Arquivos da Categoria: Família

Família unida e dedicada ao Senhor

Família unida e dedicada ao SenhorQuando o líder hebreu Josué dirigiu o seu discurso de despedida aos seus compatriotas, ele proferiu a célebre chamada evangelística destinada às famílias em todos os lugares, através dos séculos: “Eu e aminha casa serviremos ao Senhor”. Qual o significado desta perícope? É possível observar que, primariamente, significa decisão. É urgente destacar que a família não pode ser moldada de acordo com os valores anticristãos e manter a Palavra de Deus como regra de fé e conduta, algo que a sociedade hodierna despreza totalmente. Essa perícope também traz uma mensagem de desafio. Vivenciamos tempos trabalhosos e, por este motivo, é necessário vencer os desafios que tentam destruir a célula máter da sociedade.

Ataques dos jogos virtuais suicidas

Ataques dos jogos virtuais suicidas“A violência doméstica acontece quando alguém na família abusa de seu poder e maltrata física e/ou psicologicamente outro membro da família mais fraco ou vulnerável. Na maioria dos casos o agressor é alguém com autoridade sobre a vítima.

A violência doméstica pode variar em suas modalidades: violência física; violência psicológica (tortura psicológica, rejeição, humilhação, desprezo, terror); negligência (configura-se quando os pais ou responsáveis falham em termos de prover); violência sexual; etc.

Infelizmente a violência doméstica é multicausal (desemprego, SPA, problemas psiquiátricos, culturais), por isso a dificuldade em romper o ciclo de violência.

A ajuda da família de Cloé a Paulo

A ajuda da família de Cloé a PauloPara todo cristão sincero, não há dúvida que a Bíblia é verdadeiramente revelada, inspirada e canonizada. Dentre os seus 66 livros, destaque neste texto para a primeira carta de Paulo aos Coríntios. O motivo da escrita da referida carta não foi uma revelação direta da parte de Deus sobre os problemas internos que estavam acontecendo na igreja ali, pois o apóstolo dos gentios ficou sabendo por intermédio de uma família das dificuldades que a igreja local estava passando. Por essa razão, propôs, então, escrever a carta para a igreja, a qual foi inspirada pelo Espírito Santo e faz parte do cânon sagrado. A informação de tais problemas para o apóstolo é mencionada por ele próprio na carta, na qual menciona o nome dos emissários. “Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós” (1 Coríntios 1.11). Segundo estudiosos, 1 Coríntios está dividida em duas partes: a primeira, do capitulo 1 ao 6, que são os problemas denunciados pela família de Cloé; a segunda parte, do capitulo 7 em diante, que são perguntas feitas ao apóstolo pelos irmãos daquela congregação. É possível esta conclusão pela expressão de 1 Coríntios 7.1: “Ora, quanto às coisas que me escrevestes…”

Quando os filhos dizem “não”

Quando os filhos dizem “não”O que vai definir se um filho vai respeitá-lo e obedecê-lo são os limites claros, necessários desde criança. A criança ao nascer não sabe quais são os seus limites e o que é a orientação dada pelos pais. Muitos pais se equivocam ao acharem que seus filhos nascem com as normas e a regras já estabelecidas em sua mente. Existem pais que pela dificuldade de educar e colocar limites vive falando coisas do tipo: “Esse filho é mais expansivo que o outro”. Sendo que o fato de a criança ser mais expansiva ou mais passiva não se refere a limites, pois existem crianças, adolescentes e jovens que aparentam ser muito quietos, não implicando necessariamente em obedecer às regras.

Já houve vários casos em que pais me procuram desesperadamente, pois os filhos que obedeciam completamente vivenciaram episódios de agressividade extrema, chegando a quebrar móveis. O que na verdade havia acontecido era que esse filho a vida toda tinha “obedecido” por medo do autoritarismo, guardando os sentimentos negativos de raiva, o que culminou em uma explosão. Aqui entra o que a Palavra de Deus diz: “E vós, pais, não provoqueis a ira dos vossos filhos, mas educai-os de acordo com a disciplina e o conselho do Senhor. Caminhando como servos” (Efésios 6.4).

O ideal de Deus para a família

O ideal de Deus para a famíliaQual o modelo de família ideal? Primeiro, é preciso relembrar, em tempos de tanto relativismo, que a família, segundo Deus, é formada pela união legítima (casamento) de um homem e uma mulher com vistas à geração de filhos. É a família dentro do processo natural.

Sem esta clara compreensão não há como sequer iniciar o exame do que seria uma família ideal. Fincada esta premissa básica, temos a composição da entidade familiar prevista nas Sagradas Escrituras e podemos iniciar a análise dos papéis de cada membro desse corpo.

A Bíblia Sagrada define bem os papéis do homem, da mulher e dos filhos. Paulo usa três verbos principais para apresentar as funções preponderantes de cada membro da família: amar, sujeitar e obedecer. “Vós, maridos, amai vossa mulher”; “vós, mulheres, sujeita-vos a vosso marido”; “vós, filhos, sede obedientes a vossos pais.” (Efésios 5.22, 25; 6.1).

O marido é a cabeça da mulher (Efésios 5.23), portanto, o líder da família. É dele a primeira e maior responsabilidade. Para o homem, o papel preponderante não é mandar, é amar. Aliás, há algo extraordinário a ser observado: a Palavra de Deus não estabelece o relacionamento entre o homem e a mulher a partir do mando.

Família: segurança e felicidade

Família - segurança e felicidadeVivemos na era da tecnologia, na era digital, somos a geração da era atômica, das naves interespaciais, do domínio da busca dos limites do infinito, da disputa desenfreada do homem pelo poder para vencer o outro. Na ciência, o homem progrediu de tal maneira, que é possível hoje salvar vidas a beira da morte, através dos transplantes cirúrgicos de órgãos vitais para a existência humana.

Apesar de toda a positividade das inovações tecnológicas e do avanço cientifico, por outro lado, temos o grotesco aumento da criminalidade, da violência, da exploração sexual e do declínio moral da sociedade. Perdemos e muito, os valores básicos da convivência, do respeito e da ética. Essas mudanças chegaram às famílias.

A graça da convivência familiar

A graça da convivência familiarPara início deste artigo, tomo por base o texto de Mateus 10.36, que diz: “Os inimigos do homem serão os da sua própria família”. A ideia do texto citado, segundo a exegética cristã, é enfatizar a realidade daqueles que comprometem o relacionamento familiar quando precisam optar entre Deus e sua família, pois o verdadeiro Evangelho não tem como objetivo trazer discórdia entre pessoas. O ideal de Deus é que toda família seja alcançada pela graça permitindo que o Evangelho produza crescimento na comunhão entre os irmãos a partir de suas próprias casas, nisto compreendemos que Deus constituiu a família a fim de salvá-la e não destruí-la. Ele jamais lutará contra Sua própria criação, sendo mentor de dissensões e discórdias familiares. A finalidade da exposição do texto narrado por Mateus é enfatizar a superioridade do amor a Deus acima de qualquer pessoa, inclusive daqueles que mais amamos, mesmo sendo nossa própria família.

Não provoqueis à ira a seus filhos

Não provoqueis à ira a seus filhosEm nossas igrejas, ainda nos deparamos com pais com uma mentalidade muito arcaica em relação à criação de filhos e, julgando estarem certos, acabam causando distúrbios no processo educacional. Criam filhos emocionalmente fragilizados ou copias fies de um modelo retrógado de educação familiar.

Não bastasse isso, vez ou outra vemos lideres e pregadores contarem histórias de como foram criados e das muitas palmadas que receberam dos pais, falam isso com fortes premissas de que esse é o modo certo de criar e educar filhos. Não quero aqui ser contrário à correção, pois a vejo inteiramente necessária no processo disciplinar de nossos filhos, no entanto, meu propósito é ressaltar quais o limites da disciplina com a vara e a importância de não incidir no erro de pensar que está disciplinando quando, na verdade, está provocando a ira aos filhos.

Transtorno de ansiedade no lar

Transtorno de ansiedade no larTodo ser humano em algum momento da vida experimenta sentimentos de ansiedade em diversos graus, e esses graus variam de pessoa para pessoa. Seja pela espera da tão sonhada bicicleta, pelo início de um novo emprego, pela chegada do primeiro filho, pela mudança de escola, etc. Situações como estas fazem parte do nosso cotidiano e despertam uma reação de tensão natural no organismo. Trata-se de um tipo de alarme do sistema nervoso que é ativado sempre que percebemos uma situação diferenciada. Podemos denominar também como a representação de uma forma de estresse e que pode se manifestar física, social ou emocionalmente.

Por mais curioso que possa parecer, crianças e adolescentes vivem momentos de grande tensão assim como os adultos. E cada dia que passa, temos mais relatos de casos clínicos de crianças com sintomas de transtornos de ansiedade. Podemos citar como um dos fatores que tende a potencializar o transtorno de ansiedade em crianças e adolescentes, o conflito conjugal e porque não dizer familiar.

Com o aumento de casais em crise conjugal ou mesmo divorciados na sociedade contemporânea, as famílias têm sofrido mudanças e diversos danos na homeostase de todos os membros que fazem parte dela, sendo um deles o Transtorno de Ansiedade de Separação. Mas este pode se manifestar também em outras situações de afastamento dos pais dos filhos.

Feridas emocionais ao longo da vida

Feridas emocionais ao longo da vidaÉ importante que todos os pais saibam a grande responsabilidade que possuem na vida de seus filhos também na área emocional e psicológica. Muitos preocupam-se tanto com as questões materiais, financeiras, a formação acadêmica, a saúde, etc. E sem se darem conta esquecem-se que fatores intangíveis são determinantes no crescimento rumo a uma vida adulta saudável.

Alguns problemas vivenciados na infância podem provocar cicatrizes emocionais que determinarão a qualidade de suas vidas quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro.

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