Compaixão pelas almas perdidas

Compaixão pelas almas perdidasPaulo, o apóstolo estava preso em Jerusalém não por ter cometido algum crime, mas pela prática do bem. Antes, quando ainda era o perseguidor Saulo de Tarso, as suas mãos estavam sujas com o sangue da violência, mas naquele momento, o missionário compartilhava as dádivas generosas para os crentes da Judeia.

Antes perturbador da paz, mas agora um ministro da reconciliação. Ele veio para falar ao seu povo sobre a vida eterna através de Jesus Cristo, o filho de Deus, mas diante dessa afirmativa, os seus conterrâneos decidem matá-lo.

O apóstolo encontrava-se em uma situação aflitiva, de modo que o Senhor lhe concede oportunidades em novas frentes de trabalho diretamente com a obra missionária.

Deus não trabalha somente quando tudo vai bem, a chamada surge em meios a tribulações e momentos em que o chamado parece incógnito.

A Bíblia Sagrada revela: aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos (Salmos 126.6). Mas a semente é regada com as lágrimas do missionário semeador.

Realmente, o missionário que semeou em lágrimas, voltou jubiloso trazendo os seus feixes.

Cristãos: entes políticos na sociedade

Cristãos - entes políticos na sociedadeO termo “política” deriva do grego “polis” que designa “a cidade”. A política procura a conduta ideal do Estado, pelo que seria uma ética social. Ela procura definir quais são os caracteres, a natureza e os alvos do governo ideal.

Assim, a política é um conjunto de significados: é a arte de governar a cidade de acordo com o projeto relativo ao conjunto de cidade; é empenhar-se na ação que pretende a tomada do poder para fazer triunfar as suas ideias.

O objetivo da política é de organizar de melhor forma possível a convivência social.

Esfaqueado recebe livramento de morte

Jessé Duarte, da Assembleia de Deus em Criciúma (SC), foi roubado, sequestrado e após momentos de terror, esfaqueado e abandonado na estrada

Esfaqueado recebe livramento de morteNo final do ano de 2013, o irmão Jessé Duarte da Assembleia de Deus de Criciúma (SC), presidida pelo pastor João Ceno Ohweiler, passou por momentos de grande terror.

Em uma onda de violência que engloba todo o Brasil, sofrer uma tentativa de latrocínio – homicídio com objetivo de roubo, ou roubo seguido de morte ou de graves lesões corporais da vítima – é um dos maiores receios do cidadão brasileiro. E foi exatamente o que o músico assembleiano vivenciou.

No dia 3 de dezembro de 2013 ele conta que ao retornar da faculdade de Direito para sua casa foi interceptado por dois bandidos. Eles simularam apontar uma arma de fogo, obrigando a abrir o carro e dirigir para longe dali.

“Foram os momentos mais difíceis de minha vida. Eles me levaram para um lugar deserto, tipo um sítio perto da periferia. As ruas eram de chão batido e nos lados só tinham árvores. Devo ter ficado com eles por uma hora e a todo momento diziam que iam me matar”, relembra o trauma.

Segundo Jessé, dias antes do ocorrido Deus havia lhe falado através de uma profecia que ele iria passar por uma grande provação, mas o Senhor lhe daria livramento.

Feridas emocionais ao longo da vida

Feridas emocionais ao longo da vidaÉ importante que todos os pais saibam a grande responsabilidade que possuem na vida de seus filhos também na área emocional e psicológica. Muitos preocupam-se tanto com as questões materiais, financeiras, a formação acadêmica, a saúde, etc. E sem se darem conta esquecem-se que fatores intangíveis são determinantes no crescimento rumo a uma vida adulta saudável.

Alguns problemas vivenciados na infância podem provocar cicatrizes emocionais que determinarão a qualidade de suas vidas quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro.

Israel e Judá tiveram reis crianças?

Como entender a tão pouca idade com que alguns reis de Israel e Judá subiam ao trono? Um exemplo é Joás, que reinou aos 7 anos (2 Reis 11.21).

Israel e Judá tiveram reis criançasAo terminar a época dos juízes, um período de muita turbulência que durou mais de 300 anos, Israel pede que lhes seja dado um rei como as demais nações tinham. Então, começa em Israel o período da monarquia com os três primeiros reis: Saul, Davi e Salomão, também conhecido como o período do reino unido. Com a morte de Salomão, o reino se divide em reino do norte com sua capital em Samaria, chamado de Israel; e reino do sul com sua capital em Jerusalém, chamado de Judá (1 Reis 12. 15-17). Três elementos eram de fundamental importância na governança monárquica de Israel: o rei, o sacerdote, e o profeta. O rei era responsável pelo governo e a defesa da nação contra os inimigos e invasores estrangeiros; o sacerdote era responsável por ensinar ao povo a Lei do Senhor e interceder pelo povo na presença de Deus; já o profeta, tinha a árdua missão de entregar na íntegra a mensagem de Deus a quem quer que fosse.

As consequências do pecado de Davi

Por que as consequências do pecado de Davi foram tão severas?

As consequências do pecado de DaviQuando o profeta Natã foi a Davi, por ordem de Deus, a fim de confrontá-lo quanto ao seu pecado, ele declara o pecado: adultério e assassinato. Quando o profeta diz: “A Urias, o heteu, feriste à espada, e a sua mulher tomaste por tua mulher; e a ele mataste com a espada dos filhos de Amom” (2 Samuel 12.9), isto fica bem claro: deitar com uma mulher casada, adultério; matar um homem de forma premeditada, assassinato. E a punição para ambos os pecados era a morte.

O adultério é um pecado contra o cônjuge e contra Deus, que afirmou claramente: “Não adulterarás” (Êxodo 20.14). Através do adultério o homem quebra a aliança conjugal que fez perante Deus (Malaquias 2.14). Por isto, o adultério é símbolo da idolatria; é o abandono daquele com quem se tem uma aliança, para prostituir-se com outro (Jeremias 3.6-10). O homem que tivesse relações sexuais com a esposa de outro deveria ser punido com a pena de morte: “morrerá o adúltero e a adúltera” (Levíticos 20.10; Deuteronômio 22.22). Se o adúltero fugir da justiça dos homens, não fugirá da justiça de Deus (Hebreus 13.4).

O cristão bíblico e a quaresma católica

Para entendermos melhor o tema deste artigo, temos que levar em consideração algumas palavras do tema, como “cristão” e “quaresma”.

O cristão bíblico e a quaresma católicaCristão versus Quaresma

Quando o Evangelho foi pregado aos gentios em Antioquia, os discípulos haviam caminhado até à Fenícia, Chipre e Antioquia por causa da morte de Estêvão (Atos 7.55-60), que fora apedrejado fora da cidade, enfurecendo a turba que clamava com grande voz, tapando os ouvidos, quando dizia: “Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do Homem que está em pé, à mão direita de Deus” (Atos 7.56).

Barnabé fora enviado pela igreja de Jerusalém a Antioquia, depois partiu para Tarso a encontrar Paulo. Achando-o, o conduziu para Antioquia. Lá, foram os discípulos chamados, pela primeira vez, CRISTÃOS.

Mas afinal, o que significa a palavra cristão? O apóstolo Pedro a usa na sua carta primeira (4.16; “Mas se padecer como cristão…). Paulo, em Atos 26.28, relata quando o rei Agripa lhe diz: “Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão”.

Sempre se ouve alguém dizer: “Não sou cristão, sou católico da religião de meus pais”. Esses, às vezes, sãos os que se tornam um devoto nominal. Existe uma distinção chave entre católicos e cristãos: é a visão da Bíblia. Os católicos veem a Bíblia como a suprema autoridade de fé e prática, enquanto os cristãos afirmam que a Bíblia é a Palavra de Deus. Os católicos insistem em dizer que a Bíblia apenas contém a Palavra de Deus.

Arqueologia afirma relatos bíblicos

Batalhas e outros eventos bíblicos desvendados através do estudo de cientistas

Arqueologia afirma relatos bíblicosA arqueologia tem sido uma ferramenta eficaz quando o assunto é descobrir evidências acerca de fatos históricos registrados na Bíblia Sagrada, e isto é exemplificado nos resultados de uma equipe de arqueólogos que trabalhavam em uma escavação nas ruínas de uma mina de cobre que pertenceu ao rei Salomão, em um complexo no Vale de Timna, região tombada como parque nacional. Os especialistas encontraram uma muralha que remonta ao século 10 a.C. no sítio arqueológico na região do deserto de Arava, extremo sul de Israel. Os cientistas acreditam que o achado tem ligação com o reino de Edom que mediu forças contra o Exército hebreu em campo aberto. Segundo os arqueólogos, parte do território edomita acabou conquistado em batalha no período em que Israel era governado por Davi. A equipe era conduzida pelo doutor Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv.

Os especialistas divulgaram a notícia de que o muro da fortificação media naquela época centenas de metros de comprimento e cinco de altura. Os escavadores encontraram muitas pedras grandes perto da edificação o que leva a crer que foram arremessadas por fundas e, provavelmente, por catapultas rudimentares com o objetivo de colocar abaixo a construção. Segundo a Bíblia Sagrada os edomitas eram descendentes de Esaú (também chamado de Edom em Gênesis 25.30), irmão gêmeo de Jacó, patriarca que deu origem aos hebreus que mais tarde ocuparam as terras da antiga Canaã (Josué 1.1-6). Ambos eram filhos do patriarca Isaque e netos de Abraão.

Como eu quero teologizar

Como eu quero teologizarQuando assumimos um púlpito, a teologia passa a ser verbo. Pregar, interpretar a Bíblia, administrar eclesiasticamente sempre é teologizar, não tem como fugirmos a esta realidade. A grande questão não é se teologizamos, mas sim, como teologizamos. Que Deus apresentamos nesse processo de teologização? Um Deus distante, frio, presente apenas nos compêndios teológicos? Ou um Deus que além de transcendente é também imanente? Imana em nossas dúvidas, anseios, lágrimas e agruras, decepções.

Quero teologizar com uma homilética mais realista e humana construindo uma ponte perfeita entre o porvir e o “aqui agora”. Quero falar sobre as ruas da Nova Jerusalém sem deixar de esquecer as ruas das favelas, o pátio do colégio onde estudam, os corredores dos hospitais onde muitos choram, as encostas onde muitos tecem os fios de sua historia humana. Não quero empurrar toda a felicidade para o futuro, mas também não quero antecipar a felicidade escatológica para o momento. Sempre que vou pregar lembro-me que tenho diante de mim adolescentes irrequietos, universitários idealistas, pequenos e médios empresários, funcionários públicos, idosos sábios, profissionais liberais. Diante de suas aflições, vaidade, arrogância, desafios e questionamentos, pedem força. A pregação bíblica pode ajudá-los. Neste momento peço ajuda a Deus. Quero pregar uma mensagem relevante. Quero apresentar para tais pessoas um Deus que se importa com eles, um Jesus que os ouve, um Espírito Santo que os consola. Quero falar sobre o céu sem desgrudar do mundo. Quero apresentar a Nova Jerusalém sem levá-los a esquecer do suor da vida presente. Quero falar sobre vida eterna sem deixar de levá- -los a lutar pela vida presente. Assim, quero teologizar sem a homilética da arrogância, que torna os pregadores fantoches e os ministros do púlpito atores. A homilética da arrogância teatraliza nossas pregações e torna o púlpito vitrine para exposição de nossos talentos homiléticos. Quero uma homilética realçada por atitudes coerentes e ungida pelo Espírito Santo. Verbosidade destoante de ações concretas cheira farisaísmo.

Onda antigoverno mundial tem relação com o final dos tempos?

Brexit na Inglaterra, vitória do antiglobalista Trump e ascensão dos antiglobalistas Geert Wilders e Frauke Petry marcam, sem dúvida, novo momento

Onda antigoverno mundial tem relação com o final dos temposO primeiro terremoto nas bases do projeto de implantação de um governo mundial capitaneado pelo Ocidente se deu em junho do ano passado, como anúncio da saída da Grã-Bretanha da União Europeia. No mesmo ano, em novembro, um segundo e ainda mais forte abalo sísmico foi sentido: a vitória contundente do antiglobalista Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos. Agora, em 2017, apenas quatro meses após a vitória de Trump, mal os globalistas começavam a tentar reagir a esses dois golpes, um terceiro golpe quase foi desferido: o Partido da Liberdade na Holanda, do antiglobalista Geert Wilder, ficou em segundo lugar nas eleições de março, depois de chegar a estar à frente nas pesquisas. Wilder é contra a imigração muçulmana, a favor da saída da União Europeia e defensor intransigente de Israel e do fim da circulação de drogas na Holanda.

A vitória de Wilder não aconteceu, mas a cada eleição seu partido ganha mais cadeiras no parlamento holandês e, se continuar nessa crescente, acredita-se ser quase inevitável sua vitória no próximo pleito, devido, sobretudo, à crescente insatisfação popular em seu país com a crise imigratória e com o péssimo tratamento dado a esse problema pelo governo holandês e a União Europeia. Lembrando que este ano ainda acontecerão as eleições na França e na Alemanha, onde, pelo menos na França, as chances de outro abalo sísmico são grandes, com a possível vitória de Marine Le Pen, defensora da saída da França da União Europeia.