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A desejável água do Rei

A desejável água do ReiEm minha atividade profissional militar, nas caminhadas e nos exercícios de campo, já passei por momentos de sentir muita sede. E, quando estamos com sede mesmo, não há coisa melhor do que tomarmos uns bons goles de água. Abrimos o nosso cantil e matamos a nossa sede. Nenhum refrigerante substitui a água!

Mas, sentir sede e não ter como saciá-la é algo muito terrível para o ser humano. Aliás, nem os animais suportam a sede. Há um quadro bastante desolador em Jerusalém e que foi presenciado pelo profeta Jeremias, na época da destruição dessa cidade pelos babilônicos. Contemplando às várias desolações que sobreveio a Jerusalém, assim se expressou Jeremias: “De tanta sede, a língua dos bebês gruda no céu da boca; as crianças imploram pelo pão, mas ninguém as atende” (Lamentações 4.4).

Pré-tribulacionismo e pré-milenismo

Pré-tribulacionismo e pré-milenismoA doutrina do Arrebatamento secreto e pré-tribulacional, defendida pelos dispensacionalistas clássicos, tem sofrido muita oposição por parte dos proponentes das demais escolas. Alega-se, por exemplo, que o termo “arrebatamento” sequer aparece na Bíblia. Mas essa contestação é frágil, já que o vocábulo deriva da frase “seremos arrebatados” (1 Tessalonicenses 4.17). Aqui, o verbo“arrebatar” (gr. harpazō) tem o sentido de“raptar” (cf. Mateus 13.19; João 6.15; 10.12,28,29), à semelhança do que aconteceu a Filipe (Atos 8.39,40). Críticos do pré-tribulacionismo dizem que o Arrebatamento secreto é um contrassenso, pois “todo olho o verá” (Apocalipse 1.7). No entanto, a quem Jesus dirigiu as palavras contidas em João 14.3? A todo o mundo ou à Igreja? À Igreja, que começou com os doze apóstolos, à qual prometeu “Virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também”. Aqui, o verbo “levar” (gr. paralambanō) também denota“raptar” (cf.Mateus 2.13,14; Marcos 9.2; Mateus 24.40,41).

As ordenanças de Jesus Cristo

As ordenanças de Jesus CristoAs ordenanças do Senhor Jesus Cristo podem ser classificadas, num primeiro momento, em quatro categorias: morais, doutrinais, missiológicas e litúrgicas. Já num segundo momento, é possível sumariá-las nas duas mais conhecidas por esta designação: o batismo em águas e a Santa Ceia. Ambas, em virtude de seu caráter teológico, doutrinário e dramático, resumem, em atos e palavras, as demais proposituras, profecias e ordenações do Filho de Deus. É nas ordenanças litúrgicas (o Batismo e a Ceia) que focaremos a nossa atenção.

O processo de Salvação à luz da Bíblia

O processo de Salvação à luz da BíbliaNeste artigo, veremos os 5pontosdadinâmicada Salvação à luz da Bíblia, que historicamente recebem o nome de “Arminianismo”.

Depravação Total. Este conceito assinala que todo ser humano está debaixo da condenação e da escravidão do pecado (Romanos 3.23). A ideia de “total” não é de intensidade, mas de abrangência, ou seja, todos “somos pessoas decaídas, e isto inclui a nossa mente, as nossas emoções, a nossa vontade e o nosso corpo”, mas isto não sinaliza que “todos os seres humanos sejam potencial e extremamente maus”, e sim que todos “não são tão bons quanto precisariam ser”1. Por causa da Queda, todas as áreas de nosso ser foram afetadas, inclusive nosso arbítrio. Portanto, o homem, sem a ajuda de Deus, não pode dar início ao processo da salvação, pois seu livre-arbítrio para as coisas espirituais precisa ser restaurado. O homem só poderá ser salvo se Deus o buscar primeiro (Filipenses 1.6). Somente pela graça preveniente (ação divina que antecede a conversão) é que o homem recebe capacidade de arrependimento e fé.

Línguas: evidência do batismo

Línguas - evidência do batismoO falar em línguas desconhecidas como aparece no Novo Testamento é um fenômeno característico da Nova Aliança. A profecia registrada no Velho Testamento, prevendo o aparecimento desse fenômeno (Isaías 28.11), tem o seu cumprimento na efusão do Espírito Santo na igreja primitiva (1 Coríntios 14.21). Paulo diz que nesse caso as línguas constituíam um sinal de Deus para o mundo incrédulo. Quando o apóstolo Paulo escreveu à igreja de Corinto, instruindo-a sobre o falar em línguas, alguns anos já haviam se passado desde o dia de pentecostes. Foi nesse dia que Jesus cumpriu a Sua promessa de batizar os crentes no Espírito Santo (Atos 1.5; 2.4).

Ser bom para com os maus

Ser bom para com os mausJesus não ama apenas os bons, ele também é cheio de misericórdia e amor para com os maus. “Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos” (Mateus 5.45). Somente um Deus que ama assim tem autoridade para exigir de nós um padrão de amor que supere o comportamento dos corruptos e incrédulos. É claro que esta afirmação é chocante para os judeus exclusivistas contemporâneos de Jesus, como para muitos religiosos legalistas de nossos dias.

Alvo da revelação de Deus

Alvo da revelação de DeusVamos meditar em Apocalipse 2.1-7, quando Jesus manifesta-se de maneira especial ao apóstolo João enquanto este era mantido preso na ilha de Patmos. A Bíblia dá conta de que foi uma visão maravilhosa, especial outorgada a João. O Senhor Jesus nunca se manifestará sem que haja um propósito, e naquela ocasião, o Senhor tinha propósitos para aquele momento na vida do apóstolo. Aquele momento ficaria marcado não somente para o servo de Deus, porque o prisioneiro estava marcado para morrer, e a sua trajetória seria encerrada, mas marcaria para sempre a Igreja, para a sua esperança. Registro nesta oportunidade que o Senhor tem propósitos para manifestar-se em nossas vidas, e que Ele manifesta-se de maneira muito especial. Até mesmo quando você não espera ou está distraído com os lances da vida, Deus manifesta-se. Vale lembrar a narrativa do diálogo entre Samuel e o Senhor. O futuro profeta ainda era muito jovem, quem sabe, adolescente a serviço no Tabernáculo. Em sua concepção, estava sob responsabilidade do sumo sacerdote Eli e servia-o. Independente da idade que temos, o importante é que estejamos no “templo” empenhados em algo no qual Deus tem regozijo. Quando ouvimos o coral formado por crianças entoarem cânticos de adoração ao Senhor, e vemos a maneira como os pequenos se manifestam, talvez em sua inocência, não sabem que estão cantando para Deus, mas temos certeza de que o Altíssimo recebe o louvor das crianças.

O Espírito Santo e a Reforma

O Espírito Santo e a ReformaAs Sagradas Escrituras apresentam Deus como Aquele que faz história e que a controla. Nas palavras de Raabe, com precisão teológica, ela faz menção de Deus controlando todas as coisas, as que estão no céu e também na terra (Josué 2.10,11). O profeta Isaías, de modo lauto, deixa claro que Deus estava agindo na história em favor de Israel, por isso fez menção da escolha do rei Ciro, o qual iria servir aos propósitos divinos (Isaías 45.1; Esdras 5.13).Deus controla a história e a sucessão dos acontecimentos, então podemos crer que os fatos ocorridos no século 16, que serviram de elementos deflagratórios da Reforma Protestante, não foram mera casualidade. Se amealharmos cada situação, logo perceberemos que o Senhor estava dirigindo tudo perfeitamente bem.

A verdadeira missão da Igreja

A verdadeira missão da IgrejaSegundo o Dicionário Bíblico Wycliffe (2006), no Novo Testamento, a palavra igreja é uma tradução da palavra grega ekklesia, que não refere a um lugar de adoração, mas tem em vista uma reunião de pessoas. A palavra grega é um derivado do verbo ekkaleoek significa fora e kaleo significa chamar ou convocar. Portanto, o significado literal do termo é chamar para fora.

A igreja é tratada na carta aos Efésios como um corpo e em Colossenses, Cristo é mostrado como cabeça desse corpo. Por isso, devemos glorificar a Deus em tudo, e lembrar que tudo pertence a Deus, nos somos membros desse corpo e esse corpo nada mais é do que a igreja de Deus, e não estou falando de uma instituição religiosa, com vários departamentos, mas estou falando em uma unidade, com um só pensamento, onde cada membro deve cumprir efetivamente seu papel.

A última etapa da graça

A última etapa da graçaO texto de Juízes 6.8-10 nos mostra que a graça de Deus é do tamanho do próprio Deus, mas existe um limite que Ele mesmo nos impõe. Na primeira parte deste texto, temos a revelação de que Deus enviou um profeta ao seu povo e ele começa a discorrer sobre tudo o que Senhor havia feito em benefício deles, desde que os tinha tirado do Egito, passando por sua libertação e a condução deles por todo o caminho até a terra prometida, mas mesmo assim o povo não dá ouvidos ao profeta e peca continuamente contra o Senhor. Com essa atitude, eles estão caminhando para a última etapa da graça de Deus em suas vidas.

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