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A face do ativismo feminista

A face do ativismo feministaO ativismo feminista tem sido extremamente atuante nos últimos anos. A atual conjuntura da sociedade tem contribuído para este afloramento. O relativismo do mundo pós-moderno tem fomentado procelas deste teor. Nas programações televisivas, e demais veículos de informação como jornais, revistas, internet, é possível identificar um espaço considerável para os pressupostos do feminismo. E tem sido justamente nestes âmbitos que, entrincheirados, o movimento tem de forma deletéria bombardeado com seus axiomas a Bíblia Sagrada e o cristianismo. Os ataques dos defensores desta ideologia deturpam a mensagem cristã ao alegar que seu conteúdo é machista e discriminante. Se a função da Teologia, além de responder as questões espirituais, é também elucidar, a partir do ponto de vista bíblico, as obscuridades e questionamentos dos tempos modernos, então surgiu uma oportunidade de cumprir os seus desígnios. Qual seria a visão bíblica a respeito do assunto? Poderia uma cristã fazer parte do movimento? Qual o real valor da mulher perante a perspectiva bíblica? Estas e outras indagações é que pretendemos esclarecer.

Uma terrível ironia

Uma terrível ironiaAmós é um caso impar na Bíblia, pois tinha um ministério profético muito forte e ele era um homem simples, que cuidava do campo e de sua lavoura. Deus encontrou neste homem um coração sincero e o convocou para ser voz profética. Ele falou duramente a um povo que estava se distanciando e Deus dia-a-dia. Amós utiliza-se de uma metáfora para ilustrar o seu discurso: “Ai de vós que desejam o dia do Senhor! Para que desejais o dia do Senhor? Será de trevas e não de luz” (Amós 5.18).

A nossa preocupação hoje é incentivar as pessoas a clamarem pela vinda de Jesus, e naquela época os israelitas almejavam este evento também – no caso, a primeira vinda do Messias. Só que o profeta Amós, de forma ousada, expõe estas palavras que lemos acima. O mensageiro queria que seus interlocutores não aguardassem a vinda do Senhor. O versículo 19 explica a razão: “Como se um homem fugisse de diante do leão, e se encontrasse com ele o urso; ou como se, entrando em casa, encostando a mão à parede, fosse mordido de uma cobra”.

A última palavra é de Jesus

A última palavra é de Jesus“E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais (João 8.10,11).

Na passagem bíblica supracitada, os escribas e fariseus encontram mais um momento para confrontarem o Senhor Jesus. Enquanto o Mestre ensinava no Templo, trouxeram-lhe uma mulher que disseram ter sido pega no ato do adultério e colocaram-na diante dEle, interrogando-O sobre o que deveriam fazer com ela com base no que determinava a lei.

O evangelista João destaca que o objetivo era fazer com que Jesus caísse em alguma contradição para terem motivo para acusá-lO. Porém, como o propósito do Senhor Jesus, em seu ministério, foi sempre fazer o bem, Ele encontrou uma saída para livrar aquela mulher. Jesus simplesmente mandou que quem estivesse sem pecado fosse o primeiro a apedrejá-la.

Simplesmente como Jesus

Simplesmente como JesusEmprestei do livro homônimo do escritor Max Lucado o título em epígrafe, para discorrer sobre a nossa inadiável e urgente necessidade em seguir o exemplo de Jesus, exercitando Seus ensinamentos no viver diário, a fim de nos tornarmos semelhantes a Ele, pois todo discípulo deve se esforçar excessivamente para imitar o seu mestre, doutra maneira, seu aprendizado será ineficaz.

O ministério terreno do Senhor Jesus foi marcado por ensinamentos práticos, inteligíveis, honestos, diretos, sem subterfúgios ou escapismos. As multidões se aglomeravam em torno dEle à beira mar, na comodidade das verdejantes relvas ou nas acolhedoras sinagogas, absorvendo com avidez sua instrução sapiente, promotora de uma mudança interior que causava impactos externos surpreendentes, como no caso da mulher samaritana que, tendo encontrado com Jesus à beira do poço em Sicar, reconheceu o quanto sua vida precisava de uma completa mudança, já que enfrentava dilemas que causavam frustrações e decepções, especialmente na área afetiva, uma vez que seus relacionamentos terminavam em fracassos, incorrendo o risco de perder o sexto também, visto ser uma relação ilícita. E o que não dizer de Zaqueu, chefe dos publicanos em Jericó que, arrependido, decidiu devolver o quádruplo a todos que lesara, dividindo também metade de sua fortuna com os pobres. Esta ação é característica daqueles que experimentaram o novo nascimento, passando pelo processo da regeneração operado pelo Espírito Santo, mediante a audição da Palavra, pois a fé vem pelo ouvir e o ouvir da Palavra de Deus (Romanos 10.17).

Mesmo ainda sendo pecadores

Mesmo ainda sendo pecadoresA Bíblia Sagrada diz que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). Assim, ao expressar Seu amor para com a humanidade, Deus nos alcança com a Sua Salvação.

A respeito da ação de Deus em nosso favor, é importante nos atermos a um detalhe: a morte de Jesus, em resgate as nossas vidas, não se deu por ato meritório nosso, pois não merecemos. Isto se chama Graça. A morte de Jesus se deu muito antes de termos entendimento e conseguirmos dar demonstração de que em nós havia obras de bondade. Se é que há bondade em nós.

Desafios em tempos pós-modernos

Desafios em tempos pós-modernosO tempo em que vivemos é, indubitavelmente, um período distinto da história, denominado pós-modernidade marcado por desafios perturbadores, afinal não era de se esperar outra realidade, trata-se da última hora da Igreja na terra, período profético de esfriamento espiritual, crescimento da apostasia (1 Timóteo 4.1), multiplicação da iniquidade (Mateus 24.7) e ventos de doutrinas e inversão de valores (Efésios 4.14), sobretudo, porque, em consequência, criou-se uma geração que vive num mundo relativista que, por efeito, forma pessoas sem convicções; mundo pluralista, que resulta em crise de referenciais; mundo superficialista, que forma cidadãos sem compromisso; mundo imediatista, que forma seres humanos sem reflexão; mundo individualista, que cria pessoas egoístas; mundo cientificista, que forma pessoas racionalistas ao extremo; mundo materialista, que faz pessoas sem identidade; mundo pragmatista, que forma homens e mulheres sem moral; mundo hedonista, que resulta em pessoas sem sensibilidade; mundo alienado, que forma pessoas solitárias. Consequentemente, a pós-modernidade gera desafios múltiplos ao verdadeiro cristianismo.

Impedimento ao avanço

Impedimento ao avançoTendo a Bíblia Sagrada a mensagem divina para humanidade e sendo a Igreja o organismo vivo edificado pelo próprio Senhor Jesus para propagação de seu Reino, que fatores poderiam impedir que a sociedade reconhecesse o Cristo na igreja?

Inicialmente, destaca-se que é missão da Igreja a propagação do Evangelho por meio da pregação (Marcos 16.15; Mateus 28.19,20). Neste sentido, o crer está ligado, indiscutivelmente, à exposição das verdades escriturísticas, pois é imprescindível a pregação para a conversão (Romanos 10.14), sendo “formosos os pés dos que anunciam o Evangelho da paz.” (v. 15). Assim, é certo que a falta de pregação bíblica impede o avanço do Reino. Contudo, vejamos outro fator.

Considerando então que a Igreja cumpra fielmente a missão da anunciação do Evangelho, haveria algum outro fator que pudesse impedir o reconhecimento, por parte dos incrédulos, de que os cristãos são, de fato, discípulos de Cristo? Conforme os ensinamentos de Jesus, sim.

Eis que faço uma coisa nova

Eis que faço uma coisa nova“Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo” (Isaías 43.19). Um novo ano inicia-se e com ele, muitas expectativas. Esse é um momento em que, normalmente, nós paramos para refletir e fazer um balanço acerca de nossa vida: o que representou o ano que se findou e o que de bom podemos aproveitar dele; promessas de Deus que se cumpriram; momentos de conquistas e sucesso na vida profissional; realizações do que foi planejado; maior aproximação com Deus e maior envolvimento nos trabalhos da Igreja; alegrias na família; enfim, vemos que o ano teve muitas bênçãos. Se realmente tudo isso aconteceu, temos muitos motivos para agradecer a Deus.

Mas, é possível que em alguns aspectos o ano deixou a desejar e, até mesmo, promessas de Deus não se cumpriram. É possível que tenha havido muitos momentos de lágrimas ou perdas significativas; a frustração de não realizar o que se planejou; as lutas e ansiedades que trouxeram certo afastamento de Deus; as muitas atividades seculares que impediram uma maior atuação nos trabalhos da Igreja; ou, quem sabe, surgiram problemas na família. Enfim, é possível que, em nosso ano de 2017, não tenha acontecido o que se esperava e, quem sabe, até vem à mente o pensamento de que nosso relacionamento com o Senhor Jesus poderia ter sido melhor.

Os pilares da fé pentecostal

Os pilares da fé pentecostalSou pentecostal desde a minha mais tenra idade. No breve percurso da minha de fé pude, por algumas vezes, ouvir mensagens que ressaltavam o teor da fé pentecostal. Quem de nós já não ouviu pregadores mais experientes frisando que a igreja do século passado cresceu baseada na perspectiva maravilhosa de que Jesus Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo e em breve voltará para arrebatar sua Igreja? De fato, não restam dúvidas de que esses pensamentos fizeram com que a igreja ganhasse notoriedade no cenário brasileiro; a história pode comprovar e atestar isso.

Com o passar dos anos alguns pontos da fé pentecostal foram deixados de lado, enquanto outros foram mais notabilizados. Na verdade, o atual movimento pentecostal falha por esquecer ou não fazer menção do por que da ação do Espírito Santo operar no meio da Igreja. Neste caso, em nossos dias, muitas instituições dão muita vazão aos milagres e fenômenos promovidos pelos milagreiros e pouca importância a mensagem da cruz que enaltece o milagre da salvação.

Em busca da imortalidade

Em busca da imortalidadeNa ontologia de Ortega y Gasset (1883-1955), “a vida é uma série de colisão com o futuro”. Todos os medos do ser humano se pautam no futuro e consequentemente na incerteza do amanhã. A questão da finitude humana é um quebra-cabeça que tem levado a comunidade científica ao delírio. Os mistérios da falibilidade e degeneração do corpo, que em face da morte arrastam consigo a alma com todos os projetos terrenos, tem levado várias empresas tecnológicas do Vale do Silício, na Califórnia, investirem em projetos de pesquisa para a “Cura da Velhice”.

Com a influência de Ray Kurzweil, o cientista inventor e pioneiro nas áreas de reconhecimento de fala e teclados eletrônicos, os gigantes da ciência e tecnologia fazem empreendimentos de valor altíssimo em projetos que prometam reverter as consequências do desgaste característico do envelhecimento e o aumento da longevidade. Kurzweil, que conseguiu contornar os efeitos da diabetes tipo 2 com exercícios, dieta e redução de stress, ampliou a sua obsessão pelo rejuvenescimento do corpo para além da experiência pessoal. Dentre seus livros destacam-se “A Medicina da Imortalidade” e “Transcenda: nove passos para viver bem para sempre”, com métodos que incentivam grandes empresários, geneticistas e gerontólogos interessados na “fórmula de sucesso” a investirem pesado nos projetos futuros, dentre os quais, o criador do Paypal.

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