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A evangelização e a internet

A evangelização e a internetÉ de nosso conhecimento as formas por meio das quais muitos de nossos irmãos conheceram e aceitaram ao Senhor Jesus: rádio, televisão ou um simples folheto. A ordem bíblica é clara e nos diz que preguemos a Palavra. Os meios para cumprirmos a ordem de nosso Senhor vão além das palavras faladas ou impressas. Com o advento da Internet, nossas palavras podem ressoar virtualmente e atingir o coração de pessoas que sequer vimos ou conhecemos.

Possivelmente os leitores deste artigo já conheçam conceitos básicos relacionados à Internet, mas vale à pena recordar alguns deles. O termo Internet designa (em um conceito mais contemporâneo) um sistema mundial de computadores, sejam eles pessoais, corporativos, acadêmicos e até smartphones e tablets, com fins de troca e disponibilização de informações. Seus rudimentos iniciaram na década de 1960, como uma rede nacional auxiliar a fins bélicos norte-americanos; posteriormente serviu ao meio acadêmico na comunicação entre centros de pesquisa.

Em nosso país, a Internet teve início em 1988, quando universidades brasileiras foram interconectadas a universidades dos Estados Unidos. Diversos esforços foram envidados para a popularização da Internet no Brasil e hoje são milhões de pessoas que acessam regularmente a Internet tanto em casa como no trabalho.

Aprendendo a ser ceifeiro como o Mestre

Aprendendo a ser ceifeiro como o MestreAo analisarmos o texto de Mateus 9.36-38, vemos que a obra de Deus na Terra é realmente muito grande. E isso foi constatado pelo próprio Jesus enquanto esteve entre os homens. O que talvez os observadores do seu tempo não imaginassem é que ela se tornaria cada vez maior. Quanto mais era anunciado o Evangelho, mais se chegava a conclusão de que muitas outras pessoas precisavam ouvi-lo. Tanto é que certa vez Ele mesmo vendo a multidão que o cercava teve grande compaixão deles.

É diante de tal situação que Jesus percebe a carência de obreiros aptos para a grande seara. É importante notar que a constatação de Jesus se dá em um momento em que Seu ministério estava muito restrito ao território de Jerusalém. Com a explosão do cristianismo através da Igreja Primitiva, viu-se cada vez mais a necessidade de ceifeiros para esta grande obra.

A expressão de Jesus no texto em apreço é tão atual quanto verdadeira. Apesar de muitos alegarem que estamos vivendo tempos com grande abastança de obreiros, não é o que realmente parece. De fato, a concentração de obreiros hoje no ministério é bem maior do que muitos anos atrás. Ao mesmo tempo, não dispomos de mão de obra devidamente preparada e vocacionada para atender, por exemplo, o campo missionário. Isso acontece por, pelo menos, dois fatores: Em primeiro lugar, pela apresentação de obreiros por mera conveniência e, infelizmente, isso tem deixado o ministério inchado. Temos muito em quantidade, e pouco em qualidade. Outro fator também muito relevante é a estagnação de muitas igrejas que se acomodam a condição de estabilidade financeira e nada investem na obra missionária.

Você já orou por um missionário hoje?

Você já orou por um missionário hojeNa passagem bíblica que trata das armas espirituais que o Senhor colocou à nossa disposição para defesa e ataque ao exército inimigo, a oração consta como parte indispensável da lista. Aquele que foi inspirado pelo Espírito Santo, para escrever esta preciosidade bíblica foi uma autoridade inquestionável no assunto. A vida de Paulo, o apóstolo dos gentios, também conhecido como o maior dos missionários que a Igreja tem conhecimento, teve um ministério pautado na oração.

A primeira providência que tomou, imediatamente após sua conversão, foi jejuar e orar. O impacto da visão do Cristo glorificado, na estrada de Damasco, foi tão marcante que, durante três dias, ele permaneceu cego e em jejum (Atos 9.9). O próprio Senhor, ao orientar Ananias, o discípulo que orou pela recuperação de Paulo, testificou a respeito da intensa atividade do novo discípulo: “Eis que ele está orando” (Atos 9.11). Daí, em diante, em todas as cartas paulinas há ricas orientações sobre a oração.

A verdadeira missão da Igreja

A verdadeira missão da IgrejaAssim também a Igreja, que faz parte do corpo de Cristo, está consciente de que ninguém foi escolhido e chamado para fazer parte da Igreja, sem que tenha sua importância e sua função nesse corpo, não importando em qual parte do corpo. Importante é reconhecer que não se pode desprezar a função atribuída, desenvolvendo com fidelidade para manter a harmonia, numa mesma sintonia, obedecendo os sinais de comando da Cabeça, que é Cristo. Interessante notar que as próteses não atendem os sinais de comando provindos da Cabeça, nem trabalha na mesma sintonia e não têm compromissos com os demais membros do corpo. Elas estão ali colocadas e aparentemente correspondem com o desejado, mas não corre, nelas, sangue como nos demais membros, por isso são insensíveis a tudo. Como parte desse corpo, sob o comando da Cabeça, que é Cristo, estamos trabalhando bem ajustados, no ritmo e avanço para experimentar o grande dia, o dia da chamada final e, como membros ativos, fiéis ao comando da Cabeça, seremos galardoados, segundo o bom desempenho nas funções a que fomos destinados.

Missões: a resposta de Deus para o clamor dos oprimidos

Missões - a resposta de Deus para o clamor dos oprimidosCada missionário é a resposta de Deus ao clamor de um povo, pessoa ou nação. O Senhor nos mostra através de Sua Palavra, que por amor ao homem, Ele é capaz de elaborar, acionar e cuidar de forma admirável cada detalhe de Seus planos, a fim de alcançar aqueles que clamam em busca de Sua ajuda.

Muitos, sem conhecê-lO, derramam lágrimas em meio a gemidos de solidão, buscando expressar o vazio de uma alma que sofre em busca de paz. Tristemente, nessa procura, centenas de povos, de diversas línguas e nações, são obrigados a suportar (além de suas próprias dores), os corações insensíveis de muitos cristãos, que insistem em duvidar de sua participação na Grande Comissão de Jesus.

Por outro lado, o Senhor tem levantado centenas de homens e mulheres, que participam de suas aflições, são convidados a ouvirem juntamente com Ele, o clamor de milhares de almas. E o gemido de uma alma sem paz chega a ser insuportável aos ouvidos daqueles que compreendem a triste realidade, que milhares de pessoas descem à sepultura todos os dias, sem conhecerem o Salvador.

Assim como aquele desesperado homem rogava a Paulo em uma visão dizendo: “Passa à Macedônia e ajuda-nos” (Atos 16.9), milhares de pessoas clamam pela ajuda da igreja, ou melhor, pela nossa ajuda. Logo após a visão, Paulo e seus acompanhantes, concluíram que o Senhor os chamava para anunciar o Evangelho na Macedônia, e procuraram partir o mais rápido possível, pois o clamor daquele homem ficara gravado no coração e mente de Paulo.

A realização de Missões nos momentos finais da Igreja na Terra

A realização de Missões nos momentos finais da Igreja na TerraO grande mandamento de Jesus para nós é amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a nós mesmos (Marcos 12.33). De maneira prática vemos a aplicação do amor na nossa vida, mediante a forma como tratamos o presente recebido por Deus que é a nossa família. Porque a amamos, cuidamos com todo carinho, nos esforçando para preservá-la, tornando prazeroso o que Deus tem nos concedido, pois é nossa prioridade.

Será que temos amado a Deus sobre todas as coisas? Nosso amor ao Senhor se equipara com a forma como amamos o que temos? Temos realmente o colocado superior sobre todas as coisas?

O que Deus ama? Qual a prioridade de Deus? Priorizamos o que Deus prioriza? Temos nos preocupado com as pessoas que tem se perdido? Cuidamos das pessoas como sendo o foco do amor de Deus? (Tiago 1.27). O Senhor tanto amou que se entregou até a morte de Cruz, temos nos entregado para que vidas conheçam ao Senhor? O que temos feito para que o amor de Deus chegue até aos corações e essas sejam resgatadas do pecado, pela pregação do Evangelho? A palavra de Deus nos revela que estamos nos últimos momentos da Igreja na Terra (Mateus 24.14). E o que nós, como igreja de nosso Senhor Jesus Cristo, estamos fazendo? Segundo dados estatísticos existentes hoje 7,2 bilhões de pessoas em todo o mundo; 1,5 bilhões são muçulmanos, 975 milhões são hindus, 703 milhões são não religiosos, 626 milhões são budistas, 553 milhões são de religiões étnicas e 33 milhões religiões desconhecidas. Dos 7,2 bilhões de pessoas no mundo, 2,7 bilhões vivem entre grupos de pessoas não alcançadas e 1,6 bilhões são completamente não alcançadas.

Mãos à obra, antes que o dia termine

Mãos à obra, antes que o dia termineVárias lições podem ser extraídas do texto transcrito a seguir: “Porque o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha. E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha. E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça, E disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo. E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos, e perguntou-lhes: Por que estais ociosos todo o dia? Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo” (Mateus 20.1-7).

Missões no Poder e na Direção do Espírito Santo

Missões no Poder e na Direção do Espírito SantoA realização da obra missionária não é algo que deve se fundamentar e confiar na capacidade humana e em planejamentos estratégicos desassociados do poder e da direção do Espírito. Qualquer tentativa de cumprir a missão sem a cooperação de Deus resultará em fracasso e frustração.

Antes de iniciar a sua missão, o próprio Senhor Jesus foi revestido do poder do Espírito.

[…] e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como uma pomba e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és me Filho amado; em ti me tenho comprazido (Lucas 3.22).

[…] como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele (Atos 10 38).

A partir de então, e durante toda a realização da sua missão, Jesus foi guiado pelo Espírito, confiando plenamente em sua direção, mesmo se isso implicasse em enfrentar desertos e grandes tentações (Lucas 4.1-3).

Foi no poder do Espírito que Jesus regressou para a Galileia, e lá ensinava nas sinagogas, curava e expulsava demônios (Lucas 4.14-41).

Ao orientar os seus discípulos para a Grande Comissão, Jesus deixou claro que sem o poder do Espírito tal responsabilidade e privilégio não seriam alcançados. O historiador Lucas destaca a ênfase que Jesus deu ao revestimento de poder do Espírito em seu evangelho e na narrativa de Atos.

Métodos e urgência no evangelismo

Métodos e urgência no evangelismoDesde os tempos da Igreja Primitiva, a evangelização vem sendo um desafio para todos aqueles que se dispõem a seguir Cristo nos Seus ensinamentos. Levar o Evangelho às outras pessoas nem sempre é fácil diante das dificuldades impostas pelo mundo, entretanto o “Ide” de Jesus continua ecoando em todos os quatro cantos do planeta Terra. É impossível refletir sobre a evangelização e não considerar o verbo utilizado por Jesus; Sua fala é imperativa, pois convoca todos nós cristãos a assumirmos essa dimensão da nossa fé, a de anunciarmos o Evangelho do Reino, sua doutrina e proposta de vida.

Às vezes, por causa da dureza do coração dos incrédulos, nós nos sentimos desanimados a evangelizar e costumamos criar várias desculpas, como se elas nos isentassem da ordem proferida por nosso Senhor. Não há justificativa, por mais plausível que seja que nos libere deste dever: “Portanto, Ide por todo mundo pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15).

Naturalmente, as pessoas possuem qualidades, personalidade e habilidades diferentes, porém o desejo de Deus é que cada um use os seus dons e talentos para levar as Boas Novas. Na Bíblia, encontramos vários exemplos de personagens que foram usados por Deus para que muitos viessem a crer no Senhor Jesus, cada um usando o seu próprio estilo.

Missões: compartilhando o que recebemos

Missões - compartilhando o que recebemosA partir do momento que entregamos nossa vida a Jesus, a mesma passa a ser dEle. Paulo estava consciente disso quando disse: “Já estou crucificado com Cristo e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo, na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim (Gálatas 2.20). Nossa vida, que antes servia ao mundo, ao pecado e ao nosso ego, agora passa a ser instrumento de proveito no Reino de Deus e de Cristo.

Uma vez purificado, liberto e transformado numa nova criatura, sentimo-nos devedores de comunicar as boas novas a todos os que permanecem fora dessa maravilhosa graça de Deus.

Quando o profeta Isaías recebeu a revelação da glória de Deus, sentiu o peso do pecado na sua língua e receou perder a sua vida. Mas Deus mandou um querubim queimar e purificar os seus lábios com uma brasa do altar. Depois desse feito, o Senhor perguntou quem iria às nações falar contra os pecados dos homens e mostrar a Sua salvação. E Isaías tendo recebido os benefícios de Deus, logo se prontificou: “Eis-me aqui, envia-me a mim”. O profeta sabia que ia enfrentar um povo rebelde contumaz e violento (segundo a tradição judaica Isaías morreu sendo serrado pelo meio). Mas o benefício de perdão divino foi por ele considerado a maior dádiva, de modo que não teve por preciosa a sua vida e seu futuro aqui no mundo. Quando será que os crentes beneficiados pelo perdão vão se apresentar voluntariamente a Deus e à Sua obra para servi-lO de coração por toda a sua vida?