Sofrimento, graça e poder

Sofrimento, graça e poderOh! Que grande paz teríamos se fossemos poupados de todas as aflições terrenas. Que coração humano não deseja isso? Há dias em que nos deparamos como o salmista Davi, com o coração pulsando ardentemente, ansiando refrigério, perguntando à própria alma até quando terá de suportar o pão da aflição (Salmo 13.2).

Talvez soe como um paradoxo ao seu coração, mas devemos nos alegrar pelos sofrimentos (Tiago 1.2) e nos gloriarmos de nossas próprias tribulações (Romanos 5.3). Todos os anos vejo pregadores “profetizando” que o ano seguinte será o ano da vitória dobrada, o ano da colheita, o ano que você vai colocar Deus na parede e “determinar” que a sua benção vai chegar. Ora, chega a causar enfado tal distância dos preceitos escriturísticos. Deus é poderoso o suficiente para nos abençoar. Contudo, não somos nós, reles homens, quem designamos o que Ele, infinitamente soberano, realizará.

Por princípio, Jerusalém, capital de Israel

Por princípio, Jerusalém, capital de IsraelA expressão latina “pacta sunt servanda” expressa um princípio basilar do Direito Internacional e significa que os acordos devem ser cumpridos. Ora, não se pode obrigar um Estado Nacional a cumprir um tratado, mas, uma vez que opte por tornar-se signatário, o país torna-se comprometido em fazer valer e a cumprir seus termos. Esse importante princípio está sujeito a um outro, maior, pois é baseado na boa-fé de que um tratado não pode interferir nas disposições que digam respeito ao direito interno das nações. Assim, o “pacta sunt servanda” tem por limite o “jus cogens” (direito cogente), que são as normas irrevogáveis, premissas mesmo do Direito. Antes dos pactos, por exemplo, figura a autodeterminação dos povos, sua soberania, o direito básico de se autorreger, inclusive a liberdade de estabelecer sua capital, o centro de suas decisões políticas e o núcleo de sua visão sobre si mesmo e sobre seu território.

Jesus: a solução para o mundo em crise

Jesus - a solução para o mundo em criseFaltavam algumas horas para encerrar o expediente, e o relógio arrastava-se tempo adentro. A tarde revelava-se monótona, e a rotina pesava mais que o normal. Sentia a necessidade de fazer algo para recobrar o ânimo. Absorto neste profundo estado de ânimo eu pensei: “O museu! Vou até lá ver como estão as coisas”.

Acredito que você deve estar confuso e a perguntar: “O que essa narrativa tem a ver comigo?”. Eu vou ajudá-lo a compreender melhor essa história, mas para tanto devo fazer algumas observações. Eu trabalho em uma faculdade teológica chamada Faetad, cujas instalações encontram-se no interior do estado de São Paulo. Neste momento, estamos empenhados na organização de um memorial para contar a trajetória de nossa instituição, além da biografia e ministério de nosso fundador, o saudoso missionário norte-americano Bernhard Johnson. Voltando ao caso…

Sobre tocar em eventos mundanos

Sobre tocar em eventos mundanosDeve um músico cristão tocar em eventos não cristãos? Com Jesus aprendemos que nem todas as perguntas merecem respostas objetivas. Às vezes, é importante fazer com que o interlocutor reflita e tome a decisão correta. Certa vez, seus oponentes perguntaram ao Mestre se era lícito pagar tributo a César (Mateus 22.17). Ele podia ter dito simplesmente “sim”, mas preferiu, antes, apresentar-lhes duas perguntas para reflexão. E, ao ouvir deles a resposta de que a moeda do tributo fazia referência a César, lhes disse: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus” (vv. 18-21). Neste artigo, seguirei esse exemplo do Mestre, haja vista a complexidade da questão proposta.

Traficante é resgatado por Deus

Livramento de morte chancelou nova vida para jovem envolvido na criminalidade

Traficante é resgatado por DeusA grande maioria dos criminosos iniciou a sua carreira no submundo ainda na infância, e Felipe Macedo Brasileiro, 39 anos, casado com Rossele Bezerra dos Anjos Brasileiro, entrou na estatística. Morador do Complexo da Maré, na Vila do Pinheiro, comunidade localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ), o jovem ficou fascinado com a “vida fácil” proporcionada pelo crime. “Meus pais eram separados e eu fiz amizade com jovens que praticavam furtos, aos 12 anos eu dei início a minha trajetória na vida do crime. Eu fui detido pela primeira vez aos 13, por furto”, lembra.

A interatividade social e a família

A interatividade social e a famíliaCom o avanço do entretenimento e a proliferação das redes de relacionamento social, fica cada vez mais difícil não perceber o quanto as pessoas têm se rendido a esses novos métodos de entretenimentos. Com o passar dos anos e as constantes inovações, as redes sociais têm sido uma febre entre os mais variados públicos. No entanto, esses recursos que podem ser facilmente baixados em um aparelho de celular, ou acessados por qualquer computador conectado à internet, com o intuito de aproximar as pessoas, estejam elas onde estivem, inclusive de diferentes culturas e etnias, podem ser grandes armas para falência da família se não considerarmos seus riscos e não vigiarmos ao utilizá-los.

Pena capital para moças

Por que, na lei mosaica, uma jovem solteira deveria ser apedrejada caso perdesse a virgindade antes do casamento, conforme parece dizer Deuteronômio 22. 13-21?

Pena capital para moçasNa Antiguidade, o povo de Israel era sujeito a mandamentos e ordenanças que formavam a Lei de Moisés. Dentre as diversas medidas a serem observadas, também existiam as que regulavam o lado social da nação israelita, incluindo a pureza sexual feminina e que protegiam a mulher de uma possível difamação por parte de um marido mal intencionado. Mas o que exatamente prescrevia a lei nacional quanto à pureza sexual da mulher antes de sua noite de núpcias? Se uma jovem solteira perdesse a sua virgindade antes do casamento, deveria ser apedrejada conforme se depreende em Deuteronômio 22.13-21. Entretanto, faz-se necessário entendermos em quais circunstâncias a pena capital era aplicada. Em primeiro lugar, quando uma moça contraía núpcias, e após a primeira noite com o marido, se este a acusasse de ter perdido a sua virgindade antes do casamento, o Grande Sinédrio (composto por 23 anciãos da cidade) era acionado para resolver a questão. Se o pai da moça comprovasse devidamente a virgindade da filha antes do casamento, a mentira perpetrada pelo homem seria descoberta e, de acordo com Deuteronômio 22.17, o marido recebia uma tríplice sentença: 1) era espancado publicamente; 2) tinha que pagar uma multa de 100 ciclos de prata, ou seja, um valor correspondente a 100 meses de trabalho; e 3) não poderia divorciar-se da esposa. Entretanto, se ficasse provado que a mulher não era mais virgem, ela deveria ser morta. Isto fazia com que as moças israelitas fugissem da fornicação, isto porque a castidade tornava-se uma questão de vida ou morte.

O sangue de Jesus e o sangue de Maria

Alguns católicos têm afirmado que uma vez que Jesus foi gerado no ventre de Maria, e sendo Ele humano, logicamente herdou o sangue dela e, desta forma, é correto afirmar que o sangue que Ele derramou na cruz é também o sangue de Maria. Como devemos ver tal argumento?

O sangue de Jesus e o sangue de MariaAtribuir a Maria os atributos da divindade, baseados apenas em conjecturas humanas e contraditórias, pelo simples fato dela ter sido a mãe terrena do Salvador, é um grave erro teológico que desconsidera as vastas evidências das Escrituras que claramente apontam para Jesus como o Filho de Deus que se fez carne e habitou entre nós (João 1.14), sendo somente Ele, o único mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2.5). Para melhor esclarecer o fato de que o sangue de Maria jamais teve ou terá qualquer poder para perdoar pecados, analisaremos as características da natureza humana e Divina de Jesus, e finalmente o papel que Maria exerceu na vida de Jesus.

A pregação “aos espíritos em prisão”

A pregação aos espíritos em prisãoA morte de Cristo na cruz do Calvário é conhecida como umas das mais cruéis e repugnantes que se tem conhecimento, todavia, tornou-se um marco na história da humanidade. O mundo espiritual sofreu mudanças significativas com a morte do Messias. Além da manifestação da graça de Deus trazendo salvação aos homens, nosso Senhor, durante o tempo em que Seu corpo esteve sepultado, não permaneceu confinado ao sono da morte. Antes, Sua alma santa desceu até as profundezas do Hades, às partes mais inferiores do mundo oculto e, com autoridade e poder, “pregou aos espíritos em prisão” (cf. 1 Pedro 3.19).

De olho em Israel e nas profecias

Desenvolvimento da nação e acontecimentos ao seu respeito apontam para o arrebatamento

De olho em Israel e nas profeciasÉ sabido que Israel, como nação, serve aos interesses divinos como um ponto de referência acerca dos eventos relativos à condução dos acontecimentos da raça humana. O Senhor Jesus, em Seu discurso aos discípulos, afirmou que a nação judaica é o relógio escatológico que indica a aproximação do arrebatamento da Igreja, quando os fiéis serão levados deste mundo e ficarão para sempre com o Senhor (1 Tessalonicenses 4.17). “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (Mateus 24.32-33). Esta mesma figueira tem rebentado em frutos e, pelo que parece, com muita velocidade.

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