E você sabe o Seu nome

Existe alguém que fará toda a diferença em sua vida

Introdução

O que há em um nome?

O nome de Jesus permanece antes, além e após todos os nomes.

No princípio era o Nome. No fim será o Nome. No tempo presente todas as coisas dependem do Nome.

O Nome é sobre todos os nomes.

O Nome que, ao seu som, todo joelho se dobrará… os seus, os meus… para todo o sempre.

Você conhece o nome?

Sua vida ou morte dependem de suas respostas.

***

Como pode um nome ter tal importância?

A maioria de nós não pensa muito sobre nomes – os nossos ou o de quem quer que seja.

Esta certamente era minha atitude quanto ao meu nome por um longo tempo. O nome da minha família chegou em solo americano há muito tempo através dos meus ancestrais escoceses – os Grahams se estabeleceram nas Carolinas antes da revolução americana.

Enquanto crescia, eu nunca entendi ou tive apreço pelo nome de minha família. Sendo filho de um conhecido pregador, Billy Graham, as pessoas presumiam tanto o melhor quanto o pior de mim. O “pior” era que eu era um garoto mimado e mal-educado. E o “melhor”, que eu era um tipo de ser angelical que vivia sob elevados padrões que ninguém poderia alcançar. Para ser honesto, nunca fui um anjo. Se você perguntar às minhas imãs, elas provavelmente lhe dirão o que eu realmente era – um terror.

Mais tarde, em minha vida, tornei-me mais consciente de que ser um Graham, e filho de um homem famoso, poderia ter seus altos e baixos. Os “altos” eram que eu poderia ter a oportunidade de conhecer algumas pessoas e lugares interessantes. Quando eu tinha treze anos, o presidente Lyndon Johnson convidou meu pai para passar uma noite na Casa Branca. Papai me levou com ele, e adivinhe só. Eu dormi na cama de Abraham Lincoln! Desde então eu tenho o privilégio de conhecer todos os presidentes dos Estados Unidos.

Os “baixos” de carregar o nome de minha família eram as expectativas fantasiosas das pessoas. Somente depois dos meus doze anos, depois de entregar minha vida ao Senhor, foi que tomei muito mais seriamente o privilégio e a responsabilidade que tinha em função do nome do meu pai. Eu sabia que se fizesse alguma coisa vergonhosa isto não seria embaraçoso somente para mim, mas traria vergonha ao nome da minha família, que tantas pessoas no mundo admiravam.

Eu não quero manchar o nome de meu pai terreno. Porém, sobretudo, quero ser fiel em proclamar o nome do Senhor Jesus Cristo.

Mais uma vez, a vida eterna ou a morte de um de nós depende de encontrarmos proteção, refúgio e redenção através do sangue vertido de Jesus Cristo. Como a Bíblia diz “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”.1

O apóstolo João disse: “Mas todos quantos o receberem deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome”.2

Crer no nome do unigênito Filho de Deus é a grande questão. Desde a afirmação de João dois mil anos atrás até os dias de hoje, um conflito tem se abatido sobre este nome. A grande controvérsia na história foi, e ainda é, este nome.

Por que este nome abalou as fundações da sociedade? Enquanto lê os próximos capítulos, você encontra a resposta.

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1. Atos 2.21.
2. João 1.12.

1

O Homem por trás do Nome

O nome de Jesus tem há muito inflamado fortes emoções nos corações humanos. Isto porque Ele afetou toda a história nos trinta e três anos de sua curta vida terrena.

O historia do Philip Schaff descreve a irresistível influência que Jesus teve na subsequente história e cultura do mundo.

Este Jesus de Nazaré, sem dinheiro e armas, conquistou muito mais que Alexandre, César, Maomé e Napoleão; sem princípios científicos, lanço maus uma luz na temática humana e divina do que todos os filósofos e eruditos; proferiu palavras de vida nunca antes faladas, e produziu efeitos que encontram-se além de alcance de qualquer orador ou poeta; sem escrever uma única linha, influenciou a obra de inúmeros escritores, e proveu tema para mais sermões, discursos, obras eruditas, peças de arte e hinos de louvor do que todo o exército de grandes homens do passado e dos tempos modernos.1

Um dos grande gênios militares de todo os tempos, Napoleão I, escreveu:

Eu conheço homens, e digo-lhes que Jesus Cristo não é um homem. Mentes superiores veem uma semelhança entre Cristo e os fundadores de impérios e de deuses de outras religiões. Tal semelhança não existe. Entre o cristianismo e qualquer outra religião existe uma infinita distância… Tudo em Cristo me surpreende… Eu busco em vão na história encontrar algo similar a Jesus Cristo, ou qualquer outra coisa que possa aproximar-se do Evangelho. Nem a história, ou a humanidade, ou as eras, ou a natureza, oferecem-me qualquer coisa com a qual ou possa comparar ou explicar isso.2

O escritor H. G. Wells disse: “Cristo é a pessoa mais singular na história. Nenhum homem pode escrever uma história sobre a humanidade sem dar o primeiro e o principal lugar ao humilde Mestre de Nazaré”.3

Wolfgang Amadeus Mozart, um dos maiores compositores e pianistas de toda a história, disse: “ um grande consolo para mim é lembrar que o Senhor, a quem busquei aproximar-me em humildade e fé pueril, sofreu e morreu por mim, e me contemplará com amor e compaixão”.

Theodore Roosevelt, um dos mais populistas presidentes norte-americanos, que, com seu estilo jactancioso, conquistou a vitória de San Juan,* explorou a África e levou a bandeira americana ao redor do globo, disse:

Depois de uma semana de desconcertantes problemas, não resta à minha alma… ir à casa do Senhor para cantar e dizer com seriedade: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Todo-Poderoso” … [Minha] grande alegria e glória [é] que, ocupando uma posição elevada na nação, estou apto a exortar à práticas morais da Bíblia os meus concidadãos e manter a Cristo como esperança e Salvador do mundo.

Outros naturalmente, pensam bem diferente. Por dois mil anos eles têm zombado deste nome e escarnecido daqueles que seguem o único que o possui. Depois de todos esses séculos, por que este nome é tão controverso e ainda fomenta como que uma efervescência de sentimentos conflitantes?

Responder a esta questão é crucial. É eternamente importante para você saber mais a respeito do Nome. Este não é apenas outro tópico espiritual interessante. Uma compreensão a respeito do Nome é a chave de toda a vida.

Jesus Foi meramente um Líder Religioso?

Enquanto a Bíblia declara que Jesus “é a cabeça do corpo da igreja” e que “em tudo [tem] a preeminência”,4 muitos têm afirmado que Ele não foi nada mais que um eloquente orador sobre religião e temas morais. Isto é verdade? Os cristãos que têm confiado em Jesus dizem que não.

Quantas religiões você acha que existem no mundo? Cem? Mil? Cinco mil? Entre as principais, incluem-se o cristianismo, o judaísmo, o islamismo, o hinduísmo, o budismo, e o xintoísmo. David Barret, editor da World Christian Encyclopedia (Enciclopédia Cristã Mundial), afirma que existem 9.900 religiões distintas e separadas no mundo.5 E este número cresce a cada ano!

Como, então, é possível para os cristãos serem tão confiantes na preeminência de Jesus Cristo? Por que os cristãos não podem se contentar em dizer que Jesus foi apenas um bom mestre do passado, alguém a apontar o caminho para se chegar a Deus, exatamente como tantos outros líderes religiosos antes e depois dEle?

A resposta sobre a suprema verdade do cristianismo gira em torno do único que possui o Nome – o Senhor Jesus Cristo. C. S. Lewis, o célebre pensador e escritor inglês e um dos maiores defensores da fé cristã de toda a história, escreveu:

Um homem que fosse só homem, não seria um grande mestre de moral: seria um lunático, em pé de igualdade com quem diz ser um ovo cozido, ou então seria o Demônio. Cada um de nós tem que optar por uma das alternativas possíveis. Ou este homem era, e é, o Filho de Deus, ou então foi um louco, ou algo pior. Podemos contra argumentá-lo taxando-o de louco, ou cuspir nele e matá-lo como um demônio; ou podemos cair a seus pés a chama-lo de Senhor e Deus. Mas não venhamos com nenhuma bobagem paternalista sobre ser Ele um grande Mestre. Ele não nos deu esta escolha. Nem nunca pretendeu.6

Lewis, de forma perspicaz, chama a atenção para o fato de que Jesus não poderia ser meramente um “bom mestre”, dado o que Ele declarou sobre si mesmo segundo o que a história registra a seu respeito. Esta opinião é simplesmente descabida para qualquer pessoa com o mínimo de bom senso. E o que exatamente Ele declarou? O apóstolo Paulo expressou bem isto ao escrever o seguinte aos cristãos colossenses:

O qual [Jesus] é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criação; porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam denominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas existem por ele. E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência, porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.7

Contudo, Jesus é o único caminho para se chegar a Deus? Não há questão mais importante que esta.

Em relação a Deus, não é o bastante seguirmos o que nos parece certo ou o que sinceramente acreditamos ser verdade. Para obter a vida eterna, devemos nos relacionar com Deus em seus termos, não sob os nossos. Afinal de contas Ele é Deus. E o próprio Deus disse sobre Jesus: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”.8

A preeminência do Senhor Jesus Cristo é o que o escritor aos Hebreus estava se referindo, ao escrever:

Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas.9

O próprio Jesus anunciou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”.10

Jesus Cristo foi a mais preponderante influência de toda a história. E a evidência é muito clara. A fidedignidade das Escrituras, a evidência da ressurreição de Cristo e as experiências comuns das pessoas em todo o mundo cujas vidas foram radicalmente transformadas falam da poderosa diferença entre seguir Jesus Cristo e qualquer outro “caminho para se chegar a Deus”. De fato, Jesus falou de outros caminhos ao dizer:

“Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz a perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”.11

Estudos detalhados sobre as aproximadamente dez mil religiões no mundo exporiam uma miscelânea de crenças quase impossíveis de se categorizar. Quando você condensa todas elas, entretanto, é muito simples. A linha de demarcação entre a fé cristã e todas as outras religiões depende desta verdade: Jesus Cristo é simplesmente Deus.

Quando medidas sem se levar em conta este padrão, as religiões do mundo ofuscam-se em comparação ao nome de Jesus. Você pode aceitá-lo ou negá-lo. Você sozinho terá de confrontar suas próprias emoções confusas sobre este Homem. A escolha é sua.

O que você fará em relação as palavras de Jesus Cristo?

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1. Extraído da internet, em www.ccci.org, “Who Is Jesus?” (Quem é Jesus?), acessado em abril de 2002.
2. Josh McDowell, Evidence that Demands a Veredict (Evidência que Requer um Veredicto), vol. 1 (Nashville: Thomas  Nelson Publishers, 1979). p. 106.
3. Calvin Miller, The Book of Jesus (O livro de Jesus) (Nova York: Simon & Shuster, 1996), p. 290.
4. Colossenses 1.18.
5. Toby Lester, “Oh, Gods!” (Oh, Deuses!) Atlantic Montbly, fevereiro de 2002, p. 38.
6. C. S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples (São Paulo: ABU, 1997), p. 27.
7. Colossenses 1.15-20.
8. Mateus 3.17.
9. Hebreus 1.1-3.
10. João 14.6.
11. Mateus 7.13, 14.
* Vitória conquistada por Roosevelt em 1898, quando chefiou um corpo de voluntários, conquistando San Juan, nas Filipinas. (N. do T.).

2

Por que Jesus veio?

Jesus foi, e é, um incessante lutador pela liberdade. A fé em Cristo, e apenas nEle, é o que nos liberta do poder da escravidão do pecado. Se você quer ser livre, siga o Nome.

Esse foi o desafio que Ele fez a todos, mesmo em nossos dias. No sábado, em sua cidade natal, Nazaré, Jesus foi até a sinagoga e proferiu a “declaração de independência” a toda a humanidade.

E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito:

O Espírito do Senhor é sobre mim,
pois que me ungiu para evangelizar os pobres,
enviou-me a curar os quebrantados de coração,
a apregoar a liberdade aos cativos,
a dar vista aos cegos,
a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.
E, cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se;
e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele.
Então, começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta
Escritura em vossos ouvidos.1

Com estas palavras formidáveis, Jesus não apenas declarou ser o cumprimento da profecia de Isaías concernente à vinda do Salvador, mas também prometeu libertar a humanidade de tudo que a oprime e escraviza.

Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora, o servo não fica para sempre em casa; o filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres”.2

O nome de Jesus nos traz liberdade.

Qualquer que seja a luta que você estiver enfrentando – deficiência, fraqueza, medo, tragédias ou doenças –, Jesus veio para declarar as Boas Novas de esperança, liberdade e vitória.

Dois mil anos se passaram desde que Jesus veio a este planeta para libertar os cativos. A obra do Espírito Santo continua até nossos dias, libertando homens e mulheres das cadeias do pecado. Jesus é o Libertador e há liberdade eterna em seu nome!

Precisamos dEle agora mais do que nunca

Eventos recentes tem nos lembrado quão preciosa e cara é a liberdade.

Um dia, alguns meses trás, eu tive a nítida impressão de estar bem diante de uma visão do inferno.

O quadro de total destruição, o cheiro de morte e uma tênue neblina de poeira e fumaça impregnava o ar.

O Marco Zero, na regia sul do Park Battery, em Manhattan, naquele dia pareceu-me a porta de entrada do inferno.

O então prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, convidou-me para fazer a oração de encerramento no culto realizado em memória das vítimas do atentado do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001.

Uma plataforma provisória foi colocada próximo às vigas retorcidas a ao monte de entulhos conhecido como “a pilha”, exatamente duas das mais altas torres do mundo foram destruídas sete semanas antes. Após tomar meu lugar na plataforma próximo ao prefeito e outras autoridades e convidados, parei para refletir sobre aquele quadro surreal.

Atrás de mim, fumaça – que vinham dos gazes que vazavam e pequenos focos de incêndio ainda não controlados desde os ataques terroristas – expelia do meio dos pedaços de concreto, ferro retorcido, vidro e outros destroços.

Mangueiras de carros de bombeiros lançavam água no caldeirão; o jato convertia-se em vapor, que misturava-se à fumaça dos focos de incêndio. Uma camada de poeira fina e quase imperceptível assentava-se em meu cabelo, em minha pele e em minhas roupas.

A mais terrível invasão de meus sentidos, entretanto, era o mau cheiro do vazamento de combustível, ainda em chamas, e a incineração das centenas de corpos pulverizados.

Uma bandeira americana tremulava num mastro no centro da pilha. Em um prédio vizinho um cartaz dizia: “Nós nunca esqueceremos”. Esta é a razão porque estávamos ali: para ajudar a lembrar os mortos. Não apenas bombeiros, policiais e funcionários que trabalhavam no World Trade Center e visitantes pereceram na queda das torres. Pilotos, comissários de bordo, passageiros – todos sucumbiram nesta sepultura coletiva. Todas as pessoas que morreram naquele trágico dia deixaram para trás famílias que agora lutavam com a perda, com a dor e perguntas sem respostas.

Eu não pude evitar o pensamento: Este é um quadro do inferno – a desoladora devastação, o fogo inextinguível e o cheiro fétido da morte. Um terrível desespero me fez tremer.

Naquele dia, 28 de outubro, o trabalho foi interrompido pela primeira vez no Marco Zero dedes 11 de setembro e os bombeiros e outros que trabalhavam no entulho pararam, tiraram seus capacetes em reverência e levaram suas mãos ao peito.

O culto começou com uma reverência a bandeira. O hino nacional foi cantado pelo oficial da polícia de Nova York, Daniel Rodriguez. Hinos e orações foram intercalados. Sendo aquele um culto ecumênico, participaram representantes do islamismo, judaísmo e cristianismo, e Renee Fleming da Metropolitan Opera, cantou “Amazing Grace” (Maravilhosa Graça).

Enquanto observava e ouvia, desejei oferecer palavras de esperança àqueles milhares de famílias feridas. Elas perderam mães, pais, maridos, esposas, filhos, filhas, irmãos e irmãs – amigos queridos, e ninguém poderia trazê-los de volta.

Antes de pronunciar a bênção apostólica, eu disse: “Hoje eu me coloco diante de vocês como ministro da fé cristã”.

E então orei:

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome.
E santificado é o chão sobre o qual estamos.
Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu.
Nós viemos a ti neste dia para pedir a tua ajuda, tua misericórdia e tua graça.
Nós oramos hoje para que tu envolvas estas famílias com o teu amor
e que as conforte durante este tempo de grande perda…
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.3
Mas os que esperam no Senhor
renovarão as suas forças e subirão com asas como águias
correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão.4
Enquanto sofremos, hoje, nos lembramos do sofrimento
e do sacrifício que tu fizeste por toda a humanidade quando
enviou teu Filho, Jesus Cristo, a esta terra para morrer
pelos nossos pecados na cruz do Calvário, e a esperança
que nós temos através do poder do seu Nome. Que esperança
existe longe do nome do Senhor Jesus Cristo?
Porque estou certo que nem a morte, nem a vida, nem
os anjos, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade,
nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor
de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!”

Ao concluir minha oração e olhar para o rosto dos milhares de pessoas à minha frente, eu desejei poder fazer algo mais, enquanto a dor e o sofrimento as oprimiam.

De acordo com a Bíblia, o inferno será por toda a eternidade cheio de dor e sofrimento; um fogo inextinguível. Eu não conseguia pensar em mais nada, a não ser na vida que temos agora e no ar que Deus nos dá para que respiremos. Naquele dia de setembro, nenhuma das pessoas que morreram poderia imaginar que sua vida seria tão rápida e abruptamente ceifada. É importante que todos nós vivamos nossas vidas por Ele, no conhecimento da sua verdade e através da fé no nome do seu Filho, pois não sabemos quando nossas vidas chegarão ao fim.

Quero fazer-lhe uma importante pergunta: se estivesse numa das torres do World Trade Center naquela manhã de 11 de setembro, você estaria pronto para enfrentar a morte? A maioria de nós não para pra pensar na morte. Uma visita ao Marco Zero faz com que paremos para pensar. Se Deus nos abençoa com uma longa ou curta vida, existe algo que todos nós temos em comum – a sepultura. Por fim, seja numa tragédia como a do World Trade Center, numa cama de hospital acometido de câncer, ou num ataque de coração enquanto dormimos, todos nós iremos enfrentar a morte um dia. Você sabe qual o seu destino eterno?

Você pode encontrar a liberdade do medo da morte no nome do Senhor Jesus Cristo.

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1. Lucas 4.17-21.
2. João 8.34-36.
3. Salmos 46.1.
4. Isaías 40.31.
5. Romanos 8.38, 39.

3

Apoderando-se da Esperança

Eu partilhei com você alguns dados importantes sobre o Nome. Mas conhecimento sobre Deus nunca salvou ninguém. Não é o bastante conhecer a história de Jesus, você tem de conhecê-lo pessoalmente.

A Bíblia deixa muito claro que Deus nos ama. Ele cuida de nós e quer que vivamos nossas vidas plenamente. Mas a maioria das pessoas sente um vazio em suas vidas que elas não conseguem explicar. Falta-lhes alguma coisa. Elas procuram por isso em várias religiões, em relacionamentos, adquirindo coisas que o dinheiro pode comprar, mas o vazio permanece no mais íntimo de suas almas. Existe um vazio dentro de todos nós – que só pode ser preenchido por Deus quando temos com Ele um relacionamento pessoal.

Nós podemos ter um relacionamento com Deus. Como? Através de seu Filho, Jesus Cristo. Ele é o mediador entre Deus e o homem. Ele não está mais pregado naquela cruz romana. Ele está vivo no céu – e Ele o ama. Você pode ter uma nova vida repleta de sentido, propósito e liberdade da culpa. Como isso se dá? Eu quero apresentar algumas questões simples que irão esclarecer suas dúvidas, sobretudo quanto aos fatos concernente a mais importante decisão que qualquer pessoa poderá tomar.

Você sente que algo lhe falta no mais profundo de sua alma?

Você sente um vazio que não consegue explicar – por vezes uma solidão – mesmo quando se encontra no meio de uma multidão?

A maioria das pessoas sente. Em momentos quando estamos mais pensativos sobre o significado da vida, existe uma aspiração por algo mais. No seu âmago, este é um desejo de conhecer Deus intimamente. Por diversas vezes, as pessoas tentam preencher este vazio com outras coisas – como álcool, drogas, comida ou aventuras sexuais. A lista é longa. Porém, nenhum destes itens pode preencher este vazio ou pôr fim a esta solidão interior. Nada pode suprir a esperança que perdemos.

A verdade é que Deus quer suprir o que falta em nossas almas. Ele quer ter um relacionamento conosco. Cada um de nós deve tomar a decisão de deixar Deus entrar em nossas vidas.

Precisamos entender que isto é necessário para que tenhamos um relacionamento pessoal com Deus, pois um dia todos nós estaremos diante dEle.

O que separa você de Deus? O que causa esse vazio em sua vida?

É o pecado.

Em nossa cultura tolerante, onde “vale tudo”, muitos não entendem o que significa o pecado. O pecado é o ato de infringir as leis de Deus. Quando você desobedece às leis de Deus, isto o separa dEle.

Não importa o quanto tentemos, nenhum de nós é capaz de viver sem infringir as leis de Deus. A Bíblia diz: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”,1 e “o salário do pecado é a morte”.2 Este é o preço, está é a pena… esta é a sentença. O Supremo juiz – o próprio Deus – proclamou que toda raça humana é culpada. Todos pecaram. Não há como fugir dessa verdade porque Deus é moralmente perfeito e santo, e Ele também requer santidade de todo aquele que vem a Ele. Então, como pecadores, como podemos resolver este dilema? A resposta de Deus vem através da vida perfeita, da morte e ressurreição de um sacrifício substituto – o Cordeiro de Deus, seu Filho, o Senhor Jesus Cristo – pelos nossos pecados. Ele é o único que pode pagar a nossa dívida de pecado. Para nós, seria impossível pagá-la.

A Bíblia nos diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.3

E estes “todo aquele” somos você e eu. Jesus é o único caminho para chegarmos a Deus, porque Ele foi o único na história que levou sobre si o castigo dos nossos pecados, por você e por mim. Buda não morreu pelos nossos pecados. Maomé não morreu pelos nossos pecados. Ninguém pagou o preço pelos nossos pecados, a não ser o Senhor Jesus Cristo – Ele derramou o seu sangue na cruz do Calvário, desceu à sepultura e ressuscitou ao terceiro dia. O único caminho através do qual nós podemos chegar a Deus é pela fé em seu Filho, e somente por Ele.

Jesus é a única porta que podemos atravessar para alcançar a Deus, o Pai.

Você acredita? Você está disposto a confiar em Jesus Cristo como seu Salvador pessoal? Qual a sua resposta?

Não adie a sua decisão por Cristo. A Bíblia diz: Eis aqui agora o dia da salvação”.4

“[Deus] quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”.5

Devemos colocar nossa fé em Jesus Cristo. A Bíblia diz que “Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores”.6

A salvação é gratuita a todo aquele que invocar o nome do Senhor Jesus Cristo e se arrepender de seus pecados. Isto é uma dádiva de Deus ao alcance de todos nós. A Bíblia diz: “O dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”7

Por causa dos nossos pecados, estamos condenados e sentenciados à morte, mas Deus nos oferece o perdão ao recebermos seu Filho, Jesus Cristo, pela fé. A questão é que você tem que estar disposto a aceitar o perdão.

“Como eu posso fazê-lo?”, você deve estar se perguntando. “Como posso confiar neste nome que é sobre todos os nomes e experimentar uma vida nova e transformada, livre de culpa e de vergonha?”

É muito simples.

Primeiro, você tem que estar disposto a confessar seus pecados a Deus, pedir-lhe perdão e dizer-lhe que deseja mudar e desistir da vida de pecados que tem vivido.

Em seguida, pela fé, peça a Jesus que entre em seu coração, tome o controle de sua vida e seja o seu Senhor.

Então, siga-o deste dia em diante, obedecendo-o e lendo a sua Palavra, a Bíblia Sagrada.

Se você está disposto a fazer isto, Deus irá perdoá-lo e limpá-lo de todos os seus pecados. Ele lhe dará uma nova vida e um novo começo. Ao fechar este livro, você pode ter certeza de que foi salvo e que algum dia, quando a morte chegar, você não terá nada a temer. Você saberá que por toda a eternidade estará na presença do Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Se você deseja aceitar a Cristo como seu Salvador agora, apenas faça esta oração:

Querido Deus, sou um pecador. Eu me arrependo dos meus
pecados. Perdoe-me. Eu acredito que Jesus Cristo é o seu
Filho. Acredito que Ele morreu pelos meus pecados. E quero
convidá-lo a entrar na minha vida. Quero confiar nEle como
meu Salvador e segui-lo como meu Senhor, deste dia em
diante, para todo o sempre. Em nome de Jesus. Amém.

Se você fez essa oração com sinceridade em seu coração, quero que saiba que Deus o perdoou e o limpou dos seus pecados. O seu nome agora está registrado no Livro da Vida do Cordeiro. Este é o registro de cada pessoa que confiou no Salvador ao longo da história. Você tem apenas que apoderar-se de uma esperança: Jesus, nosso Salvador.

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1. Romanos 3.23.
2. Romanos 6.23.
3. João 3.16.
4. 2 Coríntios 6.2.
5. 1 Timóteo 2.4-6.
6. 1 Timóteo 1.15.
7. Romanos 6.23.

4

O Nome que É sobre todos os Nomes

Um judeu ilustre e zeloso – encarcerado, ocupado enquanto escrevia carta após carta em sua cela numa prisão romana – compreendeu a magnificência do Nome.

O apóstolo Paulo, em uma afetuosa nota a alguns velhos amigos em outra cidade, escreveu alegremente sobre porque o nome de Jesus reina sobre todos os outros:

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.1

Enquanto nosso Rei e Senhor aguarda o momento em que o Pai finalmente ponha termo à história do homem e autorize a volta de Jesus – desta vez não como um indefeso bebê, mas nas nuvens, onde “todo olho o verá”2 – Ele permanece em um lugar de honra à destra de Deus, o Pai. Ele não está ocioso! Jesus veio como um servo, e ainda continua servindo hoje, intercedendo em nosso favor, à destra de Deus, em oração.

“Mas este [Jesus], porque permanece eternamente, tem sacerdócio perpétuo. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”.3

Ele não apenas intercede por nós, mas também nos prepara um lugar. Jesus disse:

Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também”.4

Algum dia – pode até mesmo ser hoje – a trombeta irá soar. Nas próprias palavras de Jesus, eis o que acontecerá: “E quando o Filho do Homem vier em sua glória, e todos os santos anjos, com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas”.5

Nosso Deus é um Pai bondoso e paciente, mas quando Ele “baixar a cortina” da história da raça humana, será o fim da “peça”.

Como Paulo escreveu em uma carta aos seus amigos em Filipos, todo joelho se dobrará e toda língua confessará: “Jesus Cristo é o Senhor”.

Todo joelho se dobrará e toda língua confessará, incluindo:

Abraão, os faraós, Moisés, Maria e José, os discípulos, João Batista, os fariseus, Herodes, Pilatos, o apóstolo Paulo, Imperadores romanos, Alexandre, o Grande, Constantino, Vencedores e perdedores, Colombo, Cortez, Perry, Lindberg, Armstrong, os papas, Maomé, Mahatma Gandhi, Madre Tereza de Calcutá, Washington, Lincoln, Roosevelt, Kennedy, Reagan, Reis, rainhas, príncipes e princesas, George Wishart, Cassie Bernall, e todos os mártires em suas vestes brancas, Babe Ruth, Tiger Woods, Joe Montana, os vencedores da America’s Cup, Mark McGwire, Muhammad Ali, Os que são contra e os que são a favor do aborto, Stalin, Hitler, Lenin, Mao, Pol Pot, Bin Laden, Membros de cerca de dez mil religiões, Trabalhadores da construção civil e doutores, Frank Sinatra, Cher, Michael Jackson, Madonna, Marilyn Monroe, James Stewart, Mel Gibson, Julia Roberts, Martinho Lutero e Martin Luter King, Milionários e miseráveis, Carnegie, Vanderbilt, Rockfeller, Walton, Gates, Criminosos, mafiosos, barões da droga, traficantes e viciados, Bunyan, Shakespeare, Hemingway, Lewis, Grisham, Pornógrafos, prostitutas, filantrópicos e pedófilos, Larry King, Barbara Walters, David Letterman, Tom Brokay, Patriotas e terroristas, Van Goghi, Michelangelo, Picasso, Rockwell, Saddam Hussein, Yasser Arafat, Golda Meir, David Ben Gurion, Ariel Sharon, Rachel, a vítima israelense, e Ayat, o terrorista suicida, Advogados e estivadores, Mozart, Bethoven, Gershwin, Lennon, Céticos e escarnecedores, Voltaire, Freud, Darwin, Madeline Murray, O’Hare, Billy e Ruth Graham, Franklin Graham, Seu chefe e seus vizinhos, Seu cônjuge e seus filhos, Você.

Todo joelho se dobrará e toda língua confessará: “Jesus Cristo é o Senhor”.

Amigos queridos de nossa família, Bill e Gloria Gaither anos atrás escreveram palavras que expressam isto muito bem:

Jesus, Jesus, Jesus,
Existe realmente algo sobre este nome
Mestre, Salvador, Jesus
Como o aroma depois da chuva…
Jesus, Jesus, Jesus,
Todo o céu e terra proclamem
Reis e reinos passarão
Mas existe algo sobre este nome.
Jesus, a simples menção do seu nome
Pode acalmar a tempestade, curar os enfermos
E trazer à vida os mortos…
Ao som do nome de Jesus
Eu vi homens endurecidos pelo pecado comovidos,
Desamparados transformados
As luzes da esperança brilharem nos olhos
de uma criança desesperada…
Ao som do nome de Jesus
Ódios e amarguras tornaram-se amor e perdão
Discussões cessaram…
Eu ouvi uma mãe suavemente murmurar seu nome
Ao lado da cama de um filho que ardia em febre
eu vi aquele pequeno corpo adormecer
E a febre desaparecer…
Eu sentei-me ao lado de um ente querido que agonizava
Vi seu corpo fustigado pela dor
E naqueles instantes transitórios e finais
Seu último esforço foi sussurrar o mais doce nome
Em toda a terra, Jesus, Jesus…
Imperadores tem tentado destruí-lo
Filosofias tem tentado erradica-lo
Tiranos tem tentado lava-lo da face da terra
Com o sangue inocente daqueles que clamaram por ele
Porém, ele ainda permanece…
E assim será naquele dia final
Quando todas as vozes que já se fizeram ouvir
Todas as vozes da semente de Adão
Levantarem-se num grande e poderoso coro
Para proclamar o nome de Jesus…
Pois naquele dia todo joelho se dobrará
E toda língua confessará
Que Jesus Cristo é o Senhor.
Então, como você vê…
Não foi por mero acaso
Que numa noite muito tempo atrás o anjo
Disse a uma jovem virgem
Seu nome será chamado
Jesus, Jesus, Jesus…
Como você sabe…
Existe algo sobre este nome.6

Um dia todos nós estaremos diante de Jesus, seja como nosso Salvador ou como nosso Juiz. Não sei quanto a você, mas eu estou pronto para encontrar aquEle que é digno de toda a glória e honra, o único que possui o Nome, – Jesus.

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1. Filipenses 2.8-11.
2. Apocalipse 1.7.
3. Hebreus 7.24, 25.
4. João 14.1-3.
5. Mateus 25.31, 32.
6. “Jesus: There’s Just Something About That Name” (Jesus: Existe Realmente Algo Sobre Este Nome), palavras de Bill e Gloria Gaither. Usado com permissão.

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Todos os direitos reservados. Copyright © 2004 para língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de Deus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina.

Título original: It’s Who You Know
Primeira edição em inglês: 2002
Thomas Nelson Publishers, Nashville, Tennessee, EUA
Tradução: Kleber Cruz

Preparação dos originais: Kleber Cruz
Revisão: Daniele Pereira
Adaptação da capa: Claudio Marques Guimarães
Adaptação de projeto gráfico e editoração: Josias Finamore

CDD: 240 – Vida Cristã
ISBN: 85 – 263 – 0603 – 0

As citações bíblicas foram extraídas da versão Almeida Revista e Corrigida, edição de 1995 da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicações em contrário.

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1ª edição/2004

3 Respostas para E você sabe o Seu nome

  1. Roberto Batista disse:

    Louvado e engrandecido seja o nome do senhor JESUS p/ todo sempre

  2. Pamela disse:

    Oie pessoal da bíblia

    • Francisco Wlademir Galvan disse:

      Olá Pamela. Bem vinda a este site. Que Deus te abençoe muito e ficamos a disposição a lhe ajudar no que for necessário e possível.

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