Apelo sexual em programas para crianças

Apelo sexual em programas para criançasNos dias contemporâneos, temos visto uma vasta abordagem e argumentos crescentes sobre a homossexualidade. É notável o aumento significativo do número de publicações a esse respeito, conteúdos inseridos em revistas, sites, livros, filmes, programas infantis e outros. As crianças são, constantemente, bombardeadas por informações que estimulam a homossexualidade.

O homossexualismo não é uma doença, ou opção sexual, mas sim um pecado contra o corpo, e na Bíblia ele é descrito como até mais do que um pecado: é uma perversão e abominação diante de Deus. Entre outros, temos os textos de Romanos 1.26-28 e Gênesis 1.27, que afirmam isso. Deus não criou meio termo, não criou um ser humano que em determinado momento pudesse assumir funções incompatíveis com a natureza do seu ser. Deus não criou um homem com possibilidades sexuais de desempenhar o papel da mulher no ato sexual e vice-versa. Mas, a natureza pecaminosa, em função da Queda no Éden, coloca o homem em rebeldia contra Deus. Pela influência do Diabo, o homem continua se rebelando contra o Criador e Sua Palavra. Daí as perversões na área sexual. Todos os pais cristãos devem ensinar aos seus filhos esses preceitos divinos. “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (Deuteronômio 6.6-9).

Torna-se impossível manter as nossas crianças isoladas do arremesso de informações que são publicadas diariamente na escola, na casa de amigos ou mesmo em casa, na frente da TV, mas devemos fazer a nossa parte e contar com a proteção de Deus para guardar as nossas crianças desse ato, que é totalmente repugnante aos olhos de Deus.

Acompanhamos as atividades de muitos pais, que diante do excesso de compromissos, da necessidade que têm de trabalhar e das longas jornadas de trabalho, tornam-se limitados ao ensino no lar, pela falta de tempo, ocasionada pelo corre-corre do dia-a-dia. Em virtude disso, temos a estatística de que, para 30% das famílias brasileiras, a televisão representa o principal veículo informativo, sendo, para 28%, o principal veículo formativo, e mais 40% apontaram ser esta a principal forma de entretenimento, pois oferece um conjunto de programações a custo zero. O agravante dessa exposição é que, em mais da metade dos casos investigados, a família não exerce nenhum tipo de controle sobre a audiência televisiva, e não há, em 46% dos casos, nenhum tipo de fiscalização sobre o horário limite para que as crianças assistam a programas televisivos. Com isso, vemos que as nossas crianças entram em uma esfera perigosa, pois elas ficam expostas a qualquer tipo de programação ditada pela televisão, o que traz prejuízos irreparáveis no futuro.

Conforme matéria do site Christian Today, há, infelizmente, uma ampla aceitação da homossexualidade e do casamento gay nos EUA. Desde que os ativistas começaram a se beneficiar com as chamadas leis antidiscriminatórias, a indústria de entretenimento acompanha o fluxo de pensamento dominante. O cristão e estudioso de mídia Jeff Johnston faz um alerta aos pais no site Life Site News: “Que os pais se preparem, pois um número crescente de personagens gays e transexuais são mostrados em programas infantis de televisão”. Como exemplo, cita a controvérsia das personagens Korra e Asami, em Avatar: A Lenda de Korra, cujo último episódio mostrava claramente que elas viviam um relacionamento lésbico. Ao mesmo tempo, surgiu uma grande polêmica na Austrália por causa do desenho animado Shezow, que chegou no Brasil mês passado pela Netflix. A história gira em torno de “um menino de 12 anos que encontra um anel mágico que o transforma em uma menina”. Sucesso entre pré-adolescentes, a Hora da Aventura, exibido pelo Cartoon Network, tem “fortes narrativas” relacionadas à questão de gênero, alerta Johnston. O criador da série, Pendleton Ward, já declarou que as duas personagens femininas, Marcelline e Princesa Bubblegum, foram namoradas.

A tendência não é apenas nos desenhos animados. O Disney Channel introduziu ano passado, no popular seriado Boa Sorte, Charlie, um casal homossexual formado por duas mulheres que têm um filho”. Para Johnston, muitas dessas produções trazem “mensagens sexualmente confusas” que podem ser prejudiciais para quem não possui maturidade de entender plenamente o que está vendo. “Essas mensagens apenas criam confusão e geram insegurança”, enfatiza. Esses são apenas alguns exemplos, mas vimos que cada vez mais programas infantis procuram incutir na cabeça das crianças a homossexualidade. É de inteira responsabilidade dos pais cristãos orientarem seus filhos mostrando a verdade.

No dia 22 de julho de 2015, ocorreu no Brasil, no canal do SBT, a estreia do desenho Avatar: A Lenda de Korra, dentro do programa Bom Dia & Cia. Nos Estados Unidos, a animação chamou a atenção, foi muito bem recebida, no ano passado, porque mostra a violência e a sugestão de um relacionamento lésbico da protagonista. No transcurso do desenho, a protagonista vive um triângulo amoroso com os irmãos Mako e Bolin, mas ela assume o relacionamento com o primeiro. Na terceira temporada, Korra começa uma intensa amizade com Asami (que havia namorado Mako). Já o final do desenho, em dezembro de 2014, gerou muitas intrigas e questionamentos, pois ocorre um namoro lésbico: Korra e Asami se entreolham, dão as mãos e caminham para o mundo espiritual. Depois de ter lançado o final polêmico do desenho, o roteirista Michael Dante DiMartino, um dos criadores da animação, afirmou em seu blog que no final havia, sim, um relacionamento homossexual entre Korra e Asami.

Eis aí o alerta: afastemos nossas crianças desse tipo de programação e vamos ensinar a verdade às nossas crianças! Pois Deus cobrará de nós, os pais, tamanha missão. Não podemos cruzar os braços em meio à guerra, devemos mostrar firmeza e segurança no combate. A clareza e a inerrância da Bíblia Sagrada é o sustentáculo da Igreja na Terra. Lutemos e avancemos na tarefa de conduzir nossos filhos na verdade, na justiça e no amor de Deus. Lembremos do que diz a Escritura: “Não erreis: nem impuros […] nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6.9-10).

É nosso dever conduzir nossas crianças ao Céu. Se estivermos embasados na verdade exposta no Jardim do Éden, que até hoje tem grande valia, e continuará tendo, então chegaremos ao Céu jubilantes, com as mãos cheias, e diremos: “Eis aqui Senhor a herança que na terra me deste para cuidar”.

Por, Joane Bentes.

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