preocupam-se tanto com as questões materiais, financeiras, a formação acadêmica, a saúde, etc. E sem se darem conta esquecem-se que fatores intangíveis são determinantes no crescimento rumo a uma vida adulta saudável.

Alguns problemas vivenciados na infância podem provocar cicatrizes emocionais que determinarão a qualidade de suas vidas quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro.

O luto que glorifica a Deus

O luto que glorifica a DeusApesar de ser algo que todos sabem que um dia acontecerá, a morte sempre deixa o ser humano perplexo. É um processo natural da vida, determinado por Deus após a queda do homem: “porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gênesis 3.19). Então, por que sofremos tanto quando, devido à morte, somos separados de um ente querido? Por que a morte nos espanta tanto?

Sabemos que morte é uma consequência do pecado, não estava no projeto inicial do Criador, então o ser humano não foi criado para enfrentar este momento. É com pesar que assistimos todos os dias, nos noticiários ou pessoalmente, filhos chorando por seus pais, cônjuges chorando pela ausência da pessoa amada e a dor dilacerante de pais que, contrariando a ordem natural da vida, enterram seus filhos. Para os que ficam resta a saudade e o luto. Mas como a família deve viver este período, que é tão natural quanto à própria vida?

Muitos acreditam que o cristão não deve viver este momento de luto e lágrimas, pois caracteriza “falta de fé”. Porém, este é um pensamento equivocado, que traz ainda mais sofrimento àqueles que choram por um ente querido. Não podemos agir assim. Mesmo cristãos, somos humanos! O próprio Senhor Jesus Cristo chorou a morte de seu amigo (João 11.35).

“Este ano será diferente!”

“Este ano será diferente!”Todo final de ano é assim: as pessoas se permitem refletir sobre como foi o ano, em uma espécie de balanço interior, e algumas, após essa reflexão, acabam deprimidas ao perceberem que muito pouco ou quase nada mudou em suas vidas. É nesse momento que surge o pensamento: “Este ano será diferente!”.

O final ou início de ano sempre mexe com as emoções, fazendo com que revivamos experiências da nossa infância e das nossas relações familiares, independente se elas tenham sido boas ou más. Algumas pessoas se deprimem quando recordam de situações traumáticas, como alcoolismo na família, perdas importantes etc. Outras até entram em um estado de euforia, como se fossem aquela criança com suas boas lembranças e a sensação do esplendor das festas, em um processo lúdico. Algumas passam por euforia no sentido de que o ano está acabando, e em suas mentes buscam deixar para trás o dia 31, almejando ansiosamente os 365 dias do novo ano, acreditando assim que as novas possibilidades chegarão e tudo será diferente. Decidem assim que, a partir do dia 1º, tudo será diferente, quando sabemos que essa mudança de 2016 para 2017 é uma mera troca de nosso calendário gregoriano. Há pessoas que utilizam dos mecanismos de defesa da mente – como o da negação – para não entrarem em contato com seu próprio eu interior. Assim, cada pessoa reage de maneira diferente.

Enfrentando o bullying nas escolas

Enfrentando o bullying nas escolasNa Espanha 70%, das crianças em idade escolar já foi vítima de alguma forma de bullying, tanto na vida real quanto na Internet. O número é assustador em diversos países da Europa, América Latina, incluindo no Brasil. Especialistas afirmam que esse tipo de assédio já se tornou comum em todas as sociedades humanas. Por isso é preciso que os pais estejam atentos e que as escolas aceitem que esse problema é real, pois só assim poderão implementar medidas para a prevenção desse tipo de abuso.

Bullying que chocou o mundo

Aos 3 anos de idade ,Bethany Thompson foi diagnosticada com tumor cerebral, e foi nessa idade que a sua luta contra o câncer começou. Ela teve que passar por vários tratamentos médicos, incluindo a quimioterapia, e embora tenha se livrado do câncer em 2008, o tratamento acabou causando danos em seus nervos do rosto que mudaram o sorriso da menina. Então, mesmo a família tendo vencido a luta pela vida de Bethany contra o câncer, a pré-adolescente tornou- se vítima fatal de bullying.

Bethany morava em Ohio, era estudante da sexta série do ensino fundamental e suicidou -se no último semestre de 2016. O pai da menina chamou a ambulância, mas já era tarde demais. Segundo os policiais, Bethany havia encontrado uma arma escondida em sua casa e atirou em si mesma. Wendy, a mãe de Bethany, disse que nunca havia contado aos filhos onde a arma estava e sempre a mantivera em um local seguro. “Bethany sempre será uma lembrança constante em nossas vidas. Sinto que há um espaço vazio dentro de mim que nunca será preenchido”, disse Wendy. “Ela era a minha princesa, minha vida girava em torno dela”, disse o pai de Bethany, Paul Thompson.

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