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O que está por trás dos Pokémons?

O que está por trás dos PokémonsRecentemente, surgiram notícias sobre pessoas envolvidas em situações inusitadas com seus telefones celulares. Umas estavam correndo pelas ruas, apontando seus aparelhos como se estivessem caçando algo; outras se envolveram em acidentes de trânsito por estarem distraídas com eles; outras ainda foram atacadas em lugares ermos, para onde foram levadas por seus smartphones. O que levou estas pessoas a agirem assim? Elas queriam capturar um Pokémon.

Pokémon (abreviação de pocket monster – monstro de bolso) surgiu como um jogo criado pela empresa japonesa Nintendo, no final da década de 1990, e que logo gerou outros produtos, como desenho animado (anime), jogo de cartas (RPG), filmes, revistas em quadrinhos (mangá), brinquedos e, mais recentemente, um jogo de realidade aumentada conhecido como Pokémon Go. Os pokémons são, supostamente, monstros que têm poderes especiais e compartilham o mundo com seres humanos. A ideia é fazer com que as pessoas capturem o maior número possível deles, treine-os e use-os contra os de outras pessoas, invocando as várias habilidades de cada criatura, que podem evoluir, tornando-se mais forte e com mais poderes. Quando alguém captura um pokémon, atirando sobre ele uma pokébola, ele é adicionado à sua pokédex, uma espécie de banco de dados. As criaturas devem ser levadas a um ginásio virtual, local onde se dará a batalha contra outros treinadores de monstros.

A importância do pré-milenismo

A importância do pré-milenismoPré-milenismo é a crença de que Cristo retornará fisicamente  à Terra (Atos 1.6-11; Apocalipse 1.7), estabelecerá seu trono em Jerusalém (Mateus 19.28) e reinará sobre toda a Terra por mil anos (Apocalipse 20.1-6). Já o Amilenismo (não-milênio) nega o reinado futuro literal de Cristo e afirma que Cristo está reinando sobre o mundo espiritual. o Pós-milenismo, por sua vez, sustenta que Cristo voltará à Terra depois que a Igreja trazer o Reino, cristianizando progressivamente o mundo antes da Volta de Cristo. Há muitos argumentos a favor do Pré-milenismo. Ao contrário dos pontos de vista opostos, o pré-milenismo é baseado em um uso consciente da  interpretação histórico-gramatical de passagens proféticas das Escrituras. Há muitas boas razões para acreditar em um reinado de mil anos literal de Cristo.

Primeiro, sem o Milênio, parece que Deus perdeu a batalha na História. Deus começou a História da Humanidade através da criação de seres humanos em um paraíso literal (Gênesis 1-2). Havia árvores plantas, animais e rios (Gênesis 2). Esse paraíso tinha uma localização geográfica específica sobre a Terra, junto aos rios Tigre e Eufrates (Iraque). Ali, não havia pecado, o mal ou quem sofresse. Os nossos primeiros pais, Adão e Eva, viviam em um ambiente físico perfeito. Mas, esse paraíso foi perdido pelo pecado. Sendo tentados pelo Diabo, Adão e Eva comeram o fruto proibido (Gênesis 2.16-17), trazendo dor, sofrimento e morte para si mesmo (Gênesis 3.14-19) e sobre toda a humanidade (Romanos 5.12; Romanos 8.18-25). Eles foram expulsos do Paraíso, que foi fechado por um anjo (Gênesis 3.24). Então, aparentemente, o tentador vencera, pois ele trouxe a morte, os seus resultados e seu medo sobre a humanidade (Hebreus 2.14).

Se o paraíso perdido nunca é recuperado, então, eventualmente. Deus é perdedor e Satanás, o vencedor. Se a morte física não é revertida pela ressurreição física (João 5.28-29), então Satanás vence ao final (Hebreus 2.14). E se um paraíso literal não é restaurado, então Deus perdeu o que Ele criou. Mas, Deus é onipotente (Apocalipse 19.6) e, obviamente, não perde. Portanto, deve haver um Paraíso literal recuperado, como vemos na visão pré-milenista da História.

“O Evangelho dos Evangélicos”

“O Evangelho dos Evangélicos”“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; o qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam que querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema” (Gálatas 1.6-9).

Após analisar o texto citado acima olhando para a conjuntura de nossos dias, estou convencido de que o “evangelho” dos evangélicos no Brasil, especialmente no que diz respeito ao neopentecostalismo, como aparece na mídia radiofônica e televisiva, é estratificado em problemas: tem os problemas da base e os da cúpula. Precisamos falar com muito cuidado da base, que é o povo simples, fiel e crédulo. Mas, precisamos igualmente discernir e denunciar os problemas na cúpula. A base é movida pela ingenuidade e singeleza da fé; a cúpula, muitas vezes, é oportunista, mal intencionada e age de má fé.

Uma das palavras-chave deste “evangelho” estratificado é “clericalismo”: onde os do palco manipulam os da plateia, e tiram vantagem do povo simples, ignorante e crédulo. A cúpula é pragmática, aproveitando esse imaginário religioso como fator de crescimento da pessoa jurídica e enriquecimento da pessoa física. Outra palavra-chave é “sincretismo”. A medir por sua cúpula, algumas igrejas evangélicas viraram uma mistura de macumba, protestantismo e catolicismo. Tem igreja que se diz evangélica promovendo “marcha do sal”. Já vi igreja que se diz evangélica e distribuindo cajado com água do Jordão. Lembro de assistir a um programa de TV onde o apresentador prometia que Deus liberaria a “unção da casa própria” para quem se tornasse um mantenedor financeiro de sua igreja. Em fim, este é o “evangelho” dos evangélicos contemporâneos.

Porque o verdadeiro cristão não participa das festas juninas

Porque o verdadeiro cristão não participa das festas juninasQuando o imperador Constantino I (280-337 d.C.) proclamou-se cristão, designou bispos e pastores para elevados cargos públicos. A Igreja foi então retirada das catacumbas e, apoiada pelo imperador, foi impondo o Cristianismo aos povos das nações dominadas por Roma. Porém, nesse processo de evangelismo compulsório e conivente, absorveu muito da idolatria, da mitologia e das festas pagãs daqueles povos.

Diz a Bíblia que “não havendo profecia, o povo se corrompe!” (Provérbios 29.18). O pastor Eduardo C. Pereira, em sua obra “O problema religioso da América Latina” (Gráfica Mercúrio S.A., 1949), sintetiza: “Do conúbio adulterino da Igreja com o Estado é que surgiram todos os males que infirmam o Cristianismo”.

Assim, é que se foram implantando no calendário cristão eventos, festas e manifestações de ritos e costumes pagãos que, associados às crendices dos escravos bantos, iorubas, benguelas, congos, deram origem ao sincretismo religioso em que se misturam deuses do paganismo e do fetichismo, aos nomes de supostos “santos”, em cerimônias pseudo-cristãs. Dessa mixórdia originou-se um culto politeísta e mitológico como o que vemos no carnaval e nas festas juninas, que desfiguram e aviltam o Cristianismo, conforme lemos até mesmo nos dicionários e nas enciclopédias seculares. Por exemplo:

Os nove tipos de desviados de que falam as Sagradas Escrituras

Os nove tipos de desviados de que falam as Sagradas EscriturasA Bíblia alerta-nos em relação ao cuidado que devemos ter para não nos desviamos. Em Hebreus 2.1, lemos: “Portanto, convém-nos atentar com mais diligência para as coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos delas”. Em Provérbios 4.26-27, o sábio Salomão afirma: “Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam bem ordenados! Não declines nem para a direita, nem para a esquerda; retira o teu pé do mal”. O apóstolo Paulo, em 1 Coríntios 10.12, alerta: “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe para que não caia”.

O que poucos percebem, porém, é que há, segundo as Sagradas Escrituras, tipos diferentes de desvios que um cristão pode cometer em sua caminhada. Ao todo, encontramos pelo menos nove tipos de desviados na Bíblia. Portanto, vejamos cada um deles.

Teologia “pentecostal reformada”?

Teologia “pentecostal reformada”Há uma declaração feita em vídeo pelo reverendo Hernandes Dias Lopes que tem provocado euforia entre os pentecostais e espanto nos reformados. Nesse vídeo, ele afirma que a “junção da teologia reformada com a unção, com o fervor pentecostal, é uma coisa fenomenal”.

Serial possível essa química? Para responder a essa pergunta, primeiramente é necessário dizer que a “unção” e o “fervor” pentecostal do qual fala Lopes só existem em razão de uma fundamentação teológica. Não creio que seria correto dizer que existe uma teologia reformada sem um certo grau de unção, da mesma forma não creio existir uma unção pentecostal sem um embasamento teológico. No caso da teologia pentecostal, a sua fundamentação teológica está fortemente enraizada na tradição protestante histórica como bem demonstrou Donald Dayton em sua obra Theological Roots of Pentecostalism (“Raízes Teológicas do Pentecostalismo”).

Em segundo lugar, a forma como essas duas tradições protestantes interpretam o livro de Atos dos Apóstolos é de fundamental importância para a possibilidade ou não dessa química. Como essas duas tradições teológicas interpretam essa Escritura canônica? Os pentecostais acreditam que as narrativas bíblicas têm valor tanto quanto têm as partes didáticas. Os pentecostais não estão sozinhos nesse entendimento. William W. Klein, Graig L Blomberg e Robert L. Hubbard, Jr, todos respeitados eruditos, também têm entendimento semelhante. Dessa forma, os pentecostais acreditam que o livro de Atos é normativo e que por isso o seu conteúdo serve de material didático para a vida da igreja. Em outras palavras, as narrativas bíblicas são permeadas de instrução, isto é, são fontes de ensino (didáticas) para a vida da igreja. Paulo, por exemplo, usou o livro de Gênesis, que claramente é de natureza narrativa, para instruir os cristãos primitivos.

Firmeza doutrinária e apologética contra as heresias dos tempos modernos

Firmeza doutrinária e apologética contra as heresias dos tempos modernosBoa parte da nossa geração, devido à influência midiática dos modismos, tem encontrado dificuldade para manter a firmeza doutrinária e apologética nos tempos modernos. Este é um dos pontos críticos da Igreja nos dias atuais. É preciso firmeza doutrinária.

A Doutrina é o conjunto de regras e costumes que identificam um povo, uma instituição ou uma crença. Se o obreiro não tiver conhecimento e firmeza na doutrina, será tentado a viver mudando de atitudes e induzirá o povo ao erro. É como um advogado sem conhecimento da Constituição e dos códigos de leis, ou um arquiteto ou engenheiro que não tenha conhecimento do Código de Obras da Cidade.

Quem não aprende não pode ensinar. A necessidade dos tempos modernos faz com que muitos obreiros sejam consagrados ainda neófitos, ou seja, sem conhecimento necessário para assumirem determinadas funções no Reino de Deus. Alguns, ao serem tentados, findam por cair em condenação do diabo. O apóstolo Paulo antevendo essa situação, deu conselhos explícitos a Timóteo acerca disso (1 Timóteo 2.1-6).

A Igreja Primitiva perseverava na doutrina (Atos 2.42). Paulo não se cansou de orientar o jovem obreiro Timóteo a também perseverar e ensinar a igreja na sã doutrina (1 Timóteo 4.6, 16). A linha ideológica de Paulo a respeito do assunto era a mesma com todos aqueles que discipulava, tanto que não foi diferente o ensino de Tito (Tito 2.1, 10).

O cristão e a “marca da promessa”

O cristão e a “marca da promessa”Deve estar ínsito em nossa mente que a teologia e a vida da igreja não se evidenciam apenas nos grandes tratados ou colóquios teológicos, antes as mais diversas formas literárias eram usadas pelos apologistas com o fim de transmitirem sua fé em Deus.

A Igreja Primitiva fez uso da arte para manifestar o seu crer no Deus verdadeiro. No quarto século, formas de poesias latinas passaram a ser usadas na proclamação do Evangelho de Jesus Cristo; um gênero que se destacou fortemente nesse período foi a biografia dos santos.

Podemos dizer que desde os tempos veterotestamentários o som foi usado como meio para se proclamar a grandeza e a fé dos santos em Deus. Segundo a história, a Igreja da Síria avulta-se pela composição de belos hinos feitos por Bardesana e Ephrem. Gregório de Nazianzo tornou-se bem conhecido por usar melodias comuns para composição de hinos.

Uma prova clara de que o hino faz teologia, é que no presente momento estamos lidando com algumas canções ábsonas, fora do real contexto bíblico e de sua interpretação, o que tem gerado confusão em muitas igrejas, produzindo teologias estrábicas, daí a necessidade dos compositores atentarem bem para o texto bíblico, e julgarem suas letras relacionadas com a exegese e a hermenêutica, mas não podemos abjurar que existem composições que de fato exaltam o nome de Jesus, e que expressam fé no seu sacrifício, produzindo gozo no nosso coração. O uso da expressão a marca da promessa, tratado aqui, tem sido comum em muitas canções do meio evangélico atualmente.

O que existe por trás das leis que querem destruir a família e amordaçar as igrejas

O que existe por trás das leis que querem destruir a família e amordaçar as igrejasA população brasileira cresce pouco mais de 2% ao ano. O crescimento evangélico ultrapassa os 6% ao ano. Pesquisas indicam que em 2010 e 2015 os evangélicos ultrapassarão os 50% da população. Seremos maioria absoluta no país. Elegeremos parte dos deputados estaduais em todos os Estados e os federais também. Teremos a maioria no Congresso Nacional e poderemos administrar esta nação.

Logo, o medo se apodera de muitos setores por causa dos evangélicos. Nosso crescimento assusta. Então, nos perseguem com leis. Se não tivéssemos elegido uma bancada forte de deputados estaduais e federais na legislatura retrasada, hoje seríamos associação, como determinava inicialmente o novo Código Civil. Graças à atuação dos nossos parlamenteares é que conseguimos reverter o que eles haviam feito no Código Civil, enquadrando a igreja na categoria de associação. Aí teríamos que receber todo tipo de gente como membros de nossas igrejas. Se o pecado entrar na igreja, este será o seu fim. O que eles queriam, por força de lei, era mudar a igreja, empurrando o pecado para dentro dela. Nosso empenho e luta foram coroados de sucesso porque conseguimos mudar o Código Civil no que tange à igreja. Não satisfeitos, inclinaram-se para uma lei do meio ambiente, proibindo que usemos o som acima de 55 decibéis. Isso representa o som dentro de uma sala apenas. Querem que todos os templos religiosos usem 55 decibéis e, por isso, as igrejas estão sendo multadas e têm o som lacrado pelo Ministério Público em todo território nacional.

O batismo no Espírito Santo e o batismo pelo Espírito Santo

O batismo no Espírito Santo e o batismo pelo Espírito SantoA doutrina do batismo com o (ou no) Espírito Santo é uma doutrina tão atual quanto são as demais doutrinas cardeais da Bíblia. Porém, essa experiência, mais do que uma teoria doutrinária, ou uma doutrina retida no tempo, tem sido alvo de desconexas e insustentáveis polêmicas. Não só da parte dos evangélicos tradicionais, mas até mesmo entre os pentecostais, que questionam, acima de tudo, a glossolalia, que é a evidência primária e física do batismo no Espírito Santo.

Naturalmente, os que negam a atualidade da experiência do Pentecoste com a evidência do “falar em línguas” não negam o fato bíblico, mas negam a sua evidência atual. Há os que até ensinam a necessidade do Batismo no Espírito Santo sem precisar da experiência glossolálica. Outros, mais radicais, entendem que a experiência das línguas foi ontológica, isto é, aconteceu apenas nos primórdios da Igreja depois do Pentecostes.

A primeira lição que aprendemos acerca desse assunto é que o Batismo no Espírito Santo é uma experiência para os que já foram regenerados pelo Espírito Santo. Por isso, no ato da conversão, o Espírito Santo conduz o pecador arrependido à submissão ao senhorio de Jesus Cristo e entra na sua vida.

Há uma relação vital da atuação do Espírito Santo na vida do pecador arrependido. São três esferas de atuação no campo da convicção: na esfera da mente (Neemias 9.20; Romanos 8.27; 1 Coríntios 2.10, 11), o Espírito Santo convence intelectualmente o pecador pela Palavra de Deus; na esfera do sentimento, Ele desperta o interesse (Efésios 4.30; Romanos 15.30; Apocalipse 22.17); e na esfera da vontade, o Espírito espera com o objetivo de promover uma decisão pela salvação (1 Coríntios 12.3, 11). Jesus ensinou sobre o papel do Espírito  na área da convicção conforme lemos em João 16.8-10. Nesse texto, o Espírito Santo tem ação tríplice, porque ele convence do pecado; convence da justiça, em relação ao presente, mostrando que Cristo cumpriu a justiça da lei na sua morte no Calvário; e convence do juízo, mostrando o juízo efetuado no Calvário e apontando para o futuro, para absolvição do Juízo Final.

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