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Convite aos cansados e oprimidos

Convite aos cansados e oprimidosVocê aceitaria um convite? Nos dias de hoje andando pelas ruas de grandes cidades, ou mesmo ao ler nossos e-mails, recebemos vários convites. Muitos querem nossa atenção e prometem um presente ou uma boa oportunidade. Hoje há outra voz chamando, convidando. É Jesus! Você aceita sua proposta: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28)?

Um convite para todos. Em um mundo que valoriza excessivamente os bens materiais, em algumas situações pessoas são selecionadas por sua renda, propriedades, saldo bancário, além de outros critérios. Ainda que da mesma espécie, em meio aos homens há severas separações e grupos que não se dão uns com outros, infelizmente. Para muitos, o sentido da palavra “todos” aplica-se tão somente aos que lhe são iguais em condições financeiras, ideológicas etc. Jesus, porém, ao vir ao mundo de forma humilde o fez para alcançar todos, sim, no sentido pleno da palavra: todos os seres humanos, de todos os lugares da terra, de todas as etnias, com ou sem instrução acadêmica, abastados ou à beira da miséria.

Jesus Cristo: um revolucionário político?

Jesus Cristo - um revolucionário políticoNão há dúvida que Jesus trouxe um tsunami para o judaísmo de sua época e, também, para a história de todo o mundo. A forma como o homem entende a religião e a própria vida mudou com o nazareno. A história é outra depois do nascimento do Messias. Isso é reconhecível mesmo para um homem sem fé. Porém, historicamente, Jesus tinha pretensões políticas na Palestina do primeiro século? Jesus, como líder humano e carismático, teve qualquer vontade de provocar uma revolução política? Jesus tinha algum projeto de poder temporário? Queria Ele assumir o lugar de César para libertar os oprimidos da Judeia contra o imperialismo romano?

Aprisionados pela embromação

Aprisionados pela embromaçãoOs versículos 15 e 16 de Gênesis 19 fazem parte da história do livramento dado por Deus ao justo Ló, quando da destruição de Sodoma e Gomorra. Porém, tomo o referido texto no sentido de fazer uma reflexão específica sobre uma condição que infelizmente aflige inúmeras pessoas, levando-as a prejuízos econômicos, sociais, familiares, profissionais e espirituais. Trata-se da morosidade, da embromação, do embaraço diante das ações que se apresentam urgentes. O registro sagrado destaca: “como, porém se demorasse”.

Por prisma contraditório, já li e já ouvi citações e axiomas que fazem referência à necessidade de observarem-se criteriosamente os projetos e ideais para que as ações não sejam precipitadas. Decisões impensadas podem redundar em prejuízos também. Logicamente quando existe urgência para tomadas de atitudes, não significa que as tais dispensem de antemão, a prudência, a avaliação dos riscos ou a percepção se os projetos são sólidos e de expectativas de bons resultados. Podemos então deduzir que tanto a precipitação quanto a morosidade são dois polos que precisam ser evitados.

Ainda te falta uma coisa

Ainda te falta uma coisa“E, quando Jesus ouviu isso, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa: vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” (Lucas 18.22).

Estamos diante de alguém que acreditava na vida eterna. Trata-se de um jovem que desfrutava de uma boa vida, pois era rico e muito correto. Ao acreditar na vida eterna, entendia existir dois lados: um de gozo, que é o céu, e outro de sofrimentos, que é o inferno. Dois pontos me chamam a atenção no fato desse jovem procurar Jesus: (1) desejava desfrutar a vida eterna no céu; (2) entendia que Jesus era a pessoa correta que o orientaria a alcançar o que desejava.

As necessidades humanas e a Igreja

As necessidades humanas e a IgrejaCerta feita, lendo o livro “Panorama do Pensamento Cristão”1, traduzido para o português pela CPAD, deparei-me com um artigo sobre “Natureza Humana”, escrito por Michael Palmerque. O conteúdo faz menção à definição de ser humano sob a ótica da psicologia humanista, transpessoal ou fenomenológica.

A psicologia humanista nasceu nos Estados Unidos na década de 1960, se constituindo como a “terceira força” dentro da Psicologia. Tal título surge na medida em que a mesma se opõe às duas forças – ou abordagens – predominantes na Psicologia da época: o behaviorismo e a psicanálise2. Os tópicos essenciais da psicologia humanista seriam o destaque na experiência consciente; a crença na integralidade da natureza e da conduta do ser humano; a crença no livre-arbítrio e no poder criativo do homem3. Os principais representantes da Psicologia Humanista são: Abraham Maslow (Hierarquia das Necessidades de Maslow); Carl Rogers (No Centro das Propostas Humanistas); Viktor Frankl (Psicologia Existencial Humanista). O principal pensador desta linha, Abraham Maslow, desenvolveu sua teoria dinâmica das motivações, com base nos estudos de diversos outros psicólogos e filósofos como Reich, Jung, Fromm e Freud.

O caráter divino revelado aos homens

O caráter divino revelado aos homensA Bíblia Sagrada revela em suas páginas que a desobediência do primeiro casal acarretou para seus descendentes um legado nada promissor: desvios de caráter que resultaram em decisões precipitadas ou injustas; equívocos que desencadearam conflitos que ceifaram vidas que se sequer entendiam o que estava realmente acontecendo. Esse panorama desalentador foi produto da falta de um caráter ilibado (Eclesiastes 7.29). O rei Salomão registrou a beleza da criação, mas ele também percebeu que a mesma deixou-se contaminar. O ser humano procurou seus próprios caminhos, por esse motivo aconteceram diversas mudanças, incluindo o seu caráter.

Confiança na salvação do Senhor

Confiança na salvação do SenhorTomando o texto de Salmos 3.1-8, meditemos. A primeira coisa considerada aqui é o fato de o rei Davi ter muitos inimigos (Salmos 41.5, 6, 9), até mesmo dentro de sua própria família, como Absalão, seu filho (2 Samuel 15.1–18). Um dos traidores já tinha sido amigo íntimo de Davi. Joabe é o nome do fiel servo do rei. Ele reconcilia Davi com seu filho Absalão, mas depois o mata.

Sempre existiu e existirão pessoas que têm esse espírito de difamar, caluniar e ofender, mas há uma promessa da parte de Deus que nos garante uma defesa e posterior vitória. Sobre esta questão, lemos na Bíblia: “Ao que às ocultas calunia o próximo, a esse destruirei” (Salmos 101.5a). Na TEB (Tradução Ecumênica da Bíblia) diz: “Aquele que difama os outros em segredo, reduzi-lo-ei ao silêncio”.

As falsas notícias no âmbito social

As falsas notícias no âmbito socialVivemos em uma época conturbada em nossa sociedade, o uso da internet de um modo quase onipresente em nossas vidas tem resultado em uma série de consequências até pouco tempo inimagináveis. A indústria fonográfica procura se reinventar ante o mundo dos downloads e das plataformas de streaming; já se falam em crise da televisão aberta diante do youtube e da imensa gama de produções cinematográficas, de séries, desenhos animados e até telejornais exclusivamente para a internet. O universo dos ebooks é algo impossível de ser desconsiderado, por isso todas as grandes editoras e empresas de comunicação impressa já migraram parcial, e outras integralmente, para esse modelo de distribuição de conhecimento.

Por que é pecado fazer upload e download de livros?

Por que é pecado fazer upload e download de livrosAntes de qualquer consideração sobre a pirataria de obras literárias, é importante afirmar que a proteção dos direitos autorais, segundo a lei, diz respeito aos livros que ainda não estão em domínio público. Uma obra literária só é considerada de domínio público após pouco mais de setenta anos da morte do seu autor, pois, em regra geral, os direitos desse autor duram pelo mencionado tempo a partir de 1° de janeiro do ano subsequente ao seu falecimento. As exceções são para os autores desconhecidos ou que morrem sem deixar sucessores.

Há diferença entre cobrar cachê e receber ‘oferta’?

Há diferença entre cobrar cachê e receber ofertaNa atualidade, está se tornando comum a pergunta: “Qual é o seu cachê?”, quando se convida um mensageiro de Deus para pregar ou ensinar as Escrituras. Quando me fazem essa pergunta, respondo o seguinte: “Não cobro cachê para ministrar a Palavra, porém aceito uma ‘oferta’, a qual, evidentemente, como esse próprio termo sugere, fica a critério da igreja”. Apesar de alguns irmãos — acostumados a tratar com celebridades gospel — estranharem esse meu procedimento, me baseio na Bíblia, a começar pela conduta de Daniel diante do rei Belsazar, na Babilônia.

De acordo com Daniel 5.1-17, esse profeta recusou-se firmemente a aceitar os presentes de Belsazar, a priori, o qual lhe pedira a interpretação da escritura que havia aparecido na parede do palácio real. Entretanto, depois que Daniel lhe disse o que significavam as duras palavras: “Mene, Mene, Tequel e Parsim” (v. 25), o rei mandou que vestissem “Daniel de púrpura, e que lhe pusessem uma cadeia de ouro ao pescoço, e proclamassem a respeito dele que havia de ser o terceiro dominador do reino” (v. 29).

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