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As ordenanças da Ceia e do Batismo

As ordenanças da Ceia e do BatismoDurante o período da Idade Média, a Igreja Católica, por ocasião do Concílio de Constança em 1415, suspendeu aos fiéis a participação do vinho por ocasião da celebração da Ceia do Senhor (Eucaristia). Pouco mais de 100 anos após este Concílio, em 1519, o reformador alemão Martinho Lutero (1483- 1546) publicou alguns sermõesSobre os sacramentos. Neles, o reformador apontou o erro em não servir o cálice aos servos de Cristo. No dia 6 de outubro de 1520 em sua obra Do cativeiro babilônico da Igreja, Lutero dedicou-se, entre outros temas, a defender a participação dos leigos no partir do pão e absorção do vinho por ocasião da Ceia do Senhor. Neste escrito, o reformador desfez exegeticamente as teses contrárias, estabeleceu comunhão do pão e do cálice para todos os crentes e concluiu:

“Mateus, Marcos e Lucas concordam entre si que Cristo teria dado todo o sacramento a todos os seus discípulos, e é certo que Paulo tenha dado as duas espécies; de modo que nunca houve alguém tão desavergonhado ao ponto de afirmar outra coisa […] É ímpio e tirânico negar ambas as espécies aos leigos, nem esta nas mãos de anjo algum e menos ainda do papa e de qualquer concílio”.

A visão evangélica sobre Maria

A visão evangélica sobre MariaO Evangelho de Lucas inicia-se contando um pouco da mulher mais Agraciada que já existiu na face da terra. Maria era uma camponesa simples que como outra qualquer, tinha os seus afazeres domésticos, mesmo a sua família e toda a nação de Israel estando debaixo do poder de Roma, imperialisticamente o povo estava dominado.

E Herodes querendo ganhar a confiança dos Judeus, logo tratou de professar a fé judia, para que fosse favorável aos judeus. Concomitantemente, percebeu também o grande temor que eles tinham pelo templo que fora construído por Salomão, demolido por Nabucodonosor, reerguido por Zorobabel, então Herodes tratou de reformá-lo.

Começou fazer grandes empreendimentos, construções magníficas em várias cidades segundo as tendências helenísticas visto que o grego havia se globalizado. Só que essas obras custaram uma enorme quantidade de dinheiro, e ele estava lidando com cidades que havia passado por guerras civis, por isso o povo estava sufocado com tantos impostos e tributos a pagar.

Profetas de causas espúrias

Profetas de causas espúriasAo longo da narrativa bíblica, encontramos profetas e “profetas”. Os primeiros são aqueles que, atendendo à voz de Deus, falaram aquilo que o Senhor lhes ordenou que falassem. Mantiveram a humildade e a dependência do Altíssimo. Já no segundo caso, ou seja, os “profetas”, foram homens arrogantes, presunçosos, desviados da vontade de Deus; falaram aquilo que lhes convinha, motivados pelas circunstâncias do momento. O que lhes interessava era o seu bem estar social e financeiro, não dando à mínima para a vontade soberana de Deus A esses e suas atitudes é que qualifico como “profetas de causas espúrias”. Tanto num caso, como no outro, os exemplos se enfileiram nas páginas das Escrituras Sagradas, permitindo-nos a análise de ambos os casos.

Diante de tal constatação poderíamos elaborar uma pergunta pertinente ao presente assunto: será que existem tais profetas nos dias atuais? Infelizmente, a resposta é: sim! Entranhada no meio evangélico existe uma gama de “pregadores” atuais que se intitulam “profetas de Deus”, porém, não passam de lobos vorazes, que conseguem se aproveitar da boa vontade do povo de Deus e defraudar-lhe recursos financeiros, sob o pretexto de estarem pregando a Palavra de Deus. Para considerar o presente assunto, usarei como exemplo desta categoria, o malfazejo “profeta” Balaão. No presente texto procurarei traçar um paralelo desse personagem com os ditos “pregadores” da atualidade.

Fazendo-se autoridade por si mesmo

Fazendo-se autoridade por si mesmoPara se entender resumidamente este assunto é oportuno observar, como ponto elucidativo, o que a Bíblia informa a respeito da unção divina, fator que envolve, fundamentalmente, a ação do Espírito Santo sobre os salvos (não confundir com a generalização de evangélicos) que, de modo geral, recebem de Deus a “unção do Santo” (1 João 2.18-27), os capacitando a porem em prática o plano da salvação, conhecerem a diferença e polarização entre os dois reinos, de natureza e poderes opostos, conforme Jesus denunciou em Lucas 11.18 e 20, e serem ensinados a se comportarem diante da realidade pecaminosa do mundo, constatada nas Escrituras, sustentados com poder, conforme está escrito: “Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus” (João 1.12a). Não obstante alguns crentes serem leigos, carentes de maior conhecimento teológico, o Espírito Santo sabiamente ilumina o entendimento de todos, indistintamente, sobre o que significa “a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que agrada e não agrada a Deus” (Malaquias 3.18), além de estimulá-los ao culto, testemunho, evangelismo e serviço, edificados como “casa espiritual, sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo” (1 Pedro 2.5), e isso seria impossível não fora essa maravilhosa ação divina na vida de cada crente.

A mídia precisa começar a ler a Bíblia

A mídia precisa começar a ler a Bíblia“Nova descoberta arqueológica contradiz a Bíblia” – eu direi porque manchetes como esta valem a pena serem revisadas pelos meios de comunicação constantemente. Ouvimos muito sobre “Fake News” (“Notícias Falsas”) dos grandes meios de comunicação neste ano, e em agosto fomos alvos de mais uma enxurrada de falsas novidades, voltadas para a confiabilidade da Bíblia. Um estudo publicado no “American Journal of Human Genetics” informou que o DNA dos cananeus, de 3.700 anos atrás, permanece estreitamente igual ao do libanês moderno. Em outras palavras, um grande povo bíblico está vivo e bem, ainda vivendo na região!

Foi uma confirmação emocionante da história da Bíblia. Mas, para uma dúzia de meios de comunicação importantes, foi precisamente o contrário. “Estudo refuta a sugestão da Bíblia de que os cananeus antigos foram exterminados”, anunciou o jornal “Telegraph” do Reino Unido.

A Pós-Modernidade e o Pentecostalismo

A Pós-Modernidade e o PentecostalismoO fatalismo, a irresponsabilidade e “o quanto pior, melhor”, com o erroneamente já foi propalado, não são as maiores marcas do pentecostalismo em termos de futuro, e sim a fé, a esperança e o amor (1 Coríntios 13.13). Fé, e não crença. Esperança, e não utopia. Amor, e não assistencialismo ativista. Sim, as virtudes teologais estão amalgamadas e visceralmente entranhadas na perspectiva pentecostal. O que significa fé, esperança e amor numa “perspectiva pentecostal”? São práticas e não alongadas discussões sobre a melhor definição de cada uma delas.¹ Os exemplos são inúmeros, mas o maior e melhor deles foi quando após o desencanto com o melhoramento gradual do mundo através da instrumentalização racionalística, em cumprimento à Grande Comissão (Mateus 28.19,20), os pentecostais se lançaram a ganhar vidas para Jesus, pois desde as duas grandes guerras a visão teológica protestante que predominava desde o século 17 — do melhoramento gradual e progressivo do mundo— entrou em declínio e em “alerta vermelho” de extinguir-se. Tal visão, por demais linear e positivística, não aventava a inegável ocorrência de retrocessos e involuções, isto é, mesmo na absorção e em sua apresentação secularizada, estes não foram previstos.² Portanto, desde então, diz Tomáš Halík, a “religião que está agora desaparecendo [é a que] tentou eliminar os paradoxos da nossa experiência da realidade”, entretanto, completa o mesmo autor, “a fé para a qual estamos amadurecendo, uma fé pascal, ensina-nos a viver com paradoxos”.³ Como se verá, tal fé, por sua importância contextual, é considerada imprescindível na perspectiva pentecostal, sobretudo, quando comparada com duas outras opções teológicas — diametralmente opostas —, sendo a primeira delas de expressão protestante e, a segunda, de expressão católica.

Jugo desigual com os infiéis

Jugo desigual com os infiéisAinda que seja comum chamar de “jugo desigual” casamentos mistos ou namoros de cristãos com pessoas não salvas, o sentido desse termo neotestamentário é muito mais amplo e abarca todos e quaisquer tipos de comunhão com os incrédulos (2 Coríntios 6.14-18). Prender-se a um jugo desigual com infiéis é um ato que decorre de amar o mundo e conformar-se com ele (cf. 1 João 2.15-17; Tiago 4.4; Romanos 12.1,2 e João 15.19), já que o contrário disso é ser santo, isto é, separar-se de prazeres carnais (Hebreus 11.24-26 e João 15.19), de companheiros mundanos (Hebreus 7.26 e Isaías 6.1-8) e também de alianças prejudiciais à comunhão com Deus (2 Coríntios 6.16-18 e Ezequiel 22.26).

Neste início de milênio, pelo menos quatro acontecimentos nos têm feito refletir sobre alianças com quem propaga heresias. Primeiro, a realização de cultos em igrejas evangélicas com a presença de conhecidos hereges, como o “reverendo” Moon, que dizia ter nascido para concluir a obra que Jesus não conseguiu consumar! Segundo, a participação de famosos cantores evangélicos em megaeventos da Igreja Católica Apostólica Romana. Terceiro, os constantes convites de programas televisivos mundanos a astros do mundo gospel, os quais, por sua vez, exercem influência sobre cristãos incautos. Quarto, o apoio de líderes, pregadores e cantores pretensamente ortodoxos a grupos unicistas — que negam abertamente a doutrina da Trindade —, bem como a milagreiros, propagadores de heresias e modismos pseudopentecostais.

A doutrina da encarnação do Verbo

A doutrina da encarnação do VerboA doutrina da justificação é o artigo de fé cuja compreensão constitui-se o meio pelo qual a Igreja mantém-se de pé ou desaba. A Cristologia, analogamente, é a doutrina cuja compreensão determinará a continuidade ou a anulação do cristianismo. A doutrina bíblica, em determinados contextos, como, por exemplo, a encarnação, tem que ser compreendida pelo chamado método estruturalista. A essência desse método diz que o particular está subordinado ao todo. Em termos hermenêuticos, diríamos: um dado texto deve ser interpretado à luz do contexto, ou seja, um dado texto deve ser compreendido à luz do texto todo. O evento da encarnação deve ser visto à luz do propósito final da criação. O propósito final de Deus com relação ao homem constitui-se, pois, a noção de totalidade. E esse propósito final de Deus com relação ao ser humano está expresso na revelação divina, ou seja, nas Sagradas Escrituras.

Um crente salvo pode apostatar-se?

Um crente salvo pode apostatar-seA apostasia é uma realidade indubitável ao longo da história, embora para muitos ela não seja possível para um cristão verdadeiramente salvo. O termo apostasia no original grego é apostasis, significa o abandono deliberado e premeditado da fé em Cristo. “É o ato de uma pessoa renegar a sua fé” (SCHÜLER). Para alguns teólogos, a apostasia de um crente salvo não é possível. Pois se um cristão apostatou-se da fé, é porque nunca foi salvo, pois uma vez salvo, salvo para sempre.

No entanto, a Bíblia como nosso manual de regra, fé e prática, nos mostra que é possível sim, um cristão salvo apostatar-se. O texto bíblico nos faz fortes advertências em relação a sua possibilidade. Paulo ao escrever sua primeira carta ao jovem pastor Timóteo, declara: “Mas o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, atendendo a espíritos enganadores e a doutrina de demônios” (1 Timóteo 4.1 – TB). Observemos que o eminente apóstolo, não apenas mostra que ela seria uma realidade, mais aponta dois fatores que podem levar o cristão à apostasia: obedecer a espíritos enganadores e a doutrina de demônios.

O cristão bíblico e a quaresma católica

Para entendermos melhor o tema deste artigo, temos que levar em consideração algumas palavras do tema, como “cristão” e “quaresma”.

O cristão bíblico e a quaresma católicaCristão versus Quaresma

Quando o Evangelho foi pregado aos gentios em Antioquia, os discípulos haviam caminhado até à Fenícia, Chipre e Antioquia por causa da morte de Estêvão (Atos 7.55-60), que fora apedrejado fora da cidade, enfurecendo a turba que clamava com grande voz, tapando os ouvidos, quando dizia: “Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do Homem que está em pé, à mão direita de Deus” (Atos 7.56).

Barnabé fora enviado pela igreja de Jerusalém a Antioquia, depois partiu para Tarso a encontrar Paulo. Achando-o, o conduziu para Antioquia. Lá, foram os discípulos chamados, pela primeira vez, CRISTÃOS.

Mas afinal, o que significa a palavra cristão? O apóstolo Pedro a usa na sua carta primeira (4.16; “Mas se padecer como cristão…). Paulo, em Atos 26.28, relata quando o rei Agripa lhe diz: “Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão”.

Sempre se ouve alguém dizer: “Não sou cristão, sou católico da religião de meus pais”. Esses, às vezes, sãos os que se tornam um devoto nominal. Existe uma distinção chave entre católicos e cristãos: é a visão da Bíblia. Os católicos veem a Bíblia como a suprema autoridade de fé e prática, enquanto os cristãos afirmam que a Bíblia é a Palavra de Deus. Os católicos insistem em dizer que a Bíblia apenas contém a Palavra de Deus.

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