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Como não perder os filhos na adolescência

Como não perder os filhos na adolescênciaOs filhos são herança do Senhor (Salmos 127.3). Bebês são mais fáceis de cuidar, é uma fase muito gostosa. Depois, vem o momento de irem para a escola, interagirem com novas realidades e pessoas, e aí começamos a perder um pouco o “controle” sobre eles. Já na adolescência, os desafios aumentam, são explosões de mudanças e muitos pais não sabem mais como agir, nem como lidar com os próprios filhos. Este artigo tem como objetivo trazer algumas dicas para amenizar as dificuldades dessa transição, tornando-a saudável e levando pais e filhos a entenderem que esse é um período para aprendizagem e comunhão.

Adolescência vem de adolescentia, que significa período de crescer, de desenvolver-se. Nessa fase, acontecem grandes mudanças físicas (puberdade). Ao falar sobre a síndrome normal da adolescência, Knobel (1981) defende que, como os adolescentes atravessam normalmente desequilíbrios e instabilidades externos que os obrigam a recorrer ao uso de defesas e comportamentos também externos, é possível falar de uma “patologia normal” do adolescente. Os sintomas são procura de si mesmo, formação de grupo, necessidade de fantasiar e intelectualizar, crise religiosa, desorientação temporal, atitudes sociais reivindicatórias, rebeldia, separação progressiva dos pais, e flutuação do humor.

Dependência parental no casamento

Dependência parental no casamentoPor livre vontade, centenas de pessoas se unem com um (a) parceiro (a) todos os dias. Segundo o último censo do IBGE, mais de 56 milhões de homens e mulheres são casados no Brasil. A indústria do casamento movimenta mais de 15 bilhões de reais por ano.

Estes dados ilustram bem quantas pessoas se dedicam a fazer um projeto de casamento e quanto elas estão dispostas a investir na noite de celebração. Mas, o que acontece depois da festa? Depois da lua de mel? Depois dos primeiros meses, em que tudo é uma grande novidade? Vem a rotina, o dia a dia comum, as responsabilidades, as diferenças e as heranças familiares.

E é nesta fase que os recém-casados começam a entender que o casamento verdadeiro nada tem a ver com festa, bolo e fotos. Mas sim com relacionamentos, atritos, divisão de tarefas domésticas, cumplicidade, diversão em família, aproximação com os sogros e cunhados, prestação de contas, e claro, amor e desejo.

O significado da aliança de casamento

O significado da aliança de casamentoPrática comum em nossa cultura é a utilização pelos casados de uma aliança de ouro no quarto dedo da mão esquerda, a fim de demonstrar publicamente que a pessoa que a utiliza possui um compromisso legal com outra. Empregando o termo bíblico mais apropriado, o uso expressa claramente a existência de uma aliança entre um homem e uma mulher diante de Deus.

Cerca de três mil anos antes do nascimento de Jesus, os egípcios já utilizavam anéis para simbolizar a união entre um homem e uma mulher. Trata-se de um círculo perfeito, sem início e sem fim. Logo, eles bem representavam o matrimônio celebrado através de um pacto válido por toda a vida. Posteriormente, com as conquistas de Alexandre, o Grande, e com o domínio dos territórios egípcios, o costume foi introduzido na Grécia e em seguida em Roma. Ao utilizar uma aliança, a pessoa estava dizendo que não estava mais disponível para outros pretendentes. No início do século IX, a igreja cristã adotou o uso da aliança a fim de simbolizar a união e a fidelidade entre o casal, ratificando o pacto celebrado.

O egoísmo destruindo os lares

O egoísmo destruindo os laresVivemos em um tempo onde as grandes transformações tecnológicas modificaram totalmente o modo de ser e viver das pessoas, criando um mundo consumista e de extremo egoísmo, no qual as relações humanas têm sido gravemente afetadas pela hegemonia do “ter” sobre o “ser”.

O acesso à informação em geral, as recentes mudanças no conceito de família e o egoísmo massageado pela pseudociência da auto-ajuda formam um contexto extremamente árido para as relações entre marido e mulher e para com seus filhos.

Hoje, fala-se abertamente em ser feliz a qualquer preço, numa busca pela satisfação e a valorização excessiva das chamadas “conquistas” ou realizações pessoais, mas esse estilo de vida tem causado um efeito devastador sobre a estrutura do casamento e da família.

Ao se falar de otimização do tempo, o que se pretende é ganhar mais e lucrar mais. Este não tem sido um tempo de qualidade para o diálogo no contexto do lar. Para agravar ainda mais esse problema, muitos ocupam seu tempo em casa com entretenimento de baixa qualidade na televisão ou acessando a internet em sites de consumo ou, ainda pior, acessando conteúdos não recomendados para menores de 18 anos, os quais nem mesmo aos maiores de idade é recomendado o acesso.

A Palavra de Deus no livro de 2 Timóteo 3 nos fala de uma corrupção extrema do gênero humano nos últimos tempos, e o versículo 2 inicia a descrição de diversos pecados que têm a sua origem no pecado do egoísmo ou “amor próprio”, sendo essa a questão fundamental dessa busca desenfreada pela satisfação dos desejos da carne. “Porque haverá homens amantes de si mesmos” (v2), “mas amigos dos deleites do que amigos de Deus” (v4).

Princípios orientadores da parentalidade

Princípios orientadores da parentalidadePor maior que seja a pressão social e eclesiástica sobre os pais, todos que têm filhos entendem que existem dias em que o caos parece ter tomado conta de casa. Desde o drama matinal de tentar levar as crianças à escola até a hora barulhenta de dormir. Minha esposa e eu ontem tivemos um dia assim. E na hora em que a casa finalmente estava em silêncio (pela primeira vez no dia todo), nós dois parecíamos vítimas de Estresse Pós-Traumático.

Creio que todos nós pais, até os mais organizados e equilibrados, já tivemos alguns dias como esse. Porém, até nesses dias mais difíceis eu tento trazer à memória o quanto essas crianças são uma bênção enorme de Deus. E por isso devo encontrar nEle forças e sabedoria para mesmo nos momentos mais caóticos, lembrar e agir de acordo com os pontos mais importantes da parentalidade (termo psicanalítico do processo de construção de um pai e uma mãe, cumprindo suas responsabilidades).

O fator limite no relacionamento familiar

O fator limite no relacionamento familiarNeste sistema de vida terrena, tudo é marcado pelo fator limite (Jó 14.5). O mar possui seu limite para não inundar a terra (Jó 38.11). A terra respeita seu limite para não soterrar o mar (Jó 38.5). Os peixes respeitam os limites da vida aquática; as aves, os limites das alturas; os animais terrestres, sua peregrinação pelo solo; o sol a sua distância da terra e de outros planetas. Todos possuem limites.

No entanto, e os homens? Será que os homens respeitam seus limites? Temos nós consciência de nossas limitações? O homem fora gerado no planeta terra, mas já pisou a lua. O homem foi criado na terra, mas constantemente explora o mar. O homem não possui asas, mas insiste em voar. Isso porque o homem foi criado com capacidades para dominar, mas, por outro lado, cai na contradição de não saber dominar nem a si mesmo. Explora os mais profundos sistemas solares, mas tem dificuldade em olhar para dentro de si mesmo. A Bíblia revela claramente que dominar a si mesmo é melhor que dominar milhares.

A doentia sensualização infantil

A doentia sensualização infantilPara diferentes ciências, é indiscutível a importância da infância para a formação de um adulto e cidadão saudável, ético e de caráter. Há um peso muito grande nessa fase para o desenvolvimento físico, psicológico e intelectual, assim como para a construção da moral, coisas indispensáveis para o viver em sociedade. É na infância que a criança adquire a autonomia e começa a estabelecer padrões que regerão sua conduta ao longo da vida. É nesse período que se aprende as regras do que pode e do que não pode, através do estabelecimento dos limites. E, infelizmente, tem sido nessa fase que milhões de crianças, usurpadas, estão perdendo a inocência e adquirindo hábitos inerentes à própria idade. E as consequências disso a acompanharão para o resto de suas vidas.

Temos visto com certa frequência na mídia, na escola dos nossos filhos, na rua onde moramos e até mesmo nas igrejas, a infância se perdendo. Na busca por um culpado, as transformações econômicas, sociais e culturais estão no topo da lista, enquanto isso uma crise sem precedentes tem se instaurado para destruir as nossas crianças. São meninos e meninas que não sabem mais brincar, que não se sentem realizados com a simplicidade da infância. Estão conectados diariamente com um mundo que não faz distinção de idade e que vem pervertendo a moral e o emocional dos nossos pequenos.

Família e igreja: harmonia de prioridades

Família e igreja - harmonia de prioridadesA lista de prioridades estabelecida e comumente ensinada no meio evangélico é a seguinte: “Deus, eu, a família e a igreja”. Até aqui tudo bem, a lista está correta, Deus deve ser nossa prioridade (Mateus 6.33). Porém, existe um equívoco em não se ensinar que o desafio do restante desta lista não é manter estas prioridades em ordem, mas em equilíbrio. O correto é dedicar-me a estes aspectos em harmonia. Saber priorizar as atividades de maneira que as tarefas entrem em equilíbrio evita o desentendimento e a divergência na família. Assim, não é adequado tirar tempo para mim com prejuízo para o lar ou assistir a família em detrimento da igreja e nem tampouco servir a igreja com prejuízo no seio familiar.

Alzheimer: orientações às famílias

Alzheimer - orientações às famíliasA demência é classificada como uma desordem mental de caráter neurodegenerativo que atinge o Sistema Nervoso Central. A doença de Alzheimer é uma forma de demência mais prevalente que acomete pessoas idosas e é definida como a perda progressiva e persistente de múltiplas áreas das funções intelectuais.

De acordo com a evolução, a doença de Alzheimer é dividida em três fases distintas: inicial, intermediária e final. Este artigo objetiva abordar as características e sugerir orientações nas fases representativas da fase evolutiva desse quadro demencial.

A longevidade é uma das grandes conquistas do século 20 que, juntamente com a queda da natalidade, vem ocasionando um visível envelhecimento da população mundial. Diante desse quadro, espera-se o aumento da prevalência de doenças próprias da terceira idade, como as cardiopatias, artrites, nefropatias, diabetes, osteoporose e doenças neurológicas degenerativas.

O poder do exemplo dos pais

O poder do exemplo dos paisQuando pensei em escrever este texto, levei em consideração dois pontos importantíssimos para não incidir no erro de valorizar um lado em detrimento do outro. Sei que há muitas pessoas que estão lendo este artigo e que infelizmente seus familiares mais próximos estão distantes de Deus. Isso acontece por às vezes já haverem casado nestas condições, ou, ambos não eram evangélicos e hoje apenas um está na Igreja.

Se você convive em um ambiente familiar onde todos são evangélicos, com certeza não terá dificuldades em colocar em prática algumas instruções propostas neste texto. Entretanto, se isso é meio inviável em sua casa, terá que agir delicadamente e com muita sabedoria a fim de estabelecer uma formação espiritual saudável para sua família, principalmente para os filhos.

O exemplo arrasta

Todos nós somos passiveis de algum tipo de influência. Os exemplos tendem a ser mais seguidos do que as palavras. Por isso, a criança tende a ser fortemente influenciada em sua formação, principalmente através de nossas ações. Tenho um filho criança, e na fase que ele está costuma imitar tudo que vê os outros fazendo e comumente tenho que orientá-lo que algumas coisas não podem ser ditas ou feitas daquele jeito.

A famosa frase “faça o que digo, mas não faça o que eu faço”, jamais pode ser um padrão para os filhos de Deus. Até porque em muitos momentos, as pessoas não irão se deter apenas às suas palavras, elas irão requerer de suas atitudes tudo aquilo que você professa e acredita. É nesse momento que muitos se sentirão envolvidos motivados a agir influenciados pelos seus exemplos.

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