Arquivos da Categoria: Edificação

Sofrimento, graça e poder

Sofrimento, graça e poderOh! Que grande paz teríamos se fossemos poupados de todas as aflições terrenas. Que coração humano não deseja isso? Há dias em que nos deparamos como o salmista Davi, com o coração pulsando ardentemente, ansiando refrigério, perguntando à própria alma até quando terá de suportar o pão da aflição (Salmo 13.2).

Talvez soe como um paradoxo ao seu coração, mas devemos nos alegrar pelos sofrimentos (Tiago 1.2) e nos gloriarmos de nossas próprias tribulações (Romanos 5.3). Todos os anos vejo pregadores “profetizando” que o ano seguinte será o ano da vitória dobrada, o ano da colheita, o ano que você vai colocar Deus na parede e “determinar” que a sua benção vai chegar. Ora, chega a causar enfado tal distância dos preceitos escriturísticos. Deus é poderoso o suficiente para nos abençoar. Contudo, não somos nós, reles homens, quem designamos o que Ele, infinitamente soberano, realizará.

Jesus: a solução para o mundo em crise

Jesus - a solução para o mundo em criseFaltavam algumas horas para encerrar o expediente, e o relógio arrastava-se tempo adentro. A tarde revelava-se monótona, e a rotina pesava mais que o normal. Sentia a necessidade de fazer algo para recobrar o ânimo. Absorto neste profundo estado de ânimo eu pensei: “O museu! Vou até lá ver como estão as coisas”.

Acredito que você deve estar confuso e a perguntar: “O que essa narrativa tem a ver comigo?”. Eu vou ajudá-lo a compreender melhor essa história, mas para tanto devo fazer algumas observações. Eu trabalho em uma faculdade teológica chamada Faetad, cujas instalações encontram-se no interior do estado de São Paulo. Neste momento, estamos empenhados na organização de um memorial para contar a trajetória de nossa instituição, além da biografia e ministério de nosso fundador, o saudoso missionário norte-americano Bernhard Johnson. Voltando ao caso…

Sobre tocar em eventos mundanos

Sobre tocar em eventos mundanosDeve um músico cristão tocar em eventos não cristãos? Com Jesus aprendemos que nem todas as perguntas merecem respostas objetivas. Às vezes, é importante fazer com que o interlocutor reflita e tome a decisão correta. Certa vez, seus oponentes perguntaram ao Mestre se era lícito pagar tributo a César (Mateus 22.17). Ele podia ter dito simplesmente “sim”, mas preferiu, antes, apresentar-lhes duas perguntas para reflexão. E, ao ouvir deles a resposta de que a moeda do tributo fazia referência a César, lhes disse: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus” (vv. 18-21). Neste artigo, seguirei esse exemplo do Mestre, haja vista a complexidade da questão proposta.

Feridos na testa

Feridos na testaA soberba e a arrogância são sentimentos que jamais devem fazer parte da vida de uma pessoa convertida a Cristo. Ora, não custa lembrar que a soberba é o sentimento de superioridade sobre as demais pessoas, também conhecida como orgulho. Já o termo arrogância é o sentimento que caracteriza a falta de humildade. Falando em soberba, a Bíblia observa: “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Provérbios 16.18). Isto é, a pessoa soberba não vai muito longe. Primeiro ela age soberbamente para depois ser destruída. Isto está claro no texto. Um exemplo bem claro de pessoa soberba na Bíblia foi Golias, o gigante filisteu. No momento em que Golias percebeu que o jovem Davi vinha para enfrentá-lo, vociferou soberbamente: “Sou eu algum cão para tu vires a mim com paus?” (1 Samuel 17.43).

Conta o que Jesus tem feito

Conta o que Jesus tem feito“Torna para tua casa e conta quão grandes coisas te fez Deus. E ele foi apregoando por toda a cidade quão grandes coisas Jesus lhe tinha feito” (Lucas 8.39). Tenho dito que nós, assembleianos, temos propagado pouquíssimo a respeito dos milagres que Jesus tem realizado em nosso meio. Será que não acontecem mais milagres em nossa Igreja? Será que os milagres de Jesus estão limitados somente aos relacionados na Bíblia? É obvio que não.

Chamo a atenção desse assunto porque já ouvi de pregadores insinuações de que os milagres só se deram nos dias do Ministério de Jesus aqui na Terra. Enganam-se os que assim procedem; somos testemunhas de que Jesus continua se manifestando de maneira gloriosa em nossas vidas através de milagres. E, assim, podemos ser mais do que testemunhas: podemos ser anunciadores, propagadores do que Jesus tem realizado.

Conselhos para quem quer viver

Conselhos para quem quer viverQuem quer viver não adia oportunidades. O tempo é uma sucessão de momentos que se apresenta diante de nós, dando-nos oportunidades que se perdidas, algumas jamais vão se recuperar. Assim, temos que estar sempre de prontidão para as oportunidades. Não perca oportunidade de dar um abraço em quem você ama. Não perca oportunidade de soletrar “obrigado” a quem lhe ajudou e de ouvir um conselho de quem tem maturidade proporcionada pelas revezes da vida.

Quem quer viver não se mantém ansioso. A ansiedade nos faz sofrer por antecipação. Portanto, sossegue a alma. Dê um passo de cada vez. Respeite o ritmo da vida. Tudo passa!

Quem quer viver medita. Meditar é ter tempo para ouvir o silencio. Meditar é ouvir as batidas do coração e fazer visitas ao interior. Meditar é revisitar o passado. Meditar é ver o por do sol. Meditar é fechar os olhos ao ouvir o som de um violino e deixá-lo chegar ao coração. Quem não medita, não vive. Não consegue apreciar as belezas da vida!

Estilo e princípios da liderança de Jesus

Estilo e princípios da liderança de JesusQuando lemos o registro de Mateus 16.24, vemos que o Mestre emite uma orientação insólita aos Seus seguidores. Mas que tipo de conteúdo é este que o Mestre expõe aos discípulos? Devemos desprezar nossas próprias vontades, desejos e convicções? A vocação para segui-lO é muito mais séria do que imaginamos e esta determinação exorta-nos a termos uma vida baseada nos valores morais e espirituais conforme a proposta do Evangelho, para nos tornarmos semelhantes a Jesus, em observação aos Seus ensinamentos.

A conduta do Mestre sempre foi fundamentada, sobretudo, na prática da verdade e do amor (João 18.20-21; Mateus 5.34-37), inclusive no trabalho de motivar e convencer os demais a segui-lO, tendo como plataforma o Seu estilo doador a ponto de oferecer a Sua própria vida (João 10.11).

Convite aos cansados e oprimidos

Convite aos cansados e oprimidosVocê aceitaria um convite? Nos dias de hoje andando pelas ruas de grandes cidades, ou mesmo ao ler nossos e-mails, recebemos vários convites. Muitos querem nossa atenção e prometem um presente ou uma boa oportunidade. Hoje há outra voz chamando, convidando. É Jesus! Você aceita sua proposta: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28)?

Um convite para todos. Em um mundo que valoriza excessivamente os bens materiais, em algumas situações pessoas são selecionadas por sua renda, propriedades, saldo bancário, além de outros critérios. Ainda que da mesma espécie, em meio aos homens há severas separações e grupos que não se dão uns com outros, infelizmente. Para muitos, o sentido da palavra “todos” aplica-se tão somente aos que lhe são iguais em condições financeiras, ideológicas etc. Jesus, porém, ao vir ao mundo de forma humilde o fez para alcançar todos, sim, no sentido pleno da palavra: todos os seres humanos, de todos os lugares da terra, de todas as etnias, com ou sem instrução acadêmica, abastados ou à beira da miséria.

Jesus Cristo: um revolucionário político?

Jesus Cristo - um revolucionário políticoNão há dúvida que Jesus trouxe um tsunami para o judaísmo de sua época e, também, para a história de todo o mundo. A forma como o homem entende a religião e a própria vida mudou com o nazareno. A história é outra depois do nascimento do Messias. Isso é reconhecível mesmo para um homem sem fé. Porém, historicamente, Jesus tinha pretensões políticas na Palestina do primeiro século? Jesus, como líder humano e carismático, teve qualquer vontade de provocar uma revolução política? Jesus tinha algum projeto de poder temporário? Queria Ele assumir o lugar de César para libertar os oprimidos da Judeia contra o imperialismo romano?

Aprisionados pela embromação

Aprisionados pela embromaçãoOs versículos 15 e 16 de Gênesis 19 fazem parte da história do livramento dado por Deus ao justo Ló, quando da destruição de Sodoma e Gomorra. Porém, tomo o referido texto no sentido de fazer uma reflexão específica sobre uma condição que infelizmente aflige inúmeras pessoas, levando-as a prejuízos econômicos, sociais, familiares, profissionais e espirituais. Trata-se da morosidade, da embromação, do embaraço diante das ações que se apresentam urgentes. O registro sagrado destaca: “como, porém se demorasse”.

Por prisma contraditório, já li e já ouvi citações e axiomas que fazem referência à necessidade de observarem-se criteriosamente os projetos e ideais para que as ações não sejam precipitadas. Decisões impensadas podem redundar em prejuízos também. Logicamente quando existe urgência para tomadas de atitudes, não significa que as tais dispensem de antemão, a prudência, a avaliação dos riscos ou a percepção se os projetos são sólidos e de expectativas de bons resultados. Podemos então deduzir que tanto a precipitação quanto a morosidade são dois polos que precisam ser evitados.

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