Após morte súbita, Deus traz diácono da Assembleia de Deus de volta à vida

Marcos Antônio tem parada cardíaca em ônibus e mesmo após vários minutos morto, deixa hospital sem nenhuma sequela

Após morte súbita, Deus traz diácono da Assembleia de Deus de volta à vidaEsta é a história do milagre na vida de Marcos Antônio da Silva Teixeira, diácono da Assembleia de Deus Campo Peniel, em Vila Kennedy, Rio de Janeiro (RJ), liderada pelo pastor Samuel Pedro Ferreira. Esposo de Maria da Penha, e pai de Aline (35) e Alessandra (32), após morte súbita e permanência assim por vários minutos, Deus o traz à vida por meio da oração.

Na manhã do dia 20 de abril de 2013, ao levantar-se, Maria da Penha, encontrou o esposo passando mal, com dores no peito. Imediatamente foram ao hospital próximo. Distando três pontos de ônibus da Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo, na bairro Campo Grande, para onde iam, as dores intensificaram, até que, conta Maria da Penha: “Quando eu me virei o percebi se mexendo. Ele estava se enrijecendo, se esticando todo. A dor foi muito grande, na hora ele urinou, deu um ronco e ficou muito pálido. Eu percebi que ele morreu ali”.

Então, ela conta que nessa hora colocou a mão no peito do esposo e começou a horar repreendendo o espírito da morte. E com gritos de “Motorista! Corre, corre que meu marido morreu”, ela intercedeu para que o condutor do ônibus acelerasse mais o transporte. “O motorista até tentou ir mais rápido, mas o trânsito o impediu. Na chegada à Casa de Saúde o motorista teve que entrar pela contra mão; enquanto isso, eu gritava da janela do ônibus para o porteiro do hospital: ‘Corre, corre! Meu marido tá morto’. Ele correu em busca dos maqueiros, que vieram apressadamente e logo que entraram no ônibus um deles disse: ‘Tá morto’”.

Marcos foi levado direto para o CTI, enquanto Maria da Penha, na recepção, perguntava por informações a respeito dele, já ciente de que ele estava sem vida. Mas crendo em um milagre. Seu coração ficou ainda mais confiante quando percebeu que como ela diz “Deus havia preparado tudo”, o porteiro, o maqueiro e as moças da recepção, todos eram crentes. Todos eles conheciam o Cristo, filho do Deus vivo, que cura qualquer enfermidade e até ressuscita mortos! Ali na recepção, então, acesa a esperança de que ele pudesse voltar à vida, eles começaram a clamar ao Senhor.

Segundo conta a irmã Maria da Penha, um dos funcionários do hospital ia até onde seu esposo estava sendo socorrido, onde os médicos tentavam reanimá-lo constantemente, e por mais de três vezes ele voltava com a mesma notícia – ele não reagiu, ainda está morto. A esta altura, a irmã já tinha acionado o círculo de oração da igreja, que imediatamente se uniram ao clamor a Deus por um milagre. Sua filha também já avisada, saiu imediatamente do seu trabalho para o hospital e até sua chegada seu pai permanecia inerte.

Até que na quarta vez, aproximadamente 20 minutos após o óbito, o enfermeiro voltou com uma notícia diferente: “’Ele voltou, ele reagiu, saiu da morte!’ Glória a Deus! Eu creio no poder da oração”, conta Maria da Penha emocionada.

O diácono testemunha que durante aqueles minutos não teve nenhum sono, nem mesmo sabia ao certo a gravidade do que estava se passando. Ele passou quatro dias em coma, e ao voltar começou a perceber que uma guerra espiritual havia se travado e ainda estava acontecendo. “Quando comecei a voltar, eu já estava sendo cuidado pelos enfermeiros e o diabo tentou usar um deles. Voltando do coma, eu pedi para chamar o médico, porque estava sentindo muita dor e ela não chamou, se recusou a chamá-lo. A dor estava aumentando muito e ela não chamava. Até que passou outra enfermeira e eu fiz o mesmo pedido. Só assim o médico foi até lá e passou um remédio que aliviou minha dor. Ele chamou a atenção da enfermeira por não tê-lo chamado quando eu pedi. Ela então entrou em parafuso, ficou desnorteada, furiosa, rondando o CTI de um lado pro outro, resmungando palavras, como se estivesse endemoniada. Eu tinha saído do coma àquela hora, ‘entubado’, não conseguia nem me mexer, vendo aquilo tudo. Fiquei em desespero, e clamei pela proteção de Deus: ‘Jesus tenha misericórdia de mim’”, recorda o diácono.

A irmã Maria da Penha reforça que no quinto dia no hospital, assim que ele saiu do coma e ocorreu tudo isso, pela graça de Deus, o transferiram para o SOS coração, ala embaixo do CTI. Eles ficaram mais tranquilos, pensando que ali estriam distantes da tal enfermeira: “Mas essa moça usada pelo diabo foi lá, entrou no quarto dele e perguntou em tom irônico, até ameaçador: ‘Tá tudo bem senhor Marcos?’ O plantão dela tinha acabado e ela continuou lá”.

Mas o Senhor também entra na batalha e com Ele a vitória já é certa! Ele se sentindo sozinho e angustiado, temeroso e por ter visto esses ataques, orava em seu íntimo. “Aí senti claramente que entrou alguém no quarto, e comecei a perguntar: ‘Quem é que está ai?’ Então senti uma mão no meu ombro, me acalentando e a presença de Deus me encheu”, emociona-se.

O casal crê que nesse momento o Senhor estava fazendo outro milagre na vida deles, completando a Sua obra. Pois apesar de todos os diagnósticos apontarem para graves sequelas, praticamente inevitáveis em casos como esse, fazendo uma semana que o irmão Marcos chegou lá em óbito, ele já estava deixando o hospital em perfeito estado, maravilhando a todos. “Uma das médicas que o recebeu no hospital dias antes, quando soube da recuperação surpreendente fez questão de ir vê-lo no quarto, ele estava até em pé. E ela disse: ‘Cara, você estava morto! Eu te peguei morto cara, eu não acredito’. Ela agarrou ele, tão emocionada, sabe? A própria médica viu que foi um milagre do Senhor!”, diz irmã Maria.

Até hoje, mais de um ano depois, o casal é conhecido no local. Eles contam que desde então, esse testemunho do “campeão”, como o irmão Marcos é chamado lá, têm encorajado a muitos que passam por aquele hospital. Médicos, enfermeiros contam essa história, glorificando o nome de Jesus e dando esperança aos que ali chegam com problemas “insolúveis”. Dessa forma, os profissionais confirmaram que Deus tem solução até para a morte.

Por, Mensageiro da Paz.

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