Diferença na inscrição sobre a cruz

Por que cada Evangelho traz uma inscrição diferente da acusação escrita por Pilatos contra Jesus colocada na cruz?

Diferença na inscrição sobre a cruzA língua do povo de Israel nos dias do ministério terreno de Jesus era o aramaico, o grego era o idioma internacional, o hebraico era usado pela elite da Judeia e o latim a língua dos invasores. O presente estudo analisa o contexto dessas línguas.

O aramaico era a língua oficial de Babilônia (Daniel 2.4) e veio a ser a língua franca do Oriente Médio desde a ascensão do império de Nabucodonosor até o advento de Alexandre, o Grande. No hebraico foi escrito originalmente o Antigo Testamento, exceto Jeremias 10.11 e duas palavras em Gênesis 31.47, Esdras 4.8-6.18; 7.12-26; Daniel 2.4-7.28, escritos em aramaico. As gerações de judeus que regressaram do exílio babilônico falavam o aramaico como língua materna.

Com que espada Davi matou Golias?

1 Samuel 17.50 diz que Davi matou Golias sem que tivesse uma espada na mão. Mas no versículo 51 diz que ele correu “e pôs-se em pé sobre o filisteu, e tomou a sua espada, e tirou-a da bainha; e o matou”. Como entender isso?

Com que espada Davi matou GoliasPara a resposta desta questão, é importante recorrermos a alguns outros textos bíblicos. Então, vejamos. Quando Davi se propôs lutar contra o gigante, uma das primeiras coisas que o rei Saul fez foi providenciar para ele uma armadura completa. É o que lemos em 1 Samuel 17.38-40. “E Saul vestiu a Davi de suas vestes, e pôs-lhe sobre a cabeça um capacete de bronze; e o vestiu de uma couraça. E Davi cingiu a espada sobre as suas vestes, e começou a andar; porém nunca o havia experimentado; então disse Davi a Saul: Não posso andar com isto, pois nunca o experimentei. E Davi tirou aquilo de sobre si”.

Sendo assim, em primeiro momento, é possível afirmar que Davi não portava espada quando saiu para lutar contra Golias. As armas que tinha em mãos são as que vemos no registro de 1 Samuel 17.38-41. “E tomou o seu cajado na mão, e escolheu para si cinco seixos do ribeiro, e pô-los no alforje de pastor, que trazia, a saber, no surrão, e lançou mão da sua funda; e foi aproximando-se do filisteu”. Ele não tinha espada.

Um crente salvo pode apostatar-se?

Um crente salvo pode apostatar-seA apostasia é uma realidade indubitável ao longo da história, embora para muitos ela não seja possível para um cristão verdadeiramente salvo. O termo apostasia no original grego é apostasis, significa o abandono deliberado e premeditado da fé em Cristo. “É o ato de uma pessoa renegar a sua fé” (SCHÜLER). Para alguns teólogos, a apostasia de um crente salvo não é possível. Pois se um cristão apostatou-se da fé, é porque nunca foi salvo, pois uma vez salvo, salvo para sempre.

No entanto, a Bíblia como nosso manual de regra, fé e prática, nos mostra que é possível sim, um cristão salvo apostatar-se. O texto bíblico nos faz fortes advertências em relação a sua possibilidade. Paulo ao escrever sua primeira carta ao jovem pastor Timóteo, declara: “Mas o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, atendendo a espíritos enganadores e a doutrina de demônios” (1 Timóteo 4.1 – TB). Observemos que o eminente apóstolo, não apenas mostra que ela seria uma realidade, mais aponta dois fatores que podem levar o cristão à apostasia: obedecer a espíritos enganadores e a doutrina de demônios.

Por que os homens matam?

Por que os homens matamDe tão comum, infelizmente, já estamos nos acostumando com os noticiários sobre homicídios. Antes, ficávamos assustados. Agora, já faz parte do comum. Já somos até capazes de ouvir relatos bárbaros sem franzir a testa ou fazer ares de repugnância com o semblante. É o incomum virando comum. É a exceção se transformando em regra.

Mas, afinal de contas, por que os homens matam? Os homens matam porque estão banalizando a vida. A vida já não é vista como aquele bem tão precioso que legou-nos o Criador. A vida é vista como um elemento descartável. Devido à influência do materialismo, a vida vale menos do que as coisas. “A bolsa ou a vida?”, é a pergunta que fazem em um momento do assalto.

Os homens matam porque a instituição familiar está em crise. O lar é um campo de treinamento para a arena da vida, mas quando ele falha, torna-se uma fábrica de monstros humanos. Os monstros humanos muitas vezes são produzidos nos ambientes domésticos, que, desestabilizados e constituídos de um pai ausente e uma mãe relapsa, vão reproduzindo as mazelas da nossa já tão combalida sociedade.

Discipulado: um despertamento na Igreja

Discipulado - um despertamento na Igreja“A Assembleia de Deus é competente em ganhar almas, mas não sabe discipular” – esta é uma frase corriqueira, dita por alguns obreiros e membros de nossa igreja. Por certo você já ouviu alguém pronunciá-la. Muito embora não seja tarefa fácil discipular em nenhuma denominação, a nossa igreja vem engendrando um esforço hercúleo, a fim de priorizar a tão nobre missão ordenada pelo nosso Senhor: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mateus 28.19,20). Logo, olhar carinhosa e amorosamente para os novos convertidos deve ser uma iniciativa verdadeira, pois tão importante quanto evangelizar pessoas é discipular vidas que o Altíssimo nos entregou. Por isso, precisamos despertar para o que vem acontecendo em relação ao Discipulado Cristão no Brasil e em pelo menos duas perspectivas no âmbito assembleiano: a regional e a nacional.

Éfeso: modelo de decadência por geração

Éfeso - modelo de decadência por geraçãoPaulo, o apóstolo, em retorno de sua terceira viagem missionária, encontrando-se na cidade portuária de Mileto, rumo a Jerusalém, com tempo restrito, pois queria estar em Jerusalém no dia da festa de Pentecostes, pede para que os líderes de Éfeso venham encontrá-lo. O zelo pela igreja em Éfeso, como também o respeito são demonstrados por uma igreja conhecida profundamente pelos três anos vividos com eles em uma das maiores metrópoles da época, cidade com quase um milhão de habitantes. Na cidade, a eficácia da pregação foi tal que intimidou os adoradores do templo de Diana.

Os anciãos atenderam sua solicitação, embora teriam que viajar mais de 50 km a fim de encontrá-lo. Os anciãos chegaram a Mileto onde ele estava, e o conteúdo do assunto tratado inicia-se com uma introdução sobre seu caráter, vs 19, servindo ao Senhor com toda humildade e com muitas lágrimas e tentações, que pelas ciladas dos judeus me sobreviera.

Bendito seja o nome de Sem

Bendito seja o nome de SemPodemos definir o antissemitismo como “a hostilidade ideologicamente motivada contra judeus, indivíduos judeus ou cultura judaica”. Essa hostilidade envolve uma “percepção pejorativa dos traços físicos ou morais judaicos que não têm fundamento algum ou é o resultado do exagero ou da generalização irracional”. Os critérios de veracidade e de racionalidade foram rebatidos no passado por Goebbels, ministro da propaganda nazista, segundo quem: “a verdade não tem nenhuma importância, pois a mentira falada milhares de vezes com convicção acabará impondo-se como verdade”. Desse ensino beberam os nazistas nos dias de Hitler e dele ainda servem-se os nazistas na atualidade. Sem refletir, repetindo e propagando, muitos aumentam o coro da oposição aos filhos de Israel, subestimando ou ignorando as consequências de seus comentários.

Compaixão pelas almas perdidas

Compaixão pelas almas perdidasPaulo, o apóstolo estava preso em Jerusalém não por ter cometido algum crime, mas pela prática do bem. Antes, quando ainda era o perseguidor Saulo de Tarso, as suas mãos estavam sujas com o sangue da violência, mas naquele momento, o missionário compartilhava as dádivas generosas para os crentes da Judeia.

Antes perturbador da paz, mas agora um ministro da reconciliação. Ele veio para falar ao seu povo sobre a vida eterna através de Jesus Cristo, o filho de Deus, mas diante dessa afirmativa, os seus conterrâneos decidem matá-lo.

O apóstolo encontrava-se em uma situação aflitiva, de modo que o Senhor lhe concede oportunidades em novas frentes de trabalho diretamente com a obra missionária.

Deus não trabalha somente quando tudo vai bem, a chamada surge em meios a tribulações e momentos em que o chamado parece incógnito.

A Bíblia Sagrada revela: aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos (Salmos 126.6). Mas a semente é regada com as lágrimas do missionário semeador.

Realmente, o missionário que semeou em lágrimas, voltou jubiloso trazendo os seus feixes.

Cristãos: entes políticos na sociedade

Cristãos - entes políticos na sociedadeO termo “política” deriva do grego “polis” que designa “a cidade”. A política procura a conduta ideal do Estado, pelo que seria uma ética social. Ela procura definir quais são os caracteres, a natureza e os alvos do governo ideal.

Assim, a política é um conjunto de significados: é a arte de governar a cidade de acordo com o projeto relativo ao conjunto de cidade; é empenhar-se na ação que pretende a tomada do poder para fazer triunfar as suas ideias.

O objetivo da política é de organizar de melhor forma possível a convivência social.

Esfaqueado recebe livramento de morte

Jessé Duarte, da Assembleia de Deus em Criciúma (SC), foi roubado, sequestrado e após momentos de terror, esfaqueado e abandonado na estrada

Esfaqueado recebe livramento de morteNo final do ano de 2013, o irmão Jessé Duarte da Assembleia de Deus de Criciúma (SC), presidida pelo pastor João Ceno Ohweiler, passou por momentos de grande terror.

Em uma onda de violência que engloba todo o Brasil, sofrer uma tentativa de latrocínio – homicídio com objetivo de roubo, ou roubo seguido de morte ou de graves lesões corporais da vítima – é um dos maiores receios do cidadão brasileiro. E foi exatamente o que o músico assembleiano vivenciou.

No dia 3 de dezembro de 2013 ele conta que ao retornar da faculdade de Direito para sua casa foi interceptado por dois bandidos. Eles simularam apontar uma arma de fogo, obrigando a abrir o carro e dirigir para longe dali.

“Foram os momentos mais difíceis de minha vida. Eles me levaram para um lugar deserto, tipo um sítio perto da periferia. As ruas eram de chão batido e nos lados só tinham árvores. Devo ter ficado com eles por uma hora e a todo momento diziam que iam me matar”, relembra o trauma.

Segundo Jessé, dias antes do ocorrido Deus havia lhe falado através de uma profecia que ele iria passar por uma grande provação, mas o Senhor lhe daria livramento.