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A interatividade social e a família

A interatividade social e a famíliaCom o avanço do entretenimento e a proliferação das redes de relacionamento social, fica cada vez mais difícil não perceber o quanto as pessoas têm se rendido a esses novos métodos de entretenimentos. Com o passar dos anos e as constantes inovações, as redes sociais têm sido uma febre entre os mais variados públicos. No entanto, esses recursos que podem ser facilmente baixados em um aparelho de celular, ou acessados por qualquer computador conectado à internet, com o intuito de aproximar as pessoas, estejam elas onde estivem, inclusive de diferentes culturas e etnias, podem ser grandes armas para falência da família se não considerarmos seus riscos e não vigiarmos ao utilizá-los.

Dissonâncias no conceito de família

Dissonâncias no conceito de famíliaUm dos temas mais ventilados pela mídia atual relaciona-se a definição de família e as dissonâncias sofridas durante a história. Muitos reproduzem o que ouvem e outros nem isso: partem de suas deduções empíricas. Como contribuição etimológica, registro alguns autores e suas colaborações.

Silvério Bueno (1989, p. 288) considera a família o conjunto de pai, mãe e filhos, pessoas do mesmo sangue, descendência, linhagem; Champlin (2011, p. 680) afirma que “a palavra família usualmente refere-se a um grupo de pessoas relacionadas entre si por laços de parentesco ou de matrimônio”. Bentho, ao referir-se à constituição de família, destaca: “… núcleo familiar a priori foi composto por um homem e uma mulher. Mais tarde, acrescentou-se ao casal os filhos gerados dessa união. A partir do nascimento dos primeiros filhos, a família tornou-se o primeiro sistema social no qual o ser humano é inserido” (BENTHO, 2010, p.25). Segundo o antropólogo STRAUS, apud TOLENTINO (2012, 361), “família é uma palavra que serve para designar um grupo social possuidor de, pelo menos, três características: 1- tem sua origem no casamento; 2- é constituído pelo marido, esposa e pelos filhos provenientes de sua união, embora seja lícito conceber que outros parentes possam encontrar o seu lugar próximo ao núcleo do grupo; 3- os membros da família estão unidos entre si por a) laços legais; b) direitos e obrigações econômicas, religiosas ou de outra espécie; c) um conjunto bem definidos de direitos e proibições sexuais; e uma quantidade variada e diversificada de sentimentos psicológicos tais como amor, afeto, respeito, reverência, etc.” (STRAUS, op.cit.,p.361)1.

A mulher e o equilíbrio familiar

A mulher e o equilíbrio familiarA família é uma instituição divina, pois foi criada pelo Senhor Deus, no Jardim do Éden (Gênesis 1.27, 28; 2.24). É na família que pais e filhos encontram paz, amor, harmonia, segurança, dignidade. Devi Titus, em seu livro A Experiência do Lar, nos afirma que o lar é a base para a sociedade e o desenvolvimento humanos. E continua dizendo que “o lar não é uma atividade, como também não é uma estrutura física onde a família habita. Ele foi projetado para ser o lugar dos relacionamentos pessoais entre os membros da família.” Não obstante, tem sido alvo de frequentes ataques por parte do inimigo, principalmente nos últimos anos.

Família unida e dedicada ao Senhor

Família unida e dedicada ao SenhorQuando o líder hebreu Josué dirigiu o seu discurso de despedida aos seus compatriotas, ele proferiu a célebre chamada evangelística destinada às famílias em todos os lugares, através dos séculos: “Eu e aminha casa serviremos ao Senhor”. Qual o significado desta perícope? É possível observar que, primariamente, significa decisão. É urgente destacar que a família não pode ser moldada de acordo com os valores anticristãos e manter a Palavra de Deus como regra de fé e conduta, algo que a sociedade hodierna despreza totalmente. Essa perícope também traz uma mensagem de desafio. Vivenciamos tempos trabalhosos e, por este motivo, é necessário vencer os desafios que tentam destruir a célula máter da sociedade.

Ataques dos jogos virtuais suicidas

Ataques dos jogos virtuais suicidas“A violência doméstica acontece quando alguém na família abusa de seu poder e maltrata física e/ou psicologicamente outro membro da família mais fraco ou vulnerável. Na maioria dos casos o agressor é alguém com autoridade sobre a vítima.

A violência doméstica pode variar em suas modalidades: violência física; violência psicológica (tortura psicológica, rejeição, humilhação, desprezo, terror); negligência (configura-se quando os pais ou responsáveis falham em termos de prover); violência sexual; etc.

Infelizmente a violência doméstica é multicausal (desemprego, SPA, problemas psiquiátricos, culturais), por isso a dificuldade em romper o ciclo de violência.

A ajuda da família de Cloé a Paulo

A ajuda da família de Cloé a PauloPara todo cristão sincero, não há dúvida que a Bíblia é verdadeiramente revelada, inspirada e canonizada. Dentre os seus 66 livros, destaque neste texto para a primeira carta de Paulo aos Coríntios. O motivo da escrita da referida carta não foi uma revelação direta da parte de Deus sobre os problemas internos que estavam acontecendo na igreja ali, pois o apóstolo dos gentios ficou sabendo por intermédio de uma família das dificuldades que a igreja local estava passando. Por essa razão, propôs, então, escrever a carta para a igreja, a qual foi inspirada pelo Espírito Santo e faz parte do cânon sagrado. A informação de tais problemas para o apóstolo é mencionada por ele próprio na carta, na qual menciona o nome dos emissários. “Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós” (1 Coríntios 1.11). Segundo estudiosos, 1 Coríntios está dividida em duas partes: a primeira, do capitulo 1 ao 6, que são os problemas denunciados pela família de Cloé; a segunda parte, do capitulo 7 em diante, que são perguntas feitas ao apóstolo pelos irmãos daquela congregação. É possível esta conclusão pela expressão de 1 Coríntios 7.1: “Ora, quanto às coisas que me escrevestes…”

Quando os filhos dizem “não”

Quando os filhos dizem “não”O que vai definir se um filho vai respeitá-lo e obedecê-lo são os limites claros, necessários desde criança. A criança ao nascer não sabe quais são os seus limites e o que é a orientação dada pelos pais. Muitos pais se equivocam ao acharem que seus filhos nascem com as normas e a regras já estabelecidas em sua mente. Existem pais que pela dificuldade de educar e colocar limites vive falando coisas do tipo: “Esse filho é mais expansivo que o outro”. Sendo que o fato de a criança ser mais expansiva ou mais passiva não se refere a limites, pois existem crianças, adolescentes e jovens que aparentam ser muito quietos, não implicando necessariamente em obedecer às regras.

Já houve vários casos em que pais me procuram desesperadamente, pois os filhos que obedeciam completamente vivenciaram episódios de agressividade extrema, chegando a quebrar móveis. O que na verdade havia acontecido era que esse filho a vida toda tinha “obedecido” por medo do autoritarismo, guardando os sentimentos negativos de raiva, o que culminou em uma explosão. Aqui entra o que a Palavra de Deus diz: “E vós, pais, não provoqueis a ira dos vossos filhos, mas educai-os de acordo com a disciplina e o conselho do Senhor. Caminhando como servos” (Efésios 6.4).

O ideal de Deus para a família

O ideal de Deus para a famíliaQual o modelo de família ideal? Primeiro, é preciso relembrar, em tempos de tanto relativismo, que a família, segundo Deus, é formada pela união legítima (casamento) de um homem e uma mulher com vistas à geração de filhos. É a família dentro do processo natural.

Sem esta clara compreensão não há como sequer iniciar o exame do que seria uma família ideal. Fincada esta premissa básica, temos a composição da entidade familiar prevista nas Sagradas Escrituras e podemos iniciar a análise dos papéis de cada membro desse corpo.

A Bíblia Sagrada define bem os papéis do homem, da mulher e dos filhos. Paulo usa três verbos principais para apresentar as funções preponderantes de cada membro da família: amar, sujeitar e obedecer. “Vós, maridos, amai vossa mulher”; “vós, mulheres, sujeita-vos a vosso marido”; “vós, filhos, sede obedientes a vossos pais.” (Efésios 5.22, 25; 6.1).

O marido é a cabeça da mulher (Efésios 5.23), portanto, o líder da família. É dele a primeira e maior responsabilidade. Para o homem, o papel preponderante não é mandar, é amar. Aliás, há algo extraordinário a ser observado: a Palavra de Deus não estabelece o relacionamento entre o homem e a mulher a partir do mando.

Família: segurança e felicidade

Família - segurança e felicidadeVivemos na era da tecnologia, na era digital, somos a geração da era atômica, das naves interespaciais, do domínio da busca dos limites do infinito, da disputa desenfreada do homem pelo poder para vencer o outro. Na ciência, o homem progrediu de tal maneira, que é possível hoje salvar vidas a beira da morte, através dos transplantes cirúrgicos de órgãos vitais para a existência humana.

Apesar de toda a positividade das inovações tecnológicas e do avanço cientifico, por outro lado, temos o grotesco aumento da criminalidade, da violência, da exploração sexual e do declínio moral da sociedade. Perdemos e muito, os valores básicos da convivência, do respeito e da ética. Essas mudanças chegaram às famílias.

A graça da convivência familiar

A graça da convivência familiarPara início deste artigo, tomo por base o texto de Mateus 10.36, que diz: “Os inimigos do homem serão os da sua própria família”. A ideia do texto citado, segundo a exegética cristã, é enfatizar a realidade daqueles que comprometem o relacionamento familiar quando precisam optar entre Deus e sua família, pois o verdadeiro Evangelho não tem como objetivo trazer discórdia entre pessoas. O ideal de Deus é que toda família seja alcançada pela graça permitindo que o Evangelho produza crescimento na comunhão entre os irmãos a partir de suas próprias casas, nisto compreendemos que Deus constituiu a família a fim de salvá-la e não destruí-la. Ele jamais lutará contra Sua própria criação, sendo mentor de dissensões e discórdias familiares. A finalidade da exposição do texto narrado por Mateus é enfatizar a superioridade do amor a Deus acima de qualquer pessoa, inclusive daqueles que mais amamos, mesmo sendo nossa própria família.

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